Comentadores - Orixás, em quem acreditar?
O mundo precisa de certezas e mais verdade para prosseguir o seu percurso a bem da humanidade. Mas já não é surpresa para ninguém que a verdade foi encarcerada pelos grandes monopolistas da informação pública universal. O que vemos e ouvimos na comunicação, dita social, não é mais do que a propaganda da voz do dono, onde os palradores, além de subverterem a própria realidade, são capazes de camuflarem os personagens para mais facilmente enganarem os distraídos cidadãos.

Perante tão difuso instrumento de alienação mental, resolvi consultar os Orixás e entender as suas místicas previsões para o futuro próximo.

Mas, o que me transmitiram não é agradável e pode ser assustador: o mundo continuará em contramão, conforme as agendas dos mandantes dos poderes ocultos e a turbulência só abrandará quando forem eliminadas as pessoas sem “valor de mercado” para uma drástica redução da população do planeta Terra. Para tal fim, as máquinas de guerra continuarão a enriquecer os detentores das indústrias armamentistas; as redes do tráfego humano e dos refugiados embarcados a granel continuarão a sua sinistra matança; os detentores das fraudulentas fortunas continuarão a acumular riqueza, ao arrepio do aumento da pobreza. As mentes diabolizadas pelos Bilderbergs continuarão a infernizar a vida na terra, eliminando os valores básicos da vida humana, adulterando a identidade, a personalidade, a liberdade dos cidadãos, com vista a transformá-los em lixo humano - domados e escravizados.

1 – O Suicídio da União Europeia
A União Europeia corre o risco de se transformar numa manta de retalhos sem valores humanitários e sem valores sociais e culturais. As decisões dos governantes, desprezando os princípios básicos da humanidade, estão a comprometer e a hipotecar o futuro dos milhões de cidadãos que vivem sob as bandeiras flutuantes que desbotam com os ares alienantes de Bruxelas.
Com os desmiolados suicidas geridos por Ursula Von der Layen, a Europa está na total dependência dos cowboys americanos, que alimentam a NATO como força de ocupação e saque dos países com matérias-primas valiosas. Não admira tal princípio de ladroagem, quando sabemos que a história refere atrocidades, matanças, roubo de terras e aprisionamento dos índios americanos, subjugados pelos descendentes dos fundadores da primeira colónia inglesa em terras americanas, no ano de 1620. Reza a história que o navio Mayflower transportou mais de uma centena de refugiados irlandeses para a América, os quais colonizaram, definiram limites das terras, implementaram ideologias religiosas e paternalistas entre famílias, usando a força e as armas para imporem as suas leis.
Perante a prevista derrocada da Ucrânia, onde a União Europeia e os Estados Unidos da América despejaram muitos milhares de milhões de euros para a fogueira da guerra, desprotegendo os seus cidadãos, teremos uma EU mais pobre e desarticulada, enquanto os Estados Unidos da América se manterão mais seguros na economia, embora mais fracos perante os desafios da nova ordem mundial equacionada pelo grupo dos BRICS em crescimento económico e geopolítico.

2 – A derrocada Ucraniana
O desprezo pela história e raízes culturais de um povo podem levar à destruição duma Nação e empobrecimento das suas populações. A ruptura das convenções e tratados de convivência pacífica causam turbulência e guerras cujas carnificinas são o corolário das apetências dos poderosos em controlarem a humanidade e martirizar os povos vítimas dos seus carrascos. Nenhuma guerra faz sentido, sendo os seus fins catastróficos para as populações atingidas.
Esta guerra está a testar e a consumir os mais sofisticados equipamentos de guerra moderna (guerra electrónica das defesas aéreas, tanques de combate, aviões, drones, mísseis, etc). Perante os últimos desenvolvimentos da guerra na Ucrânia, prevemos a derrocada duma nação com história secular, cujos limites se confundem na mística ancestral dos povos cossacos, oriundos das estepes russas. As tentativas de nações poderosas para dominarem o mundo, através de alianças de domínio geopolítico, nem sempre são aceites pelos povos, ou vão contra os interesses de nações que sentem a sua segurança em perigo. Naturalmente, conduzem a diferendos territoriais e guerras intermináveis e absurdas. E a Ucrânia está em risco de sofrer uma derrocada territorial resultante da previsível derrota militar.
Completamente dependente das ajudas dos Estados Unidos da América e da Europa, ao abrigo das convenções da NATO, o exército ucraniano está perdendo o fôlego, a mortandade é enorme, os equipamentos militares vão sendo destruídos pelos poderosos ataques da aviação e dos modernos equipamentos de combate russos. A dificuldade de mobilização de novos efectivos é cada vez mais visível, o fim mostra-se cada vez mais dramático e os comandantes militares já perceberam que os equipamentos da NATO são um fiasco, que não protegem o suficiente, perante o poderio bélico da Rússia.

