segunda-feira, 21 de novembro de 2022

As injustiças Incomodam

 



NOTA:


Ora, eu que não vou muito em futebóis, venho manifestar o meu indiscutível apoio ao mais extraordinário jogador de futebol português. Que está sendo vítima dos invejosos e ingratos.


 


 



 


Cristiano Ronaldo, oPortuguês


17-11-2022 · Carta Aberta


Rui Santos, jornalista de futebol da CNNPortugal, escreveu uma carta aberta a Cristiano Ronaldo que está a dar a volta ao país. “Vamos lá, Cristiano, não ligues aos invejosos e aos que querem voar montados nas tuas asas”


O assumir que estás na fase do abandono não é boa para ti, porque a conclusão é contrária à tua inteligência de não perceberes que foste abandonado. Mereces muito mais. Mereces que o País te reconheça o que fizeste por ele.


[…] O que me custa é ver o formigueiro e sobretudo a desinência de um conjunto de ‘juízes’ que se atiram a ti como gato a bofe, não percebendo a desproporção, a desabilitação e até o ridículo das suas sentenças.


Tu, Cristiano, és de origens humildes, sabes o que são as necessidades das pessoas, que precisam, muitas delas, de trabalhar no duro para alimentar os seus filhos e ter uma vida minimamente digna.


Nasceste com um dom de singularidade com o qual, ao teu nível, muito poucos se podem comparar, e soubeste transformar esse dom numa carreira inimitável. Com muito esforço e dedicação deves a ti próprio, em primeiro lugar, tudo aquilo que conseguiste.


Portanto sabes, como eu sei, em dimensões naturalmente distintas, que merecem o meu maior respeito e consideração, a dificuldade que se coloca à nossa frente, de tantos milhões de pessoas, em provar o que parte da sociedade não aceita, por inveja: o êxito dos outros.


Deves ser o primeiro a reconhecer os erros que já cometeste, acredito sinceramente que tens noção deles e o primeiro teve que ver com a decisão que tomaste, ainda sob contrato, de deixar o Manchester United.


[…] Sim, foste um exemplo no futebol. És uma lenda no futebol, e percebo a tua frustração. De olhares os olhos de ERIKTEN HAG e não vislumbrares a visão de um mínimo de reconhecimento.


Desilude-te. A sociedade é assim: espreme-te como uma laranja, tira-te o sumo todo que durante anos fez de ti uma laranja com sumo infindável e quando tu achas que a laranja ainda tem sumo para dar, desde que seja bem espremida, vês-te transformado num limão. Ácido, azedo, seco.


ERIK TEN HAG está a servir-se de ti para afirmar a liderança dele e tu estás a alimentar-lhe essa soberba. Não lhes dês esse prazer.


[…] Mereces muito mais. Mereces que o País te reconheça o que fizeste por ele. Portugal foi falado durante anos a fio por bons motivos por causa de ti.


És um orgulho e serás um orgulho para aqueles que têm a lucidez de perceber o que representas. Não apenas para ti e para os teus, para a tua mulher e para os teus filhos, mas para todos aqueles que não são ingratos.


A ingratidão é uma coisa muito feia e, mesmo aqueles que não estão em condições de perceber o que isso é e falam de ti como se fosses um saco de lixo, sabem que dificilmente nascerá outra vez em Portugal, na Madeira ou no continente, um jogador de futebol com as tuas qualidades e com a capacidade de fazer aquilo que tu fizeste.


Como homem que tenho dedicado a vida ao jornalismo e ao futebol ser-te-ei eternamente grato. Não gosto, confesso, de te ver neste papel.


[…] Vamos lá, Cristiano, mostra a tua fibra porque, aqui em Portugal, há muita gente grata, acredita. Somos milhões.”


By Rui Santos Jornalista da CNN


 




  


 


 


 

sábado, 19 de novembro de 2022

Portugal e as Invasões Francesas

 



Antecedentes às Invasões Francesas


No início do SéculoXIX os exércitos napoleónicos invadem a Europa. Dominados por novos sentimentos imperialistas, tinham como objectivo o domínio da grande potência opositora - a Inglaterra. Com a superioridade naval Britânica a desaconselhar o desembarque em Inglaterra, Napoleão opta por outras frentes de batalha e decreta, em Novembro de 1806, o Bloqueio Continental, impondo o encerramento dos portos europeus aos navios ingleses.


