quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

Comentadores televisivos ou Orixás - Futuro

Comentadores - Orixás, em quem acreditar?

    O mundo precisa de certezas e mais verdade para prosseguir o seu percurso a bem da humanidade. Mas já não é surpresa para ninguém que a verdade foi encarcerada pelos grandes monopolistas da informação pública universal. O que vemos e ouvimos na comunicação, dita social, não é mais do que a propaganda da voz do dono, onde os palradores, além de subverterem a própria realidade, são capazes de camuflarem os personagens para mais facilmente enganarem os distraídos cidadãos.

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    Perante tão difuso instrumento de alienação mental, resolvi consultar os Orixás e entender as suas místicas previsões para o futuro próximo.

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   Mas, o que me transmitiram não é agradável e pode ser assustador: o mundo continuará em contramão, conforme as agendas dos mandantes dos poderes ocultos e a turbulência só abrandará quando forem eliminadas as pessoas sem “valor de mercado” para uma drástica redução da população do planeta Terra. Para tal fim, as máquinas de guerra continuarão a enriquecer os detentores das indústrias armamentistas; as redes do tráfego humano e dos refugiados embarcados a granel continuarão a sua sinistra matança; os detentores das fraudulentas fortunas continuarão a acumular riqueza, ao arrepio do aumento da pobreza. As mentes diabolizadas pelos Bilderbergs continuarão a infernizar a vida na terra, eliminando os valores básicos da vida humana, adulterando a identidade, a personalidade, a liberdade dos cidadãos, com vista a transformá-los em lixo humano - domados e escravizados.

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1 – O Suicídio da União Europeia

    A União Europeia corre o risco de se transformar numa manta de retalhos sem valores humanitários e sem valores sociais e culturais. As decisões dos governantes, desprezando os princípios básicos da humanidade, estão a comprometer e a hipotecar o futuro dos milhões de cidadãos que vivem sob as bandeiras flutuantes que desbotam com os ares alienantes de Bruxelas.

    Com os desmiolados suicidas geridos por Ursula Von der Layen, a Europa está na total dependência dos cowboys americanos, que alimentam a NATO como força de ocupação e saque dos países com matérias-primas valiosas. Não admira tal princípio de ladroagem, quando sabemos que a história refere atrocidades, matanças, roubo de terras e aprisionamento dos índios americanos, subjugados pelos descendentes dos fundadores da primeira colónia inglesa em terras americanas, no ano de 1620. Reza a história que o navio Mayflower transportou mais de uma centena de refugiados irlandeses para a América, os quais colonizaram, definiram limites das terras, implementaram ideologias religiosas e paternalistas entre famílias, usando a força e as armas para imporem as suas leis.

    Perante a prevista derrocada da Ucrânia, onde a União Europeia e os Estados Unidos da América despejaram muitos milhares de milhões de euros para a fogueira da guerra, desprotegendo os seus cidadãos, teremos uma EU mais pobre e desarticulada, enquanto os Estados Unidos da América se manterão mais seguros na economia, embora mais fracos perante os desafios da nova ordem mundial equacionada pelo grupo dos BRICS em crescimento económico e geopolítico.

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2 – A derrocada Ucraniana

      O desprezo pela história e raízes culturais de um povo podem levar à destruição duma Nação e empobrecimento das suas populações. A ruptura das convenções e tratados de convivência pacífica causam turbulência e guerras cujas carnificinas são o corolário das apetências dos poderosos em controlarem a humanidade e martirizar os povos vítimas dos seus carrascos. Nenhuma guerra faz sentido, sendo os seus fins catastróficos para as populações atingidas.

    Esta guerra está a testar e a consumir os mais sofisticados equipamentos de guerra moderna (guerra electrónica das defesas aéreas, tanques de combate, aviões, drones, mísseis, etc). Perante os últimos desenvolvimentos da guerra na Ucrânia, prevemos a derrocada duma nação com história secular, cujos limites se confundem na mística ancestral dos povos cossacos, oriundos das estepes russas. As tentativas de nações poderosas para dominarem o mundo, através de alianças de domínio geopolítico, nem sempre são aceites pelos povos, ou vão contra os interesses de nações que sentem a sua segurança em perigo. Naturalmente, conduzem a diferendos territoriais e guerras intermináveis e absurdas. E a Ucrânia está em risco de sofrer uma derrocada territorial resultante da previsível derrota militar. 