Então, vamos tentar entender os Orixás…
1 – O Suicídio da União Europeia
Com duas guerras sem fim à vista, vários países com problemas internos graves, políticas de crescimento dependentes do exterior, muitos recursos desperdiçados ou consumidos nos apoios belicistas, a União Europeia depara-se com graves distorções na economia e dificuldades na vida dos cidadãos.
Os governantes da EU dão mostras de incapacidade para enfrentarem as crises, são demasiado egocêntricos e comungam de uma hipocrisia paralisante. A cegueira perante a realidade dos contornos das guerras e o empenhamento desmesurado nos apoios mal geridos, conduzem a população europeia à perda de direitos sociais e cortes na qualidade de vida
São notáveis os interesses antagónicos numa EU que não consegue acertar o passo nas decisões que afectam toda a comunidade, o futuro do desenvolvimento será uma miragem e a população sofrerá sério revés nas suas condições de vida.

1.1 - Recessão na Alemanha 2023:
Euronews - 03 jan. 2024
A Alemanha é o país da União Europeia com mais dificuldades na economia. A crise energética, depois dos cortes de gás russo, que obrigaram à compra de gás dos Estados Unidos da América (três vezes mais caro), resultou no fecho de grandes empresas metalúrgicas e metalomecânicas (consumidoras de gás), com o consequente aumento do custo de vida e do desemprego.

Assim, a Alemanha fechou dezembro de 2023 com um total de 2.637.000 desempregados, mais 183 mil que no mesmo mês de 2022.
Em cadeia, em dezembro houve mais 31 mil desempregados do que em novembro.
Entretanto, o número de ucranianos desempregados aumentou para 197.000 em dezembro, mais 1.000 do que no mês anterior.
Em situação de subemprego, que inclui o desemprego, bem como a política do mercado de trabalho e a incapacidade de curto prazo para o trabalho, estão no total 3.484.000 pessoas.

"Primeiro, a indústria alemã estava altamente dependente das importações de energia da Rússia, especialmente do gás. Outras regiões não tinham esse problema, certamente não os EUA, mas também o Reino Unido ou Espanha. Praticamente não tinham gás russo. Nós tivemos de substituí-lo com preços mais altos. Essa é a consequência da perda de gás russo”, explicou Robert Habeck, ministro da Economia da Alemanha.
1.2 – A França em dificuldades:
Embora com menores efeitos negativos devido aos custos do gás, a França enfrenta dificuldades económicas visíveis no custo de vida e na inflação; o que tem causado distúrbios e intensas lutas de ruas, com destruição de bens públicos e privados.
Taxa de desemprego 2023: 7,4% ; Desemprego Homens, 7,5% ; Desemprego Mulheres, 7,3% ; Desemprego há menos de 25 anos, 16,5%.

1.3 - Das urnas às ruas, os testes à União
Teresa Nogueira Pinto – 1 de Dezembro de 2023
Uma sucessão de acontecimentos veio expor divisões entre Estados-membros da União Europeia, num momento de reconfiguração política e em que se multiplicam desafios geopolíticos, económicos e sociais. A Europa a várias velocidades parece hoje uma frase gasta, e a realidade poderá ser a de uma Europa mais fragmentada. Como os acontecimentos desta semana sugerem, a meses das eleições para o Parlamento Europeu, os desafios precipitam-se nas instituições, nas urnas e nas ruas, da Finlândia a Espanha, da Alemanha a França, passando pelos Países Baixos.
Desalinhados
O conflito entre Israel e o Hamas veio expor divergências numa UE que tenta falar a uma só voz. Numa conferência de imprensa em Rafah, o Chefe do Governo espanhol condenou a “matança indiscriminada de civis inocentes” e afirmou que Espanha (que preside, neste momento, ao Conselho da UE) estaria aberta a reconhecer unilateralmente o Estado da Palestina, mesmo que a União Europeia não o fizesse. O primeiro-ministro belga, Alexander De Croo, afirmou que “Não podemos aceitar que uma sociedade seja destruída como Gaza está a ser destruída”.