A França dominava toda a Europa continental, à excepção da Península Ibérica. Face ao conflito, Portugal procurava conseguir uma difícil situação de neutralidade. Com o objectivo de salvaguardar o Porto de Lisboa, que era uma excelente base de operações para a esquadra naval britânica, a Inglaterra ameaça Portugal com a usurpação das colónias.


Estabelecida a aliança francesa com Espanha, os exércitos napoleónicos invadem Portugal, único país que assume a aliança com a Inglaterra. É neste contexto que Portugal sofre as três invasões francesas.


 



 


 


A Primeira Invasão ocorre entre 1807 e 1808 e é executada numa acção conjunta de França e Espanha, tendo a comandar o general Junot. Junot promete vir libertar Portugal da tutela britânica e inicia a invasão ocupando Lisboa no dia 30 de Novembro e tomando a presidência do conselho do Governo. Um dia antes, D.João parte com a corte para o Brasil, deixando nomeado um conselho de regência e mandando afixar editais a aconselhar o povo a receber os franceses como amigos para evitar represálias.


A chegada de Junot à capital foi o desfecho de um longo processo iniciado alguns anos antes, quando Napoleão exigiu que Portugal fechasse os seus portos à Inglaterra. Durante algum tempo, o Príncipe Regente, futuro D. João VI tentou uma solução impossível, que era a de satisfazer Napoleão sem prejudicar os interesses portugueses, que estavam ligados à Inglaterra. Ao longo de 1807, essa posição ambígua e de jogo duplo tornou-se cada vez mais difícil de sustentar. Em Agosto de 1807, formou-se um exército franco-espanhol em Baiona, destinado a invadir Portugal, ao mesmo tempo que Napoleão emitia um ultimato final. Em meados de Novembro, esse exército atravessou a fronteira na região de Castelo Branco e marchou ao longo da linha do rio Tejo, de modo a chegar a Lisboa o mais depressa possível. O trajecto foi, no entanto, lento e penoso de percorrer, devido ao mau estado das estradas, ao terreno acidentado e difícil e à falta de abastecimentos. A decisão de evacuar a corte para o Brasil, que já tinha sido ponderada, teve então lugar, e quando Junot chegou à capital encontrou um vazio de poder.


 





Depois de se instalarem em Lisboa, as tropas invasoras ocuparam todo país durante os meses seguintes.


A resistência aos invasores surge na forma de forças de guerrilha. Algumas revoltas locais são, maioritariamente, esmagadas pelas tropas francesas.


A situação só muda em Agosto de 1808, quando uma esquadra britânica chega a Lavos (Figueira da Foz) e desembarca cerca de 16 mil homens, comandados pelo general Arthur Wellesley (futuro Duque de Wellington). Logo avançam para Lisboa pelo litoral, contando com o apoio dos navios; juntaram-se a estas forças cerca de duas mil tropas portuguesas.


 



 


 


O primeiro confronto acontece na Roliça (planície entre Óbidos e Bambarral), com cerca de quatro mil tropas francesas comandadas pelo general Delaborde, no dia 17 de Agosto, onde foram derrotadas. Perderam cerca de 600 homens, mas infligiram mais de 400 baixas entre as tropas luso-britânicas; destes, cerca de 70 foram mortos e os restantes feridos e desaparecidos.


 




 A 21 de Agosto dá-se novo recontro na zona do Vimeiro (a sul de Maceira). à frente das tropas francesas está o comandante supremo em Portugal, general Junot.
Apesar de um maior equilíbrio de forças – 14 mil franceses contra 18 mil luso-britânicos – a vitória volta a pertencer a Wellesley.


 



 


A rendição das forças francesas é efetivada na Convenção de Sintra.


Esta Convenção ficou muito aquém daquilo que deveria ser dado a Portugal. Vejamos: a rendição francesa foi feita a favor do exército inglês ao qual eram entregues os equipamentos militares ocupados - em troca a Inglaterra providenciava o transporte das tropas napoleónicas para fora de Portugal e apoiava logisticamente o envio dos despojos e bens para França – o que permitiu um autêntico saque generalizado sobre o património português.


Junot e as suas tropas retiraram-se de Lisboa a 15 de Setembro desse ano, encerrando deste modo a Primeira Invasão Francesa.


 



 



 


A Independência do Brasil, acontecimento inesperado.


Com os desentendimentos entre os herdeiros da Coroa Portuguesa, criaram-se as condições para a Independência do Brasil.




 O Brasil declara a sua independência de Portugal em 1822, subindo ao trono, como Imperador, D. Pedro, filho de D. João VI.