    Completamente dependente das ajudas dos Estados Unidos da América e da Europa, ao abrigo das convenções da NATO, o exército ucraniano está perdendo o fôlego, a mortandade é enorme, os equipamentos militares vão sendo destruídos pelos poderosos ataques da aviação e dos modernos equipamentos de combate russos. A dificuldade de mobilização de novos efectivos é cada vez mais visível, o fim mostra-se cada vez mais dramático e os comandantes militares já perceberam que os equipamentos da NATO são um fiasco, que não protegem o suficiente, perante o poderio bélico da Rússia.

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Então, vamos tentar entender os Orixás…

1 – O Suicídio da União Europeia

    Com duas guerras sem fim à vista, vários países com problemas internos graves, políticas de crescimento dependentes do exterior, muitos recursos desperdiçados ou consumidos nos apoios belicistas, a União Europeia depara-se com graves distorções na economia e dificuldades na vida dos cidadãos.

    Os governantes da EU dão mostras de incapacidade para enfrentarem as crises, são demasiado egocêntricos e comungam de uma hipocrisia paralisante. A cegueira perante a realidade dos contornos das guerras e o empenhamento desmesurado nos apoios mal geridos, conduzem a população europeia à perda de direitos sociais e cortes na qualidade de vida

    São notáveis os interesses antagónicos numa EU que não consegue acertar o passo nas decisões que afectam toda a comunidade, o futuro do desenvolvimento será uma miragem e a população sofrerá sério revés nas suas condições de vida. 

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1.1 - Recessão na Alemanha 2023:

Euronews - 03 jan. 2024

    A Alemanha é o país da União Europeia com mais dificuldades na economia. A crise energética, depois dos cortes de gás russo, que obrigaram à compra de gás dos Estados Unidos da América (três vezes mais caro), resultou no fecho de grandes empresas metalúrgicas e metalomecânicas (consumidoras de gás), com o consequente aumento do custo de vida e do desemprego.

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  Assim, a Alemanha fechou dezembro de 2023 com um total de 2.637.000 desempregados, mais 183 mil que no mesmo mês de 2022.

Em cadeia, em dezembro houve mais 31 mil desempregados do que em novembro.

   Entretanto, o número de ucranianos desempregados aumentou para 197.000 em dezembro, mais 1.000 do que no mês anterior.

   Em situação de subemprego, que inclui o desemprego, bem como a política do mercado de trabalho e a incapacidade de curto prazo para o trabalho, estão no total 3.484.000 pessoas.

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    "Primeiro, a indústria alemã estava altamente dependente das importações de energia da Rússia, especialmente do gás. Outras regiões não tinham esse problema, certamente não os EUA, mas também o Reino Unido ou Espanha. Praticamente não tinham gás russo. Nós tivemos de substituí-lo com preços mais altos. Essa é a consequência da perda de gás russo”, explicou Robert Habeck, ministro da Economia da Alemanha.alemanha.jpg

1.2 – A França em dificuldades:

    Embora com menores efeitos negativos devido aos custos do gás, a França enfrenta dificuldades económicas visíveis no custo de vida e na inflação; o que tem causado distúrbios e intensas lutas de ruas, com destruição de bens públicos e privados.

   Taxa de desemprego 2023: 7,4% ; Desemprego Homens, 7,5% ; Desemprego Mulheres, 7,3% ; Desemprego há menos de 25 anos, 16,5%.

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1.3 - Das urnas às ruas, os testes à União

Teresa Nogueira Pinto – 1 de Dezembro de 2023

   Uma sucessão de acontecimentos veio expor divisões entre Estados-membros da União Europeia, num momento de reconfiguração política e em que se multiplicam desafios geopolíticos, económicos e sociais. A Europa a várias velocidades parece hoje uma frase gasta, e a realidade poderá ser a de uma Europa mais fragmentada. Como os acontecimentos desta semana sugerem, a meses das eleições para o Parlamento Europeu, os desafios precipitam-se nas instituições, nas urnas e nas ruas, da Finlândia a Espanha, da Alemanha a França, passando pelos Países Baixos. 