‘Pesadelo’ holandês
A vitória do já veterano Geert Wilders, conhecido pelas suas posições eurocéticas, anti-imigração e anti Islão, é mais uma dor de cabeça para Bruxelas. Pouco tempo depois de vencer as eleições, Geert Wilders entrava em colisão com a Autoridade Palestiniana, a Liga Árabe e a UE, declarando que a solução para o conflito entre Israel e o Hamas seria a deslocação dos palestinianos para a Jordânia.
Entretanto, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Órban, reagia aos resultados das eleições holandesas com uma publicação na plataforma X: «Os ventos da mudança estão a chegar». E, de facto, a vitória de Wilders reforça os receios de Bruxelas de que os ‘ventos de mudança’ soprem noutras paragens.

Prenúncio alemão
O Governo liderado por Olaf Scholz tem vindo a perder popularidade, enquanto tenta fazer face a várias crises que acentuam divergências no seio de uma coligação cujos membros, sociais-democratas, verdes e liberais, foram duramente castigados nas eleições regionais. Nas sondagens, a CDU lidera, seguida pela AfD, que teria melhor resultado que qualquer um dos partidos que integram a coligação.

Ruas e fronteiras
Por toda a Europa, clivagens e tensões têm-se deslocado das instituições para a rua. Uma rua que, ao contrário de outras, grita a várias vozes.
Na Irlanda, o coração de Dublin foi tomado por protestos, espontâneos e violentos, depois de um homem de naturalidade argelina esfaquear três crianças e uma mulher junto a uma escola. Os manifestantes adotaram o slogan ‘Irish lives matter’ e queixaram-se de que o Governo não os ouve. Alguns atacaram a Polícia e jornalistas e saquearam lojas.
Um aumento do número de chegadas de migrantes e refugiados levou a Finlândia a fechar todas as suas fronteiras com a Rússia, com exceção de Raja-Jooseppi. Helsínquia acusa Moscovo de instrumentalizar a imigração como forma de retaliação pela entrada da Finlândia na NATO. Mas a reintrodução de controlos de fronteiras estende-se também dentro do espaço Schengen, onde cerca de 13 dos 27 Estados-membros recorreram à medida para conter fluxos de imigração ilegal. Face ao aumento da pressão na rota dos Balcãs, os ministros do Interior da Alemanha, Áustria, Eslováquia, Hungria, Polónia e República Checa reuniram-se para debater uma estratégia comum.

Contradições numa Europa polarizada
De fora e de dentro, somam-se os desafios à União Europeia. Os acontecimentos em Espanha testarão as instituições europeias, que deverão pronunciar-se sobre se lesam ou não o Estado de Direito, concretamente o princípio da separação dos poderes.
1.4 - Posição de Orbán sobre "mistura de raças" é contra valores da UE diz Von der Leyen
A Hungria de Orbán já estava na mira de Bruxelas devido a uma recente lei anti-LGBT e por deficiências antigas no Estado de Direito
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, advertiu este sábado que a “discriminação racial” é contra os valores da UE, respondendo a uma pergunta sobre os comentários do primeiro-ministro Viktor Orbán contra a “mistura de raças”.
“A União Europeia é fundada na igualdade, tolerância, equidade e justiça”, acrescentou a líder europeia.

Num discurso realizado a 23 de julho deste ano, Viktor Orbán rejeitou a visão de uma sociedade “multiétnica”. “Não queremos ser mestiços ao misturarmo-nos com não-europeus”.
1.5 - Von der Leyen elogia povo ucraniano ao lembrar vítimas de regimes autoritários
A descendente dos proto-nazis alemães, Ursula Von der Leyen diz que "Putin trouxe os horrores da guerra de volta à Europa", elogia a coragem do povo ucraniano e agradece à Ucrânia por proteger os valores sobre os quais a UE está assente. Mas esquece que o regime ucraniano assenta na ideologia e organização nazis, ordena e destrói a cultura e as raízes russas, bases da sua origem, persegue e mata as populações russófonas nascidas e residentes na Ucrânia.

STEPHANIE LECOCQ/EPA
A 23 de agosto, honramos a memória das vítimas de regimes totalitários e autoritários, na Europa e fora dela. Hoje, no 83º aniversário da assinatura do Pacto Molotov-Ribbentrop — entre as então Alemanha nazi e União Soviética —, esta data reveste-se de um significado especial”, começa por referir Von der Leyen na mensagem divulgada pelo executivo comunitário.
Se Putin, Zelensky e Ursula von der Leyen celebraram a data em que a Europa pôde acreditar no futuro, cada um fê-lo com a tentativa de afastar o outro desse legado. Esquecendo que foi o Exército russo quem derrotou as tropas alemãs e tomou o covil de Hitler e seus generais no Reichstag de Berlim. Foi esse feito histórico, em defesa de toda a Europa, que pôs fim à guerra trágica para toda a Europa, com destaque para o povo russo, com mais de vinte milhões de mortos no seu território; essa Europa onde os ingratos governantes tentam ignorar tal desfecho e protegem regimes tendencialmente nazis-fascistas.
A 8 de Maio de 1945, a II Guerra chegava ao fim e a Europa despertava da sua mais dramática noite de violência e horror, com a derrota da Alemanha nazi. Passaram-se quase 80 anos, mas o significado do dia da vitória na Grande Guerra Patriótica que os russos celebram ou o Dia da Europa que a União Europeia comemora está hoje reduzido ao acto de capitulação nazi. Nada tem que ver com o que se passou, entretanto, com o que se seguiu e ainda menos com o que acontece agora na Ucrânia, onde a Europa cumpre o seu destino: o continente de Luzes é também um continente selvagem.