O Brasil declarou-se independente de Portugal em 7 de Setembro de 1822, mas o processo de intenções começou muito antes e ganhou um grande avanço com a presença da corte portuguesa naquele país entre 1807 e 1821, na sequência das invasões francesas.


Quando a corte voltou a Portugal D.Pedro ficou para trás. Ora, quando foi exigido o seu regresso este recusou fazê-lo, criando aquele que é conhecido no Brasil como o “Dia do Fico”, 9 deJaneiro de 1822.


O herdeiro da coroa tomou várias iniciativas que tornavam as instituições sociais, económicas e militares da colónia mais autónomas das decisões da coroa portuguesa.


Durante a viagem de estado a Minas Gerais e S. Paulo recebeu mais uma carta onde eram anuladas algumas das suas decisões e se voltava a exigir o seu regresso a Portugal.


A carta foi recebida junto ao riacho do Ipiranga e segundo se conta D. Pedro desembainhou a espada gritando “independência ou morte”. Tratou-se do momento que ficaria marcado como o “Grito do Ipiranga”.


 


 A Independência do Brasil foi o processo histórico de separação entre o então Reino do Brasil e Portugal, que ocorreu no período de 1821 a 1825, colocando em violenta oposição as duas partes (pessoas a favor e contra). As Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa, instaladas em 1820, como consequência da Revolução Liberal do Porto, tomam decisões, a partir de 1821, que tinham como objetivo reduzir a autonomia adquirida pelo Brasil, o que na prática o faria retornar ao seu antigo estatuto colonial.  



 



 


 


 

domingo, 2 de outubro de 2022

Vale a Pena Lembrar

 A vida é curta para a desperdiçarmos com ninharias


Porque há alguns membros dos Grupos do Facebook que não entendem as funções destas plataformas de informação e partilha de ideias e imagens, além de nos aproximar do mundo das comunicações com satisfação, a pedido de vários Amigos, aqui fica uma mensagem com sentido de esbatimento dos azedumes e incompreensões que andam por aí:


Movimento Cívico de Antigos Combatentes


22 de junho de 2020  ·


Grupos, Ratazanas e Gabirus


Mensagem de Joaquim Coelho, presidente do MAC e coordenador do“Grupo de Trabalho” das associações aderentes para o “Estatuto dos Antigos Combatentes”.


“Fico grato aos promotores da homenagem do dia 13 de Junho de2020, mas devo lembrar que sem o apoio de um numeroso grupo de voluntariosos parceiros, não teríamos sucesso. Com esforço e persistência, os membros da Associação MAC, conseguiram obrigar os governantes e outras instituições a avançar com o “Estatuto dos Antigos Combatentes”. Em breve, será APROVADO na Assembleia da República. Pode não satisfazer todas as nossas pretensões, mas éum princípio do reconhecimento dos nossos préstimos à Pátria. Continuaremos a lutar para melhorar os benefícios para todos os Combatentes das guerras ultramarinas, especialmente para os mais carenciados. Mesmo que os acomodados nos tentem incomodar, “os cães ladram e a caravana passa!”


GRUPOS:


Por definição lógica e racional, os Grupos formam-se com a finalidade de estabelecerem laços de afinidade duradoiros entre pessoas que comungam de princípios e valores solidários e vantajosos para a comunidade, sem distinção de posições sociais ou ideológicas. O seu funcionamento passa por aglutinar meios e organizar eventos que satisfaçam os membros aderentes, para convívios salutares e apoios mútuos numa dinâmica de cumplicidade na alegria contagiante que traga mais felicidade à vida de cada um.


Ora, lamentavelmente, nem sempre os membros dos Grupos se comportam dentro desses princípios, o que causa instabilidade e aborrecimentos indesejáveis, quando não a própria destruição do grupo.


Por experiência social entre povos de diversas culturas e posições geográficas, habituei-me a conviver naturalmente e a respeitar as diferenças e os hábitos de cada um. Este propósito, exige o respeito mútuo, sem reparos ou manhas.


Vem este reparo a propósito das atoardas, lamechices, choradinhos, chorrilhos de queixinhas, patéticas ofensas pessoais e outras lamentáveis parvoíces que atiram por terra qualquer forma de cidadania no suporte da amizade que se apregoa.


