Guerras Palestina-Israel
Todos os povos têm direito a viver no território definido e aceite pelas instituições internacionais como a ONU, logo considerado o seu país. Assim tem sido desde que a civilização desenvolveu capacidades de entendimento em vez da competição bárbara. O que levou à confirmação das leis baseadas na justiça social segundo as teorias filosóficas, religiosas e dos valores inerentes à pacificação da sociedade humana.
Ora, o que está a acontecer na Transjordânia não é mais do que a disputa do direito de viver nos territórios outrora ocupados por tribos e grupos de pessoas de diversas origens e etnias que deambularam naquelas paragens, tal como está escrito em documentos como a Bíblia. A ideia peregrina, de que os Judeus terão mais direitos na ocupação da Palestina, porque as suas doze tribos viveram lá há muitos séculos atrás, perdeu o seu fundamento perante as grandes transformações da sociedade, da definição de fronteiras e nações na idade moderna.

Desgraçadamente, as populações foram sempre as vítimas das revoluções e guerras ocorridas desde 1880 na Europa e Médio Oriente, as quais deram origem a alterações de fronteiras, desmantelamento de nações e criação de outras, resultando na deslocação de populações, massacres e organização da sociedade em consonância com os princípios da Sociedade das Nações (actual ONU). Mas, as tensões entre povos e nações deram origem a convulsões e guerras, onde os vencedores continuaram a não respeitar os reais direitos das populações, tanto na definição do seu território como na sua segurança. O que acontece na Palestina é o exemplo mais flagrante da inércia propositada das nações mais poderosas e com poder para resolução justa e proporcional das questões de ocupação de territórios cujo “Estatuto” foi aprovado nas Nações Unidas. Assim o confirma a história recente.

Ao analisarmos os contornos de todas as guerras por causa da definição de territórios e fronteiras, encontramos sempre responsáveis altamente interessados na devassa das populações em favor da exploração das matérias-primas e posição geoestratégica. Ora, até finais do século 19, os árabes e judeus viveram como vizinhos sem grandes conflitos. Em 1920, por conveniência em obter supremacia na 1ª guerra Mundial, a Grã-Bretanha, por decisão da Sociedade das Nações (mais tarde ONU), aceitou gerir e administrar todos os territórios do Médio Oriente chamados de Transjordânia (Jordânia, Iraque e Palestina), ficando o Líbano e Síria sob tutela da França (todos territórios do extinto Império Otomano).

Os ingleses nunca se preocuparam com o desenvolvimento daqueles territórios, para bem das suas populações, incitando as hostilidades entre dirigentes árabes para melhor os exterminar; chegaram a deportar todos os chefes e dirigentes árabes para ilhas do Pacífico, deixando as populações sem governantes e entregues à ganância dos judeus. Ora, durante a segunda guerra mundial, os ingleses consideraram aquele território como ponto estratégico para a campanha contra os alemães e, mais uma vez as populações foram massacradas e deixadas em miserável condição de sobrevivência. A partir de 1946, após o fim da Segunda Guerra Mundial, acossados pelo traumático genocídio dos judeus nos campos de extermínio nazis, piorou o martírio dos palestinianos, às mãos dos judeus endinheirados e apoiados pelos americanos e aliados, que deram primazia aos judeus para tomarem territórios da Palestina, sempre à custa da força das armas contra as populações indefesas. A cobardia dos governantes ocidentais e sua malévola gestão dos conflitos, deixando Israel livre para o assalto aos melhores terrenos para agricultura, escorraçando os palestinianos, mesmo contra as decisões da ONU, conduziu ao estado que chegamos. Mas há responsáveis ingleses e franceses que nunca serão condenados... como em outros cenários de guerras provocadas ao arrepio dos direitos das populações afectadas.

Por estas e por outras manhosas estratégias geopolíticas, há guerras por todos os continentes, alimentadas pelos poderosos lóbis das grandes indústrias de armamento americano, russo, alemão, etc.