Desalinhados  

O conflito entre Israel e o Hamas veio expor divergências numa UE que tenta falar a uma só voz. Numa conferência de imprensa em Rafah, o Chefe do Governo espanhol condenou a “matança indiscriminada de civis inocentes” e afirmou que Espanha (que preside, neste momento, ao Conselho da UE) estaria aberta a reconhecer unilateralmente o Estado da Palestina, mesmo que a União Europeia não o fizesse. O primeiro-ministro belga, Alexander De Croo, afirmou que “Não podemos aceitar que uma sociedade seja destruída como Gaza está a ser destruída”.

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‘Pesadelo’ holandês 

A vitória do já veterano Geert Wilders, conhecido pelas suas posições eurocéticas, anti-imigração e anti Islão, é mais uma dor de cabeça para Bruxelas. Pouco tempo depois de vencer as eleições, Geert Wilders entrava em colisão com a Autoridade Palestiniana, a Liga Árabe e a UE, declarando que a solução para o conflito entre Israel e o Hamas seria a deslocação dos palestinianos para a Jordânia. 

Entretanto, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Órban, reagia aos resultados das eleições holandesas com uma publicação na plataforma X: «Os ventos da mudança estão a chegar». E, de facto, a vitória de Wilders reforça os receios de Bruxelas de que os ‘ventos de mudança’ soprem noutras paragens.

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Prenúncio alemão

O Governo liderado por Olaf Scholz tem vindo a perder popularidade, enquanto tenta fazer face a várias crises que acentuam divergências no seio de uma coligação cujos membros, sociais-democratas, verdes e liberais, foram duramente castigados nas eleições regionais.  Nas sondagens, a CDU lidera, seguida pela AfD, que teria melhor resultado que qualquer um dos partidos que integram a coligação.

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Ruas e fronteiras  

Por toda a Europa, clivagens e tensões têm-se deslocado das instituições para a rua. Uma rua que, ao contrário de outras, grita a várias vozes.

Na Irlanda, o coração de Dublin foi tomado por protestos, espontâneos e violentos, depois de um homem de naturalidade argelina esfaquear três crianças e uma mulher junto a uma escola. Os manifestantes adotaram o slogan ‘Irish lives matter’ e queixaram-se de que o Governo não os ouve. Alguns atacaram a Polícia e jornalistas e saquearam lojas. 

Um aumento do número de chegadas de migrantes e refugiados levou a Finlândia a fechar todas as suas fronteiras com a Rússia, com exceção de Raja-Jooseppi. Helsínquia acusa Moscovo de instrumentalizar a imigração como forma de retaliação pela entrada da Finlândia na NATO. Mas a reintrodução de controlos de fronteiras estende-se também dentro do espaço Schengen, onde cerca de 13 dos 27 Estados-membros recorreram à medida para conter fluxos de imigração ilegal. Face ao aumento da pressão na rota dos Balcãs, os ministros do Interior da Alemanha, Áustria, Eslováquia, Hungria, Polónia e República Checa reuniram-se para debater uma estratégia comum. 

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Contradições numa Europa polarizada

De fora e de dentro, somam-se os desafios à União Europeia. Os acontecimentos em Espanha testarão as instituições europeias, que deverão pronunciar-se sobre se lesam ou não o Estado de Direito, concretamente o princípio da separação dos poderes.

1.4 - Posição de Orbán sobre "mistura de raças" é contra valores da UE diz Von der Leyen

A Hungria de Orbán já estava na mira de Bruxelas devido a uma recente lei anti-LGBT e por deficiências antigas no Estado de Direito

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, advertiu este sábado que a “discriminação racial” é contra os valores da UE, respondendo a uma pergunta sobre os comentários do primeiro-ministro Viktor Orbán contra a “mistura de raças”.

“A União Europeia é fundada na igualdade, tolerância, equidade e justiça”, acrescentou a líder europeia.

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Num discurso realizado a 23 de julho deste ano, Viktor Orbán rejeitou a visão de uma sociedade “multiétnica”. “Não queremos ser mestiços ao misturarmo-nos com não-europeus”.

1.5 - Von der Leyen elogia povo ucraniano ao lembrar vítimas de regimes autoritários

A descendente dos proto-nazis alemães, Ursula Von der Leyen diz que "Putin trouxe os horrores da guerra de volta à Europa", elogia a coragem do povo ucraniano e agradece à Ucrânia por proteger os valores sobre os quais a UE está assente. Mas esquece que o regime ucraniano assenta na ideologia e organização nazis, ordena e destrói a cultura e as raízes russas, bases da sua origem, persegue e mata as populações russófonas nascidas e residentes na Ucrânia. 

