A DEGRADAÇÃO DO ENSINO
Sendo a Educação um dos pilares mais importantes na formação duma sociedade saudável, com preservação dos valores democráticos, liberdade de intervenção cívica, dignidade humana e igualdade de oportunidades, o investimento nas escolas confortáveis, na boa qualificação de pessoal docente e auxiliares é primordial para satisfação dos profissionais e do bom aproveitamento dos alunos.
Desde há longos anos que os poderes governamentais se preocupam em manter as pessoas domesticáveis, privando-as das melhores práticas do ensino com qualidade, da formação profissional e da capacitação dos alunos para aplicação do saber com empenho no desenvolvimento de trabalho produtivo, devidamente remunerado, com vista à inovação direcionada para o futuro profícuo.
A continuação das políticas restritivas e revanchistas contra os profissionais do ensino só pode resultar na insatisfação generalizada e convulsões sociais, onde perdem os alunos, perdem os professores e perde o país, com graves repercussões no desenvolvimento social e económico.
Pelo resultado dos estudos do “Observatório Escolar” percebemos que a situação emocional dos alunos é sofrível e a dos professores tende a ser mais grave. O que implica maior investimento em Psicólogos, perda de tempo de estudo, degradação do ambiente escolar e fraco aproveitamento curricular.
A presente luta dos profissionais do Ensino – professores, técnicos e pessoal auxiliar poderá ter o efeito do safanão necessário nas políticas deliberadamente viradas para um ensino ao sabor das correntes extremistas e globalistas. Pois, o que está definido na agenda globalista 2030, não é mais do que a gestão do ensino com vista a domesticar os cidadãos para uma sociedade de frouxos e incompetentes, servindo de escravos duma reduzida casta de protegidos intelectuais ao serviço dos poderosos senhores do mundo.
Perante a falta de consenso nas negociações com os profissionais do ensino escolar, especialmente com os professores, o ambiente irá continuar em convulsão e as consequências agravarão as carreiras dos alunos e as deficiências no aproveitamento.

O ESSENCIAL DA MANHÃ na Educação
24 Maio, 2022 - Eduarda Maio, Jornalista
Um terço dos alunos das escolas portugueses mostra sinais de sofrimento psicológico e falta de competências emocionais. O problema agrava-se à medida que a escolaridade vai avançando. As raparigas são mais afetadas. As conclusões são de um estudo do Observatório Escolar e foi feito este ano junto de mais de 8 mil crianças e adolescentes, do pré-escolar ao 12º ano. Também metade dos professores inquiridos demonstra fragilidade psicológica, como tristeza, irritação ou dificuldades em conciliar o sono. O estudo “Monitorização e Ação – Saúde Psicológica e Bem-estar” foi encomendado pelo ministério da Educação e tem um universo de quase 1500 professores, mais de 80% são mulheres.
Com base nestes resultados, o ministério da Educação vai renovar contratos com mais de mil técnicos especializados. A maioria são psicólogos. Já é certo que continuam nas escolas no próximo ano letivo. O Governo pretende ainda dar liberdade às escolas para decidirem se pretendem manter as mesmas equipas ou refazê-las, considerando que o trabalho das competências sociais e emocionais é fundamental. As escolas devem contar também com a formação que as Academias da Gulbenkian de profissionais de educação nesta matéria. Estas academias vão criar uma rede nacional de formadores, dirigida aos professores, para que depois estes possam formar outros professores nas suas zonas educativas ou agrupamentos. Esta formação arranca nas escolas no próximo ano letivo, ou seja, em Setembro de 2022.

Muitas crianças portuguesas estão sujeitas a ambientes pouco saudáveis, sobretudo por causa das condições das casas em que vivem. Uma dificuldade para a qual um relatório da Unicef chama hoje à atenção. Entre 39 países comparados, Portugal figura em 3º lugar nos indicadores gerais mas, no que diz respeito às condições ambientais a que as crianças estão sujeitas, o país desce para o lugar 25. A exposição à poluição do ar e da água e a presença de chumbo no sangue são alguns dos indicadores. 8% das crianças portuguesas vive em casas com falta de aquecimento, muito ruído e poluição sonora, humidade e bolor, falta de iluminação natural.



