As Vacinas Assassinas - Negócios da Morte
Tal como referi em Artigos anteriores, o negócio das vacinas continua em franco desenvolvimento e grande escala; os resultados na saúde dos pacientes é catastrófica e podemos estar perante um criminoso plano de estermínio.
Como dizia um prestigiado cientista americano:
“A indústria farmacêutica não produz medicamentos para curar; inventa e produz mixordias para inocular nos pacientes que sustentem a rentabilidade do negócio”.

Declaração de crise médica internacional por doenças e mortes correlacionadas com as "vacinas COVID-19":
Nós, médicos e cientistas de todo o mundo, declaramos que existe uma crise médica internacional devido a doenças e mortes relacionadas à administração de produtos conhecidos como “vacinas COVID-19”.
Atualmente, estamos testemunhando um excesso de mortalidade nos países onde a maioria da população recebeu a chamada “vacina COVID-19”.
Até o momento, esse excesso de mortalidade não foi suficientemente investigado ou estudado por instituições de saúde nacionais e internacionais, mas é preocupante a suspeita dum plano de negócio em duas vertentes perigosas: por um lado, o extermínio de população mundial, por outro o avultado enriquecimento da indústria farmacéutica.

O grande número de mortes súbitas em jovens saudáveis previamente inoculados com essas “vacinas” é particularmente preocupante, assim como abortos não investigados e mortes perinatais.
Um grande número de efeitos colaterais e adversos foi oficialmente relatado, incluindo hospitalizações, incapacidades permanentes e mortes relacionadas às chamadas “vacinas COVID-19”.
O número registado é inédito na história da vacinação mundial, mesmo considerando a inexistência de notificações e registos corretos em muitos países.
NOTA IMPORTANTE: Relatórios de investigação sobre o COVID-19, elaborados a pedido do Congresso dos Estados Unidos da América, comprovam que a Organização Mundial de Saúde encobriu os efeitos negativos das VACINAS Covid e está comprometida com as principais Corporações da indústria farmacéutica assassina! Perigosos transtornos na SAÚDE pública. Por outro lado, desde 2019 que existem indícios do comprometimento de laboratórios americanos terem entrado num projecto de estudo para preparação laboratorial de "vírus para fins de guerra biológica" sem causas definidas.
CLIK na imagem para ver e ouvir Vídeo produzido numa conferência no Parlamento Europeu.
Analisando os relatórios do CDC VAERS, do sistema “Yellow Card” do Reino Unido, do Sistema Australiano de Monitoramento de Eventos Adversos, do Sistema Europeu de Eudravigilância e do banco de dados Vigiaaccess, de acordo com a OMS, até ao momento, houve mais de 11 milhões de relatos de efeitos adversos e mais de 70.000 mortes correlacionadas com as inoculações dos produtos conhecidos como “vacinas COVID-19“.
Sabemos que esses números representam apenas entre 1% e 10% de todos os eventos reais porque pouco notificados ou “desviados”.
Por todas essas razões, consideramos que estamos diante de um grave alarme médico internacional, que deve ser reconhecido e tratado como crítico por todas as nações, instituições de saúde e médicos de todo o mundo.
Consequentemente, declaramos que estamos a enfrentar uma crise médica internacional sem precedentes na história da medicina, devido ao grande número de doenças e mortes associadas às “vacinas contra a COVID-19”.
25 de Setembro de 2022