Meus Amigos, vamos deixar de ser egocêntricos e perdulários do tempo que nos resta para viver. Saibamos aproveitar cada momento para sermos alegres e felizes, dando uma lufada de felicidade aos nossos familiares e amigos. Por brio ou por defeito, nunca vacilei perante as dificuldades em construir grupos de pessoas com afinidade para avançar com projectos de vida social e solidária de grande efeito na melhoria da qualidade de vida da minha comunidade; para tal, sempre tive excelentes colaboradores que se dispunham a intervir com determinação cívica, voluntariosa e com as suas capacidades de organização.


Ando na Net e redes sociais desde que apareceram; pelo que entendo isto como amplas janelas abertas ao mundo da comunicação com amizade. Colaboro em 8 Grupos, organizei 5 Sites e 8 Blogs, além da publicação de mais de 500 vídeos no Youtube e Sapo. Portanto, sirvo-me destes meios para divulgarc onhecimento, memórias e diversão com natural prazer e incontida felicidade.


Caros Amigos, vamos serenar os ânimos, despir as camisolas incolores, fomentar encontros saudáveis e respeitar as diferenças sem azedumes.”


 



 


 



 

 



 

 



 



 



 



 


 



 


 

 



 



 



 


 


 

 



 

 



 

 






 


 


sábado, 1 de outubro de 2022

Campanhas Enganosas

 



TRITURADORES DAS NOSSAS MENTES


 Perante tanta mentira a tolher a nossa esperança de vida, tantos trituradores das mentes humanas em sobressalto, eu só quero que venha uma tempestade medonha que varra os mentirosos e ladrões para o fundo do mar ou que os raios dos trovões os eliminem da face da terra.


Para pôr fim aos tormentos das palestras e sessões de comentadores e falsos cientistas, que nos atrofiam a inteligência e difundem ideias em torrentes de estupidez, eu só queria que embarcassem numa nave espacial que os levasse para os confins do universo.


Aos promotores das campanhas enganosas e funestas, provocadoras da desgraça que nos impede de viver na paz da nossa vida harmoniosa, eu só quero que sofram electrocução em cadeia, de modo que não escape nenhum.


Ainda quero manter a lucidez e a força da convicção para conseguir acender e manter acesas as luzes para alumiar os medrosos que vagueiam perdidos nas catacumbas do mundo em convulsão, desnorteados, sem esperança, onde sentem a fome de viver com alegria e sofrem os efeitos nefastos das poderosas teias de negócios financeiros e do esbulho potenciado pelos gestores das guerras impiedosas e brutais.


A esses gananciosos de fortunas incalculáveis, ladrões da nossa paz, provocadores de mortandades por todo o mundo onde existem reservas petrolíferas, invisíveis ou descaradamente às claras, atacados de viroses lucrativas surripiadas em criminosos negócios e usura das comanditas cultivadas nas fraudulentas bolsas financeiras com gestão das américas, que brincam com possantes naves espaciais, um dia hei-de vê-los transformados em ínfimos resíduos de seres humanos trucidados pelos seus próprios inventos paranoicos.


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Eu ainda hei-de cantar com alegria o dia da libertação das nossas mentes, numa madrugada luminosa de estrelas a abençoarem a nossa missão. Pode custar, mas vamos triunfar contra os tenebrosos malefícios e voltar a viver em conformidade com a irmandade das nossas comunidades solidárias e cultivar os valores das nossas crenças e heranças. Com tenacidade e resiliência, numa caminhada generalizada dos povos livres e abençoados pela poderosa força da natureza e com sabedoria promotora do bem-estar das populações, sentiremos a merecida felicidade de viver.


Temas actuais – Setembro de 2022


Joaquim Coelho


 



 

 



 



 


 



 



 


 

sábado, 13 de agosto de 2022

A Sociedade em Mudança - Idosos

 


Questões que nos incomodam, pelo efeito nas nossas Vidas


Joaquim Coelho


7 de maio de 2020  - publicado


Sobre o tema dos Idosos >< Refugiados:


    Aos Amigos e comentadores, devo deixar um esclarecimento muito importante: A sociedade está a sofrer uma atribulada mudança!


