terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

Será a China a enfrentar as crises?

O Notável Crescimento da China


Estamos perante perigosas encruzilhadas que nos apoquentam e causam temores do fim da existência humana com direito a ser feliz, em harmonia com a natureza. A sinistra disputa do poder hegemónimo, entre nações com poderosos interesses no domínio do mundo, despreza as pessoas e os seus direitos de cidadania e dignidade humana em favor dos poderosos senhores do mundo financeiro, sedentos de acumulação de riqueza na senda dos gananciosos sem escrupulos.


As bem sucedidas e grandiosas transformações no desenvolvimento económico e social, bem como das infra-estruturas dentro e fora da China, mesmo que mal conhecidas no ocidente, estão a mudar o paradígma das trocas comerciais no sentido de servirem as populações de todos os países e quebrar as correntes do sistema dominante na criação da pobreza para a que riqueza suba cada vez mais alto. Poderemos estar a assistir ao crescente poder de uma Nova Ordem Mindial, mais igualitária e justa.


Vejamos alguns exemplos de crescimento da China e sua implantação no mundo, especialmente através de expansão de incomparáveis infra-estruturas.


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https://www.youtube.com/watch?v=6PEbOcxOLas


 


Comboios de mercadorias entre a China e Europa começaram a operar em 2011 - já fizeram mais de 9 mil viagens


Dinheiro Vivo/Lusa - 09 Julho, 2018 


Os comboios de mercadoria entre a China e a Europa fizeram mais de 9.000 viagens, desde que linhas ferroviárias começaram a operar, em 2011, segundo dados divulgados pela Corporação Chinesa de Caminhos-de-ferro.


Durante aquele período, os comboios transportaram 800.000 contentores de vinte pés, destaca a mesma fonte.


Só em 2017, foram realizadas 3.673 viagens, mais do que no conjunto dos seis anos anteriores. Este ano, espera-se que supere as 4.000, segundo estimativas da imprensa oficial chinesa.


A subida deve-se tanto ao aumento das rotas como à maior frequência das viagens em algumas das linhas.


A China conta já com um total de 61 rotas, que têm origem em 39 cidades diferentes do país, com origem a 42 cidades europeias, distribuídas por 13 países.


Em 2017, o país asiático incorporou 23 novas cidades e cinco novos países a estas ligações ferroviárias, parte da "Nova Rota da Seda", um gigantesco projeto de infraestruturas inspirado nas antigas vias comerciais entre Ásia e Europa.


Lançada em 2013 pelo Presidente chinês, Xi Jinping, a "Nova Rota da Seda" inclui uma malha ferroviária intercontinental, novos portos, aeroportos, centrais elétricas e zonas de comércio livre, visando ressuscitar vias comerciais que remontam ao Império romano, e então percorridas por caravanas.


Um dos principais objetivos é criar uma ligação ferroviária de alta velocidade entre Pequim e Londres, que demoraria 48 horas a percorrer.


A ligação ferroviária mais longa e já em funcionamento vai desde Yiwu, um 'hub' comercial na costa leste da China, até Madrid, e atravessa o Cazaquistão, Rússia, Bielorrússia e Polónia, entrando na Europa central através da Alemanha.


Lisboa tem insistido na inclusão de uma rota atlântica no projeto chinês, o que permitiria a Sines conectar as rotas do Extremo Oriente ao Oceano Atlântico, beneficiando do alargamento do canal do Panamá.


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https://www.youtube.com/watch?v=zC1hryhPljw


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 Ferrovia China-Europa pode triplicar até 2030


por T&N - 12/05/2021


O tráfego ferroviário de mercadorias entre a China e a Europa poderá triplicar até 2030, segundo um estudo da Roland Berger para a UIC.


No ano passado, o transporte ferroviário de mercadorias entre a China e a Europa atingiu as 878 mil toneladas, beneficiando dos fortes constrangimentos que afectaram o transporte marítimo.


No estudo realizado para a UIC, a consultora estima que os volumes transportados através da nova Rota da Seda poderão mesmo duplicar até 2025, salientando em particular o sucesso do corredor Norte, entre Pequim e Roterdão, através da Mongólia e da Rússia, com passagem por Moscovo e Duisburgo, que ainda há dez anos era insignificante e hoje já representa cerca de 700 comboios/mês.


Do mesmo modo, os corredores Central (XIan, Teerão, Istambul e Roterdão) e Sul (através d Mar Cáspio para o Azerbeijão, Ucrânia e Polónia), ainda numa fase inicial, poderão conhecer desenvolvimentos semelhantes, acrescenta a Roland Berger, assim haja estabilidade política nas regiões atravessadas e sejam desenvolvidas as necessárias infra-estruturas ferroviárias.


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https://www.youtube.com/watch?v=LPBNqjQzlaw


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Rússia terá comboio China-Europa em 7 dias


por T&N - 30/07/2021


O transit time dos comboios de mercadorias entre a China e a Europa poderá em breve reduzir-se para apenas sete dias, usando um novo vagão russo.


A pedido dos caminhos de ferro russos, uma empresa local desenvolveu um protótipo de vagão plataforma para o transporte de contentores capaz de circular a 140 km/hora.


O novo modelo de vagão dispõe de bogies de eixos triplos, o que permite aumentar a carga por eixo até às 20 toneladas e, logo, transportar dois contentores de 40″.


O vagão, ainda um protótipo, será em breve sujeito a testes, à velocidade de 120 km/h, numa pista de ensaios. Depois será tempo de elevar a fasquia até aos 140 km/hora, e já numa linha da rede ferroviária russa.


Se tudo correr pelo melhor, a certificação do novo material deverá acontecer ainda durante o último trimestre do mês corrente.


Com este vagão, garantem os seus criadores, os caminhos de ferro russos poderão transportar contentores entre a China e a Rússia europeia em escassos sete dias.


O transporte ferroviário de mercadorias entre a China e a Europa está em crescendo, quer pelo aumento dos fretes marítimos, quer pela falta de capacidade de transporte. Além disso, o comboio é mais rápido que o navio.


Actualmente, os tempos de trânsito entre a China e a Europa Ocidental variam entre os 12 e os 17 dias, dependendo dos pares origem-destino.


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