Denunciar a Corja de Ladrões
Como nos enganam com mentiras fofas
A campanha que os sucessivos governos fazem para iludir os cidadãos em matéria tributária é verdadeiramente asquerosa. Querem fazer-nos a creditar que estamos no bom caminho em matéria de solidariedade social: aumento dos rendimentos e baixa dos impostos!
Ouço as promessas do governo que os impostos vão baixar e os rendimentos (salários e pensões) vão aumentar!
Ora, em 2024 paguei 1.236 euros de IRS…
Em 2025, tive um aumento de 46 euros (644/ano), subi de escalão e tenho 1.970 euros a pagar, até 31 de Agosto de 2026! Obrigado, senhores governantes… pelos 90 euros de prejuízo!!!
Na apresentação do Orçamento do Estado temos uma teia que começamos a compreender: é uma espécie de ditadura a provocar o esmagamento da autonomia individual, empobrecendo de tal modo a sociedade civil que esta não seja mais do que um conjunto de carenciados a necessitar de um Estado socialista padrasto. Tudo porque a imensa máquina burocrática aumenta anualmente o esquadrão de funcionários públicos.
O «canto da sereia das esmolas comunitárias», como contributo para a destruição e USURPAÇÃO DA SOBERANIA, PATRIMÓNIO, IDENTIDADE CULTURAL E RIQUEZA remanescentes de um país de marinheiros com quase 900 anos - outrora grandioso - vendido paulatinamente «a retalho» por infames Traidores, Crápulas e Corruptos:
Para desgraça de Portugal e dos Portugueses, isso foi apenas o «início da festa» do assalto ao erário público e particular remanescente, por uma ignóbil cleptocracia partidária travestida de “democracia”, durante os últimos 40 anos.
DENUNCIAR A CORJA DE LADRÕES
Não sei quem escreveu...
Mas parece-me que vale a pena ler...e até concordo com o gajo (e não sou
funcionário público!)
“Aparentemente, passámos de um destino de navegadores a clientes de segunda de alfaiatarias, uma, dos anos 50, da Rua dos Fanqueiros, outra, ainda mais miserável, de um gajo "licenciado" nas Novas Oportunidades, que se deslumbra com tecidos que lhe assentam francamente mal. Mas, há bem pior que esse pinóquio!
Bem, depois, temos as "Crises" Internacionais, cozinhadas em Bilderberg, e que se destinam, como se destinarão, a criar um Mundo mais pobre, de cidadãos mais miseráveis, cabisbaixos, impotentes e escravizados. Nem Marx sonhou com isso: é mais Asimov, Orwell e uns quantos lunáticos de ficção científica reciclada em Realidade; e vamos ter, nós, os lúcidos, de prever e preparar as novas formas de reagir, contra essa turbulência civilizacional. A seu modo, será uma Idade do Gelo Mental e Social, minuciosamente preparada, para a qual, aviso já, não contem comigo.
Como na Epopeia de Jasão, depois dos miseráveis negócios do Cavacão: destruição de dezenas de artes da agricultura, pesca, indústrias pesadas e ligeiras, a troco dos euros da União Europeia, vieram os Epígonos, os "boys-Matrix" do Sócrates, um Matrix de Trás os Montes, um fiel discípulo do cavaquismo… em Passos de Coelho, que depressa nos roubou os subsídios de Férias e de Natal, atenciosamente louvado pelos artistas do circo que gerem a Europa na louca corrida aos armamentos, às idolatrias dos Banderas, prontos a financiar o desastre das economias sociais dos europeus em declínio social e mental.
Já nem Santo António nos salva dos governantes desmiolados, ao serviço de poderosos interesses financeiros, travestidos de caridosos senhores vindos das catacumbas do liberalismo obscurecido nas praças prostituídas de Wall Street. Quando nos libramos dos Pedros Silvas Pereiras, dos Passos, dos Cavacões (raça difícil de erradicar) e outros janotas, apareceu o refugo da Isabel Alçada, do Augusto Santos Silva, dos Antónios Costas… e outros vendidos aos interesses estrangeiros – como Victor Constâncio, somos brindados com nova remessa de tenebrosos obreiros em contínua campanha destrutiva de tudo que é nacional: serviços públicos e sociais, imprescindíveis para salvaguardar alguma dignidade na vida dos cidadãos: artistas e coveiros bem falantes, como Montesnegros, aliado à quadrilha dos Ventrulhas, a horrorosa Ana Paula Martins (SNS), Leitão Amaro, Pinto Luz (habitação), Miranda Sarmento (Finanças), Fernando Alexandre (Educação), Maria do Rosário Ramalho (Segurança Social), Paulo Rangel (N.Estrangeiros), Luís Neves (Adm.Interna) e outros aderentes ao funeral dos nossos direitos de cidadãos com dignidade. Toda esta gente vive dos nossos impostos e do nosso trabalho… estão a levar-nos ao abismo, à pobreza, a uma vida de miséria. Fazem "cortes" na saúde, nos salários, nas pensões (em consequência do aumento de impostos e do custo de vida). Mentem descaradamente, dizendo que estamos melhor…
Todos estamos de acordo com alguns cortes imediatos: a frota de carros da Administração Pública, que deve ser vendida em hasta pública… e fornecido passe social L123, para todos os Conselhos de Administração e assessores, Deputados da Assembleia da República e assessores. Os gabinetes imediatamente dissolvidos e os assessores reenviados para os centros de reinserção social, para aprenderem o valor do Trabalho, e não confundirem cunhas com cargos; encerrar os "Institutos" e “Fundações”, albergues de ex-políticos e “especialistas”.
Os clientes de "off-shores" investigados e nomes publicados; tributação imediata de todas as especulações financeiras com palco português, feitas em plataformas externas; a indexação do salário máximo, dos tubarões, aos índices mínimos das bases. Enfim, uma espécie de socialismo nórdico, não o socialismo da treta, que foi transformado, nesta fase terminal, em esclavagismo selvagem, pela escória que nos tem governado.
Na
realidade, a sensação geral é a de que há um bando de criminosos, inimputáveis,
que se escaparam de escândalos inomináveis, de "Casas Pias", de
"Freeports", de "BPNs", "BPPs", "BCPs",
de “BES”, de “comissões” de privatização, "Independentes",
Hemofílicos", "Donas Rosalinas", "Noites Brancas" e
tanta coisa mais, que dispõem de um poder de máfia e associação tal, que
destruíram a maior conquista do Liberalismo, a separação dos Poderes, tornando
o Judicial uma sucursal dos solavancos políticos, das Relações dos aventais,
das "ass-connections" e das Opus; enfim, uma Corja que devia ser encarcerada,
que roubou, desviou, pilhou e, agora, vem tentar sacar a quem tem pouco, muito
pouco, ou mesmo nada.
Somos pacíficos, mas creio que chegou a hora de deixarmos de o ser.
Espero que vos faça acordar.”
E ninguém é preso...
Um atento cidadão português, pagante de impostos