A meu ver, as imprecisões contidas no texto são apenas para mostrar que muitas "guerrinhas" que proliferam por todo o lado são alimentadas pelos poderes "ocultos" do comércio de armas, distribuição das drogas (veja-se quem são os defensores da liberdade do consumo de drogas), bem como o tráfico humano... E quem está por detrás de todos esses malefícios piores do que qualquer vírus: Fundações apoiantes das OMGs, clubes "secretos" como Bilderberg, Maçonarias, Opus dei, Capelos, Porcellian, Grémio Hebraico, Bucha e muitas outras com menor influência. Estas são as que definem as agendas do desenvolvimento dos negócios e das multinacionais, mas também determinam os rumos que a sociedade deve seguir, sempre com uma finalidade: restringir os direitos de cidadania e direitos sociais cujas previsões para o ano 2030 são deprimentes.


Porque ao longo do meu percurso de vida activa profissional e intervenção na sociedade, quer como jornalista e repórter, bem como na direcção de colectividades de acção social, cultural, desportiva e cívica, me deparei com incongruências inexplicáveis na administração da justiça e nos programas do ensino; por isso, entendi reunir escritos e documentos "secretos" que publicarei, brevemente, em livro, para o qual tenho o contributo de investigadores e professores de várias áreas do ensino universitário. Entretanto, posso afirmar que a sociedade jamais terá sossego, porque os lobys da Inteligência Artificial e os mentores das graves restrições à vida humana irão aproveitar a actual situação da perda das liberdades para darem mais um impulso às suas sinistras pretensões. Muito brevemente, vamos ter implantado o "Big Brother" universal instalado através das comunicações dos 28 mil satélites ao serviço das comunicações 5G, o que irá surpreender muita gente, já que estão a informar das velocidades e qualidades das comunicações, mas ninguém informa dos nocivos efeitos das ondas electromagnéticas e frequências muito altas no organismo humano, especialmente ao nível dos neurónios e neurotransmissores cerebrais, nem do controlo das nossas vidas particulares. "A exposição permanente (24hrs) de níveis de radiação de radiofrequências, centenas de vezes superiores às atuais, provocará efeitos graves em todos os organismos vivos e nos seus respectivos ecossistemas. In: "Mit Technology Review".


 



 


Joaquim Coelho - 6 de maio de 2020  · 


 A "emergência" desfigurada, que nos envergonha e enfraquece como nação milenar...


 


 Velhos >< Refugiados – mas que diferença…


Azar o deles!


- 19 de Abril de 2020 – Ficamos a saber que existem espalhados por “Hosteis” (nome pomposo baptizado pelos progressistas às antigas pensões), cerca de 1.000 jovens “refugiados”, afro muçulmanos, requerentes de nacionalidade portuguesa.


Ficamos a saber ainda que estes jovens, só machos, robustos, pujantes, bem tratados são “refugiados” das “terríveis guerras” entre o Egipto e a Costa do Marfim e “tenebrosos conflitos” entre o Burkina Faso e a Eritreia. E que são transportados aos magotes, através de milhares de Km, pelas ONG’s esquerdistas e recebidos com estrondo pelos governos socialistas de alguns países ocidentais, na efectivação do Plano Kalergi, que mais não visa que a destruição da Europa e da civilização branca ocidental.


“Em parte financiada pelo multimilionário George Soros (nascido na Hungria e emigrado nos Estado Unidos, após a II Guerra mundial), que segue a doutrina da descaraterização das raças e das nações, bem como dos valores da família, com vista ao enfraquecimento das sociedades organizadas ecom protecção social conforme carta dos direitos humanos”. Nestas camapanhas de largo alcance extremmista, gasta biliões de dólares da sua riquesa secreta.


 




  - 20 de Abril de 2020 – Ficamos a saber que, num desses “hosteis”, situado na Rua Morais Soares, zona multicultural lisboeta, gaudio dos iluminados e superiores pensantes da nossa praça, viviam e eram sustentados com os impostos dos portugueses, cerca de 200 jovens “refugiados”, onde surgiu um infectado com o Vírus Chinês.


Alarme nas hostes. Impacto monumental. Zona interdita, dezenas de ambulâncias da Cruz Vermelha, INEM, Bombeiros, 112, Polícia, Protecção civil. Pessoal médico. Paramédico. Enfermeiros. Auxiliares. Rádios, jornais e emissões em directo nas Televisões.


De imediato, testes de despistagem a todos os 200 jovens “refugiados”.  


Sorte a deles não serem velhos portugueses utentes de Lares de Idosos.


Ao fim de 3 horas resultados céleres dos testes. Afinal não era um, mas 138 positivos. De imediato, tudo evacuado e separado com pompa e circunstância com a supervisão dos mais altos dignatários da Camara Municipal de Lisboa. Uns para a Mesquita de Lisboa. Outros para pousadas da juventude.  