O despertar dos tíbios
Fernando López-Mirones
Anunciei este colapso sanitário num programa da Distrito TV em Dezembro/2020 perante os ataques de alguns colaboracionistas do sistema. Inocularam milhares de médicos e enfermeiros… que agora estão a ter baixas constantes por “Covid” e muitas outras mazelas, por se haverem injectado várias doses tóxicas e por permanecerem doze horas por dia com máscaras. Três anos a fazer isto provoca estragos. A estas baixas temos de somar o facto de que os pacientes se multiplicaram por três, porque os vacinados estão a apresentar análises anómalas e patologias de todo tipo fazendo com que milhões de pessoas peçam consultas médicas e análises sem parar.
O terceiro factor é o que explico amplamente no meu livro, o sector sanitário encontra-se imerso numa profunda depressão pessoal causada por consciência pesada. Milhares de médicos que recomendaram a vacinação aos seus pacientes e familiares estão a vê-los morrer por causa disso e, mesmo que não o digam, sabem ou suspeitam da causa. Isto, que no meu livro chamo o síndrome de Judas, é a maior causa de baixas por depressão em qualquer agremiação profissional.
CLIK na imagem para ver Vídeo sobre Pandemias
Muitos dos médicos que recomendaram as vacinas não tinham sequer ideia do que faziam, simplesmente obedeceram a um sistema em que acreditavam há anos. São boas pessoas que se equivocaram e actuaram com soberba. Agora, muitos estão a dar-se conta de que colaboraram num massacre e isso, para alguém que dedicou a sua vida a curar, deve ser muito duro. Obrigam-nos a mentir a cada dia. Entram pacientes um após o outro, muitos a perguntarem se aquilo que têm se deve às vacinas – e os doutores mentem-lhes reiteradas vezes. Isto, dia após dia, destrói qualquer trabalhador sanitário. Veem-se cúmplices de algo horrível, mas não sabem como sair… isso reflete-se em mais baixas.
Trabalhadores sanitários imuno-deprimidos e psicologicamente deprimidos, exatamente quando os hospitais e consultas estão cheios de pacientes vacinados em busca de respostas, muitos deles já extremamente nervosos e descrentes da cura.

Todos eles, no fundo sabem, o que se passa, porque os advertimos e não quiseram ligar ao caso. Que vão agora à Tele5, à Cuatro ou a La Sexta para protestar contra os locutores, jornalistas e famosos que lhes disseram para se vacinarem.
Agora, temos menos trabalhadores sanitários e mais pacientes, cancros disparados, pneumonias como nunca, derrames, enfartes, bebés doentes, crianças e adolescentes com toda espécie de novas patologias... uma catástrofe que anunciámos.
E querem desviar a nossa atenção para o MCA (Mudança Climática Assombrosa), para este ou aquele governante, para engodos, coberturas para despistar... mas a verdade é que mais de 50 mil pessoas morreram em Espanha sem causas reconhecidas, um gotejar de quase 200 pessoas por dia, que não cessa e que não cessará.
Um massacre, uma matança, um genocídio diante dos nossos narizes que a metade da população se nega a ver porque é cúmplice ou medrosa.
Apresentam as desculpas mais descabidas: Muitos eram “mais velhos”, outros tinham “vida pouco saudável”, alguns “tiveram cancro há anos”, os demais têm “má sorte” devido a tumores novos e fulminantes, demasiados tiveram “golpes de calor”, os outros é porque não foram a consultas a tempo... desculpa atrás de desculpa, mas os números são persistentes, a epidemiologia não mente, o conceito estatístico chamado EXCESSO DE MORTALIDADE não pode ser removido, sobretudo quando coincide como uma luva com as diferentes doses de vacinação em todo os países e classes de idade do mundo.
E os que morreram por falta de assistência a outras doenças correntes, que foram desprezadas ou nigligenciadas?
Os trabalhadores sanitários, manipulados politicamente, tentam consolar-se buscando culpabilidades externas: pagam-nos pouco, trabalhamos muito... Lançam balões para fora a fim de não encarar que se sentem muito mal por haverem colaborado activamente na intoxicação das suas próprias famílias e pacientes. Não são diabos, têm que estar a sofrer, com as suas consciências destroçadas. Eu estaria.
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Estão a permitir que nos linchem sem mover um dedo, apesar de saberem que temos razão. Pode-se ser mais mesquinho?
Medicamentos Mortais e Crime Organizado - Livro
Nesta obra, Peter Gotzsche expõe a indústria farmacêutica e seus comportamentos fraudulentos tanto na pesquisa como no marketing, em que o desrespeito moralmente repugnante por vidas humanas é a norma. Sempre se utilizando de provas, Medicamentos mortais e crime organizado aborda uma falha geral do Sistema, que precisa de reformas radicais urgentes.



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