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STEPHANIE LECOCQ/EPA

A 23 de agosto, honramos a memória das vítimas de regimes totalitários e autoritários, na Europa e fora dela. Hoje, no 83º aniversário da assinatura do Pacto Molotov-Ribbentrop — entre as então Alemanha nazi e União Soviética —, esta data reveste-se de um significado especial”, começa por referir Von der Leyen na mensagem divulgada pelo executivo comunitário.

Se Putin, Zelensky e Ursula von der Leyen celebraram a data em que a Europa pôde acreditar no futuro, cada um fê-lo com a tentativa de afastar o outro desse legado. Esquecendo que foi o Exército russo quem derrotou as tropas alemãs e tomou o covil de Hitler e seus generais no Reichstag de Berlim. Foi esse feito histórico, em defesa de toda a Europa, que pôs fim à guerra trágica para toda a Europa, com destaque para o povo russo, com mais de vinte milhões de mortos no seu território; essa Europa onde os ingratos governantes tentam ignorar tal desfecho e protegem regimes tendencialmente nazis-fascistas.

A 8 de Maio de 1945, a II Guerra chegava ao fim e a Europa despertava da sua mais dramática noite de violência e horror, com a derrota da Alemanha nazi. Passaram-se quase 80 anos, mas o significado do dia da vitória na Grande Guerra Patriótica que os russos celebram ou o Dia da Europa que a União Europeia comemora está hoje reduzido ao acto de capitulação nazi. Nada tem que ver com o que se passou, entretanto, com o que se seguiu e ainda menos com o que acontece agora na Ucrânia, onde a Europa cumpre o seu destino: o continente de Luzes é também um continente selvagem.

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1.6 - História da América expansionista:

Refugiados Irlandeses criaram a primeira Colónia na América. No dia 11 de novembro de 1620 aqueles passageiros do navio subscreveram um pequeno documento, que ficou conhecido como “pacto”, logo após terem alcançado o continente americano. Desde aquela data, o florescimento da América teve sempre como princípio a aproximação sorrateira, o reconhecimento e o uso da força para assaltar e roubar outros povos, quase sempre sob a pressão das armas cada vez mais sofisticadas. As mentes dos poderosos, com os meios belicistas bem testados e afinados na Guerra Civil Americana que opôs os sulistas contra os federados, entre 1861 a 1865, expandiram-se por todo o mundo onde implementaram guerras e terror para roubarem.

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2 – Mais Rússia e menos Ucrânia

O analista de inteligência/aposentado da CIA e ex-funcionário do Departamento de Estado Larry Johnson comparou a Ucrânia ao Titanic, no pormenor das próprias autoridades ucranianas estarem já a tentarem, desesperadas, escapar do país para evitar a morte certa na frente da campanha militar do regime de Zelensky contra a Rússia.

"O facto do The New York Times estar agora a reportar isto mostra o quanto a situação é já terminal.

Eles já perceberam que esta festa acabou", disse Johnson ao apresentador do Redacted, Clayton Morris, no sábado (30), referindo-se a uma exposição franca do jornal, caracterizando os recrutadores da Ucrânia como "ladrões de pessoas" e detalhando as suas práticas duras, corruptas e ilegais, desde o confisco de passaportes de homens com idade para o combater (dos 18 aos 67 anos) até o recrutamento forçado de pessoas com deficiência mental e outras.

"Isso faz parte de outra história que saiu na semana passada sobre membros da Rada, Parlamento, que estão já a fugir da Ucrânia.

"É um facto que os deputados ucranianos, com esta atitude, reconhecem que o fim está próximo, e é por isso que estão a tentar sair.

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Faz lembrar o Titanic, e algumas cenas do filme 'Titanic', nas quais se vêem os passageiros a mover-se numa direção e os ratos a moverem-se na direção oposta.

É isso que está acontecendo na Ucrânia neste momento. Os ratos estão a fugir em direção aos botes salva-vidas."

O gabinete do presidente ucraniano foi forçado a tomar medidas no início deste ano para impedir que funcionários e deputados fizessem "viagens de negócios" ao exterior, após uma série de escândalos envolvendo férias em resorts de luxo, enquanto os ucranianos comuns estão atolados no conflito e tentam sobreviver.