Sorte a deles não serem velhos portugueses utentes de Lares de Idosos.


Às janelas de uma das pousadas, na Rua Andrade Corvo, era vê-los em directo nas varandas, garbosos e aprumados, falando aos telemóveis e de auscultadores na cabeça, para gaudio das jornalistas das Televisões, deslumbradas e impressionadas com o porte gracioso e esbelto dos jovens “refugiados”.


Sorte a deles não serem velhos portugueses utentes de Lares de Idosos.


Decisões rápidas, quase à velocidade do som. Requisição da Base Aérea da Ota. Todos os 138 infectados são mudados para a base, rapidamente e em força. Base preparada com todos os requisitos médico sanitários e de logística, para receber as importantes personagens de jovens “refugiados”. 


Sorte a deles não serem velhos portugueses utentes de Lares de Idosos.


Emissões em directo nas televisões a acompanhar as viaturas de transporte dos jovens “refugiados” de Lisboa para a Ota, onde foram recebidos pelos Majores e Coronéis.


Sorte a deles não serem velhos portugueses utentes de Lares de Idosos ou abandonados nos hospitais portugueses.


 


 



 

 



 



 


- 21 de Abril – Já se sabia dos tristes acontecimentos que tiveram lugar no Lar Nossa Senhora das Dores em Vila Real, em que dezenas de portugueses idosos, abandonados pelo SNS, esperaram vários dias por testes e para serem evacuados, com o Vírus Chinês à solta entre os utentes e funcionários, sempre em convívio directo com a morte.


Soube-se agora que, em Gaia, dezenas de utentes de lares estiveram 3 dias à espera de testes do SNS e que os mesmos só tiveram lugar com a intervenção directa da Camara Municipal da cidade. Os resultados do SNS chegaram ao fim de 5 dias. A morte chegou antes.


Azar o deles não serem jovens “refugiados”.


 


(Cortesia do Diamantino Carvalho)


 





Precisamos de mais apoios e protecção Idosos para os idosos.


 


 


 

terça-feira, 2 de agosto de 2022

Raios de Luz sobre a Ucrânia

FINALMENTE, HÁ SINAIS DE BOM SENSO


NA CRISE DA GUERRA NA UCRÂNIA


 Os cereais começaram a sair para o Mundo faminto.


É preciso que os hipópcritas que governam esta Europa, que se afunda a olhos vistos, se contenham nas suas sinistras decisões e assumam o desempenho dos seus cargos como importantes para os cidadãos. Esperemos que sintam uma réstia de bom senso na programação humanista, com políticas favoráveis à melhoria de vida dos povos. Para tal, devem abandonar as diabólicas estratégias das ideologias extremistas e redutoras da personalidade das pessoas que pretendem escravizar.  


 




 



 



 


 

segunda-feira, 11 de julho de 2022

Memórias do Ultramar

                                    LEMBRAR PARA NÃO ESQUECER


 Aos que vão resistindo ao desgaste da vida e às investidas dos fazedores de crises que nos atormentam e hipotecam o futuro dos nossos filhos e netos e desgastam a nossa dignidade, venho lembrar que há 50 anos, em terras de Angola, os Pára-quedistas voluntariosos e valentes, organizados em pequenos grupos de combate, souberam elevar bem alto o nome e o valor dos Boinas Verdes.


Continua na memória dos sobreviventes que hoje conseguem contar a história dos graves acontecimentos e dos horrores praticados por sucessivas vagas de bandoleiros sanguinários que chacinaram, esventraram e mutilaram crianças, mulheres, velhos e novos, pretos e brancos no norte de Angola. Desde o Úcua ao Quitexe, passando por Nova Caipenda, Quibaxe, Nambuangongo, Cuimba, Madimba, Buela, Zalala, Damba, Quibocolo, Bungo, Mucaba e tantos outros lugares da região dos Dembos, onde os sinais do sangue derramado por inocentes indefesos atiçou o sentido patriótico e fortaleceu o espírito de sacrifício na luta contra as hordas assassinas. Com reduzidos recursos e muita vontade de vencer, os Pára-quedistas estiveram na linha da frente na defesa das populações mais atingidas pela selvajaria dos bandoleiros da UPA (União das Populações de Angola). Foi na missão de socorro aos defensores de Mucaba, entrincheirados dentro da igreja local; no Bungo, as capacidades de liderança do Alferes Pára-quedista Mota da Costa permitiram uma defesa eficaz; na Damba, onde um pequeno grupo de Boinas Verdes conseguiu suster os ataques; na povoação 31 deJaneiro, o Tenente Pára-quedista Veríssimo teve papel destacado na organização da defesa da população local, onde contou com a fidelidade e apoio do cabo de cipaios Sebastião, do chefe de posto Vailão e do soba Camassa.