ALGUMAS OPINIÕES E ALERTAS
NOTA: Curiosamente, neste conflito de Israel com a Palestina, vemos alguns governantes europeus a balançar entre os seus interesses intrínsecos e as más memórias pelo genocídio dos judeus.
1 - Verdade e factos
Mariana Guerra, 30-10-2023
Ursula von der 'Lying' Leyen: principal agente de vendas da UE para o genocídio?
Desmascarando a face feia da União Europeia, o apoio fanático de Ursula von der Leyen a Israel mostra um desvio grotesco dos valores estimados que o bloco pretende defender. Mais de 800 funcionários da UE explodiram em dissidência contra o seu apoio imprudente a Israel, especialmente no meio do incessante fogo do inferno desencadeado sobre Gaza. O crescente descontentamento entre os funcionários da UE é uma flagrante repreensão ao flagrante preconceito de von der Leyen em relação a Israel, um preconceito claramente demonstrado durante a sua recente viagem à terra sitiada, onde ela evitou descaradamente instar Israel a respeitar o direito internacional no meio da sua ofensiva em Gaza.
A acusação condenatória transcende a UE e reverbera por todo o mundo, traçando um retrato sombrio da posição moral da UE sob o reinado de von der Leyen. A sua odiosa e inabalável lealdade foi criticada como uma saudação “inqualificável” ao turbilhão militar de Israel em Gaza, deixando um legado de morte e desolação. A total hipocrisia da sua postura é claramente evidente quando justaposta à narrativa da UE sobre a Ucrânia, onde o bloco fez vista grossa aos crimes de guerra da Ucrânia contra as almas inocentes no Donbass, entre 2014 e 2020 (onde foram exterminados pelas tropas ucranianas mais de dezoito mil pessoas de origem russa).

O véu é levantado sobre a duplicidade de Ursula von der Leyen com o seu apoio descarado a Israel, ignorando convenientemente as realidades impiedosas no terreno, tanto na Palestina como na Ucrânia. A UE, outrora um autoproclamado bastião dos direitos humanos e dos ideais democráticos, parece agora marchar por um caminho perigoso repleto de duplicidade de critérios e de desdém pelos princípios sagrados que se comprometeu a defender.
Numa época em que a busca pela justiça e a adesão aos princípios fundamentais dos direitos humanos e do direito internacional deveriam reinar supremas, as ações de Von der Leyen desenterram uma investigação angustiante: estará a União Europeia, sob a sua égide, a transformar-se num agente malévolo de opressão, endossando e facilitar atos de genocídio sob o manto da diplomacia e de agendas cínicas?
@todos
- José Saraiva, comenta:
Ursula é uma agente do Grande Irmão, senão expliquem lá quais as suas qualificações...
Vai acabar por nos envolver em situações críticas não tenho dúvidas...
Viva UE...
Já agora, alguém lhes perguntou se queriam aderir à UE e ao Euro?
Pois...
Ataques do Hamas surprendem israelitas indefesos.

2 - EXPLICAÇÃO de Palavra NAZI:
A palavra 'NAZI' é composta de NA (Nacional Socialismo) + ZI (de Zionistas). Escutem sobre como surgiu o NaZismo e de como ainda hoje continua a dominar Israel e o mundo ocidental; uns minutos reveladores da realidade sobre o holocausto onde judeus-zionistas para imporem sua agenda, mataram judeus ortodoxos que se mantinham fiéis ao credo de esperarem até vir o seu Messias (que para eles não era/foi Jesus...) para terem a sua 'Terra Prometida', não a roubada aos palestinianos onde os zionistas se foram instalando e espraiando até ao que se testemunha nos dias de hoje, a tentativa de extermínio total do povo invadido. Vemos políticos numa Israel nazificada a chamar nazis aos outros... Os israelitas têm é que drenar o pântano internamente e depois coabitar pacificamente com aqueles que têm sido mártires pela ocupação que sofrem há décadas!

3 - Apoiar Israel deixou de ser possível
Eu não acredito que a maioria dos portugueses confunda este massacre com o exercício de um direito de defesa e sobretudo não acredito que essa maioria se reveja no apoio à atuação de Israel.
Carmo Afonso - 1 de Novembro de 2023
O genocídio do povo palestiniano prossegue. O Estado de Israel já matou mais de oito mil civis e cerca de metade são crianças. A violência daquilo a que estamos a presenciar é inédita. A violação do direito internacional é flagrante. As imagens que nos chegam são absolutamente devastadoras.

- José Luiz Costa Sousa
O MISTÉRIO DE ISRAEL
Documentário de David Sorensen # StopWorldControl.com que nos apresenta verdades e realidades extremamente difíceis de entender… O filme expõe algo tão mau, tão mau, tão impressionante que muitos dificilmente vão acreditar. E ainda é verdade! Este filme pode dar um golpe fatal às elites satânicas que querem criar um governo mundial para escravizar toda a humanidade. Eles queriam que este governo tivesse sede em Israel. Os segredos chocantes revelados por este incrível documentário irão lançar uma luz brilhante sobre aqueles que sempre estiveram escondidos atrás do Estado de Israel.
E o Grande-irmão está sempre por perto!

Bom dia.
Fanatismo religioso no seu máximo grau, que distingue estes fanáticos judeus dos fanáticos muçulmanos ou fanáticos cristãos?
A religião tal como os partidos, funciona como uma droga alucinante para muitos que não tem sentido auto crítico, o que tem originado todas as desgraças da Humanidade.
É pena, a religião deveria ser razão para unir, não para desunir...
Sem comentários:
Enviar um comentário