VER também:
https://picadas2.blogs.sapo.pt/ma-educacao-ou-educacao-ma-30121

No FACEBOOK - Favoritos - 03-02-2023
Salazar...
Serei um GAJO NORMAL????
Antigamente na escola havia os... ‘burros’... ‘gordos’... ‘caixa de óculos’... ‘sem sal’... ‘pretos’... ‘chineses’... ‘indianos’... ‘artolas’... ‘maricas’... etc.
Os ‘burros’ chumbavam!
Não se tornavam doutores como hoje em dia.
Mas a fasquia era definida pelo “marrão” da turma!
Não era nivelada por baixo, como agora.
Somos todos iguais... diz-se!!!
Antes não parecia que fossemos!
Mas o ‘gordo’ também tinha notas brutais e ninguém sabia como!
Talvez porque não jogasse à bola!
O ‘caixa de óculos’ tinha um sentido de humor inigualável mas não fazia corridas, pois tinha medo de cair!
O ‘preto’ jogava à bola como ninguém e fazia umas fintas inimagináveis!
Tinha um físico fora do comum!
O ‘chinês’ tinha vindo de outra escola, sabia à brava inglês, e tinha histórias que não lembravam a ninguém.
Cada um tinha um «defeito», até uma alcunha!
Mas tinha ou lutava por ter também outras qualidades.

Hoje não.
Dizem que somos todos iguais.
Agora, tudo ou é bullying... ou racismo... ou xenofobia... ou opressão... ou assédio... ou violência!
Antigamente, quando se era mesmo racista, levava-se um "chapadão" na tromba e aprendia-se logo que o ‘preto’ era como nós outros!
Apenas tinha cor diferente.
E não era bullying!... Era ‘aprendizagem on job’.
Aprender assim era duro; pois, dói e não se esquece mais.
E às vezes, em casa, com os pais também se ‘aprendia’.
O menino ou menina ‘sem sal’ passava despercebido(a) e sentia-se sozinho(a).
Ter uma alcunha diferente era fixe.
A diferença era vista com bons olhos.
E aprendia-se uma coisa importante:
- rirmos de nós próprios.
E não "chorarmos" porque alguém nos chamou isto ou aquilo.
Assumia-se a gordura... o ‘esquelético’... a ‘caixa de óculos’... e tudo o mais que viesse.
Mas quando não se estava bem, quando não se gostava da alcunha, fazia-se uma coisa importante:
- mudava-se, lutava-se por acabar com ela.
Não se culpava os outros nem a sociedade.
Não se faziam ‘queixinhas’ !
E falhava-se... Muitas vezes!
Mas cada vez que se falhava ficava-se mais forte.
E sabíamos que era assim. Que havia uns que conseguiam, outros ficavam para trás, que havia quem vencia e quem falhava.

Agora não.
Todos somos iguais, há mesmo a chamada igualdade de género!
Todos somos bons... todos merecemos... todos temos as mesmas oportunidades... todos devemos até ganhar o mesmo... todos somos vítimas... todos somos oprimidos... e todos somos parvos..…. porque aceitamos este ambiente do ‘politicamente correto’ sem dizer nada… e até devemos dizer que somos ‘normais’.
Segundo o novo paradigma social, devem ter muito cuidado comigo, porque:
- Sou velho ou quase... tenho mais de 50 anos... e quando chegar à reforma, se chegar a tê-la, o que vai fazer de mim um tolo... improdutivo... que gasta estupidamente os recursos do Estado, e:
- Nasci branco, o que me torna racista;
- Não voto na esquerda radical, o que me torna fascista;
- Sou hétero, o que me torna um homofóbico;
- Possuo casa própria, o que me torna um proprietário rico (ou talvez mesmo um latifundiário);
- Gosto de cordeiro de leite... o que me torna um abusador de animais;
- Sou cristão e, embora não praticante, sou um infiel aos olhos de milhões de muçulmanos;
- Não concordo com tudo o que o Governo faz, o que me torna um reacionário;
- Gosto de ver mulheres bonitas bem vestidas (ou despidas), ou super decotadas, o que me torna um tipo capaz de assediar;
- Valorizo a minha identidade portuguesa e a minha cultura europeia e ocidental, o que me torna um xenófobo;
- Gostaria de viver em segurança e ver os infractores na prisão, o que me torna um desrespeitador dos direitos "fundamentais" protegidos;
- Conduzo um carro a diesel, o que me torna um poluidor, contribuindo para o aumento de CO2;
Apesar destes defeitos todos, acho que ainda sou feliz… era mais antes da pandemia… mas, mesmo assim... considero-me um ‘gajo normal’!!
Desconhece-se o autor, postado por:
José Casimiro Carvalho
VER mais EDUCAÇÃO em:
https://picadasdamicaia.blogs.sapo.pt/tempos-sem-tempo-para-a-educacao-36636?tc=125508558330




1 comentário:
Se fosse apenas o ensino. O SNS está na miséria absoluta....
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