1.6 - História da América expansionista:
Refugiados Irlandeses criaram a primeira Colónia na América. No dia 11 de novembro de 1620 aqueles passageiros do navio subscreveram um pequeno documento, que ficou conhecido como “pacto”, logo após terem alcançado o continente americano. Desde aquela data, o florescimento da América teve sempre como princípio a aproximação sorrateira, o reconhecimento e o uso da força para assaltar e roubar outros povos, quase sempre sob a pressão das armas cada vez mais sofisticadas. As mentes dos poderosos, com os meios belicistas bem testados e afinados na Guerra Civil Americana que opôs os sulistas contra os federados, entre 1861 a 1865, expandiram-se por todo o mundo onde implementaram guerras e terror para roubarem.

2 – Mais Rússia e menos Ucrânia
O analista de inteligência/aposentado da CIA e ex-funcionário do Departamento de Estado Larry Johnson comparou a Ucrânia ao Titanic, no pormenor das próprias autoridades ucranianas estarem já a tentarem, desesperadas, escapar do país para evitar a morte certa na frente da campanha militar do regime de Zelensky contra a Rússia.
"O facto do The New York Times estar agora a reportar isto mostra o quanto a situação é já terminal.
Eles já perceberam que esta festa acabou", disse Johnson ao apresentador do Redacted, Clayton Morris, no sábado (30), referindo-se a uma exposição franca do jornal, caracterizando os recrutadores da Ucrânia como "ladrões de pessoas" e detalhando as suas práticas duras, corruptas e ilegais, desde o confisco de passaportes de homens com idade para o combater (dos 18 aos 67 anos) até o recrutamento forçado de pessoas com deficiência mental e outras.
"Isso faz parte de outra história que saiu na semana passada sobre membros da Rada, Parlamento, que estão já a fugir da Ucrânia.
"É um facto que os deputados ucranianos, com esta atitude, reconhecem que o fim está próximo, e é por isso que estão a tentar sair.

Faz lembrar o Titanic, e algumas cenas do filme 'Titanic', nas quais se vêem os passageiros a mover-se numa direção e os ratos a moverem-se na direção oposta.
É isso que está acontecendo na Ucrânia neste momento. Os ratos estão a fugir em direção aos botes salva-vidas."
O gabinete do presidente ucraniano foi forçado a tomar medidas no início deste ano para impedir que funcionários e deputados fizessem "viagens de negócios" ao exterior, após uma série de escândalos envolvendo férias em resorts de luxo, enquanto os ucranianos comuns estão atolados no conflito e tentam sobreviver.

No início deste ano, o ex-presidente ucraniano Pyotr Poroshenko queixou-se de que ele também tinha sido impedido de deixar o país para realizar "trabalhos diplomáticos" importantes, e classificou a decisão de o impedirem como sendo "um desvio anti ucraniano" que serviria como um "golpe contra as capacidades de defesa da Ucrânia".
Na semana passada, a liderança militar da Ucrânia propôs a mobilização de mais 450.000-500.000 pessoas, dos 18 aos 68 anos, uma tarefa que alguns observadores dos EUA disseram que se pode revelar impossível, uma vez que o país já esgotou (morreram ou estão inválidos) os homens em idade de lutar.
Além disso, "muitas dessas pessoas não têm experiência militar".

Apontando para a recente admissão, mesmo pelo notório chefe da inteligência militar da Ucrânia, Kirill Budanov, de que a atual estratégia de mobilização está fadada ao fracasso, Johnson sugeriu que "isto permite-nos saber que esta coisa da guerra bateu no fundo, e não deve arrastar-se por dois ou três anos, como alguns previram.

O fim está próximo.
Acho que eles terão sorte se chegarem ao verão. Porque há muita agitação política e intriga a acontecer.
Como por exemplo, temos o próprio Comandante-em-Chefe das Forças Armadas ucranianas, Valery] Zaluzhny, a dizer que ' o meu escritório estava sob escuta'.



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