Foi no decorrer destas difíceis intervenções dos Pára-quedistas que tombaram os primeiros Boinas Verdes: o soldado Pára-quedista Domingos, durante a caminhada para Mucaba; o Alferes Pára-quedista Mota da Costa e o civil Caras Lindas, quando procuravam manter a ligação entre os que reparavam a ponte do Bungo e o soldado Pára-quedista Eugénio Dias, o civil António e dois bailundos que se dirigiram a uma fábrica de café e serração próxima na procura de material para a ponte.


Para suprir a falta do Alferes Mota da Costa, o Sargento Pára-quedista Joaquim Santiago assumiu a responsabilidade de coordenação das acções necessárias para evacuar os mortos e os feridos até à Base do Negage. Helicópteros para evacuação não havia, apenas algumas viaturas civis e pequenos Unimogues eram os recursos disponíveis para percorrer picadas esburacadas e cortadas por árvores de grande porte.


Com audácia e tenacidade na defesa das gentes dessas terras martirizadas pela sanha assassina dos bandoleiros os Pára-quedistas demonstraram todo o seu saber e espírito de sacrifício no cumprimento do dever “honrando a Pátria de tal gente”. Os elogios e provas de gratidão vieram de todos os lados, os jornalistas tentavam colher mais informações dos acontecimentos. Depois das primeiras missões de reconquista e ocupação das localidades vandalizadas, os Caçadores Especiais e outras tropas que foram chegando a Luanda começaram a ocupação definitiva da região atribulada. As Tropas Pára-quedistas, já reforçadas com mais efectivos, entraram em acção efectuando saltos operacionais de aviões, para localidades de difícil acesso por terra, nas levados a cabo em Quipedro, na serra da Canda e em Sacandica (localidade fronteiriça com o ex-Congo Belga, no extremo norte de Angola), com intervenção a nível de companhia. Com o Batalhão e a Força Aérea bem organizados, em colaboração com as tropas de quadrícula instaladas nas zonas afectadas pela guerrilha, as missões dos Pára-quedistas passaram a ser rotineiras e normais. 


 



 


Para situar no tempo o sentimento dos que viveram os primeiros embates, não posso deixar de transcrever alguns recortes dos jornais de Luanda, onde são relatados episódios com intervenção de Pára-quedistas:


 


 - Da entrevista do Soldado Eugénio Dias, que foi ferido durante o ataque dos bandoleiros quando se encontrava na tal fábrica do café do Bungo, ao jornalista Moutinho Pereira do jornal “O Comércio”, publicada em 12 de Maio de 1961: “O ataque foi na segunda-feira, dia 8. Uma coluna de militares e civis, todos armados, seguiu até à ponte que os bandidos tinham destruido, para a reparar. Ao chegar à ponte o nosso comandante disse-me para ficar com os civis e protegê-los em caso de ataque, enquanto eles seguiam à procura de madeira para a ponte. Fiquei sozinho, pois sabia que os meus camaradas não podiam ir a pé… os carros não podiam atravessar a ponte… Ao sair da fábrica do café, já distanciados, ouvimos um tiro entre o capim. Claro que ficámos atentos e vigilantes. Mas aquela arma que disparou, por certo devido a algum acidente, dera o alarme. Logo se seguiu um tiroteio intenso. Encontrámos centenas de bandoleiros meio encobertos pelo capim. Os dois bailundos ainda não tinham feito a tropa e estavam desarmados, conseguiram fugir e refugiar-se na fábrica… Dei por mim a disparar a minha metralhadora ligeira para o meio do capim. A meu lado, o civil, ajudava-me como podia… Já ferido nas pernas, tentámos tomar outra posição…  À nossa roda tínhamos uma multidão ulutante, disposta a tudo para nos cortar a cabeça. Gritavam como demónios… Saltámos para o meio do capim alto, costas com costas, esperando o pior… por ali fiquei até perder as forças. Então, os meus camaradas conseguiram passar o rio e vir em nosso apoio. Logo que se desenvencilharam daquela corja vieram à nossa procura…. Encontraram-nos feridos mas ainda conscientes no meio do capim, apertando de encontro ao peito, as nossas armas.”


 


- O jornalista Sotto Mayor do “Diário de Luanda” na edição de 17 de Maio de 1961 publicou alguns depoimentos sobre a situação no posto de 31 de Janeiro.


O repórter acompanhou uma das missões aéreas das avionetas do Aero Clube de Sanza Pombo e o chefe de posto e piloto Barros: “Aterrámos, cerca das 13 horas, no pequeno campo de aviação, onde se fizeram descargas de mantimentos e fomos convidados do chefe de posto Vailão e pelo tenente pára-quedista Veríssimo, dois valentes, à volta dos quais, pela sua actuação têm sido publicadas as mais largas reportagens. A defesa da povoação está toda concentrada à volta do edifício do posto, onde a população se recolheu. Pelas portas e janelas notam-se os sinais das lutas que têm sido travadas, estando as varandas do prédio barricadas com sacos de areia e arame farpado. Durante a refeição, servida numa grande mesa onde tomaram lugar grande parte dos “páras” e comerciantes da região, tivemos ocasião de ouvir do próprio chefe de posto, uma curiosa narrativa pormenorizada dos acontecimentos registados. – “Nós, em dada altura, verificámos que não tínhamos condições de defesa. Evacuámos, portanto, imediatamente a povoação. Toda a população foi connosco. Seguimos para a Damba, sede de concelho. Foi no dia 16 de Abril de1961. Após a nossa chegada, deu-se o primeiro ataque à localidade. Colaborámos na defesa da Damba, neste e em mais três assaltos. Mas o nosso interesse era regressar o mais depressa possível ao 31 de Janeiro. No dia 27 conseguimos uma secção de Pára-quedistas, comandada pelo Tenente Veríssimo, para o nosso posto…Tivemos que lutar com muitas dificuldades. Eram obstáculos de toda a ordem – cortes profundos na estrada, árvores caídas, pontes danificadas. Era um nunca mais acabar.” O tenente Veríssimo relembra alguns acontecimentos passados na viagem: “Encontrámos ligeiras resistências durante o percurso de cerca de 84 quilómetros. No desvio para a povoação de Mucaba, a 12 quilómetros do destino, recuperámos diversos rapazes, portugueses africanos, que estavam prisioneiros dos bandoleiros no local conhecido por “Missão”. Temos tido diversos ataques, os primeiros de dia, os restantes de madrugada. Agora apenas têm tentado… mas depressa são repelidos e com baixas.”


Não havia tempo para pensar onde estava a razão; a necessidade de defender as populações indefesas e os postos isolados do norte de Angola era a prioridade, e a nossa fidelidade à Pátria impunha que cumpríssemos essas missões das quais saímos triunfantes, embora com grandes sacrifícios. Depois destas, muitas mais foram levadas a cabo com sucesso, as quais mereceram rasgados elogios e os mais altos louvores. Orgulhamo-nos dos nossos feitos e merecemos o reconhecimento da Nação. Apesar do ostracismo a que foram votados, os Combatentes portugueses, intervenientes nas guerras ultramarinas, são o que resta da gesta de valores que a Pátria contempla; dos cobardes não reza a história… muitos dos nossos governantes nunca souberam honrar a Pátria nem os juramentos e tentam desvirtuar os valores que “mais altos se levantam”.


 



 


 


- NAMBUANGONGO


Numa operação bem preparada e "reservada", um grupo de oficiais e sargentos Para-quedistas saltou lá, para sinalizar a balizagem e segurança com vista ao lançamento de uma companhia de Para-quedistas. Ao verem os para-quedas, os bandoleiros da UPA, assustados, puseram-se em fuga. Por ameaças contra a hipotética operação dos para-quedistas, do comandante do Batalhão 96, Tenente-coronel Armando Maçanita,  via rádio, que estava a poucos quilómetros de distância, a operação foi abortada. Há quem entenda que, a maioria dos oficiais da Força Aérea e Pára-quedistas, isso poderia ser considerado um golpe baixo dos estrategas da Força Aérea, não respeitando o esforço dos Batalhões que estavam a pouca distância de atingirem aquele objectivo; embora com dificuldades em percorrerem o que restava dos difíceis caminhos, especialmente o Batalhão 96, que sofreu dezenas de mortos e feridos na picada entre Mucando e Muxaluando...


 


In: “ESTILHAÇOS”, temas da guerra el Livro publicadoem 2019 e 2ª Edição em 2020


 


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