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No início deste ano, o ex-presidente ucraniano Pyotr Poroshenko queixou-se de que ele também tinha sido impedido de deixar o país para realizar "trabalhos diplomáticos" importantes, e classificou a decisão de o impedirem como sendo "um desvio anti ucraniano" que serviria como um "golpe contra as capacidades de defesa da Ucrânia".

Na semana passada, a liderança militar da Ucrânia propôs a mobilização de mais 450.000-500.000 pessoas, dos 18 aos 68 anos, uma tarefa que alguns observadores dos EUA disseram que se pode revelar impossível, uma vez que o país já esgotou (morreram ou estão inválidos) os homens em idade de lutar.

Além disso, "muitas dessas pessoas não têm experiência militar".

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Apontando para a recente admissão, mesmo pelo notório chefe da inteligência militar da Ucrânia, Kirill Budanov, de que a atual estratégia de mobilização está fadada ao fracasso, Johnson sugeriu que "isto permite-nos saber que esta coisa da guerra bateu no fundo, e não deve arrastar-se por dois ou três anos, como alguns previram.

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O fim está próximo.

Acho que eles terão sorte se chegarem ao verão. Porque há muita agitação política e intriga a acontecer.

Como por exemplo, temos o próprio Comandante-em-Chefe das Forças Armadas ucranianas, Valery] Zaluzhny, a dizer que ' o meu escritório estava sob escuta'.

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domingo, 12 de novembro de 2023

O PODER e os TERRAMOTOS POLÍTICOS

JOGOS DE PODER NO MUNDO

e a “Bomba Atómica” política em Portugal!

Tudo pode estar ligado…

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 EFEITOS DA “BOMBA ATÓMICA”

Vamos para Eleições:

O povo é o mesmo, os candidatos a agiotas é que podem mudar.

Diz o Presidente de “todos os portugueses”: vamos para eleições pelos superiores interesses de Portugal. Mas qual Portugal, o das elites políticas e dos lobistas do gamanço dos milhões que vêm da Europa? Será que o Presidente tem plena consciência dos estragos causados ao país? E quem põe travão às desajustadas lutas dos médicos, que estão a ptrejudicar e deixar morrer muitos cidadãos dependentes do Serviço Naccional de Saúde?

Para baralhar mais o jogo dos governantes, temos que desvendar de onde apareceu a raposa com o rabo de fora… como a Justiça é cega, pode ser conduzida pelos espertalhaços que a usam a seu jeito. E corremos o risco de estarmos perante um tenebroso “assalto ao poder”, porque os dados conhecidos em averiguações não parece terem consistência suficiente para provocarem “o terramoto que derrubou um governo de maioria absoluta”!

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Os estragos no tecido empresarial e no mundo do trabalho e de todas as vertentes importantes para as populações são de monta: Saúde, Educação, Impostos e confiança nas instituições causam graves prejuízos e atrasos no desenvolvimento do país.

Ora, quando vamos a eleições, a maioria das pessoas não vota segundo os seus interesses, mas de acordo com as ideias e interesses ardilosamente propagandeados pelos comentadores e palradores bem instruídos para manipularem as verdades e camuflarem as mentiras do estado da sociedade em decadência social, moral e cívica, tremendamente prejudicial à população em geral. E, é esta população mal instruída, desprezada, manipulada e cega que pode votar contra os seus próprios interesses e direitos.

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NOTA SÉRIA: Para o caso, temos a “Parábola das nebulosas investigações”, quase sempre imperfeitas, onde gastam milhões e resultam em absolvições!

José Luiz Costa Sousa

  • 12-11-2023

A propósito do caso de alegadas corrupções relacionadas com o lítio, hidrogénio e o data center, que envolve algumas figuras do actual governo, e embora a memória já me vá falhando, relembro os outros dois grandes casos anteriores de investigações criminais, que envolveram figuras eminentes da política, o das pedofilias e o socrático, que foram também, exclusivamente, anti o mesmo partido do caso actual, por mera coincidência, seguramente.... enfim, é o chamado azar dos Távoras.

No caso das pedofilias que, na altura segui pela comunicação social e não só, fiquei perplexo quando encontrei em vídeos na internet, assumo que ainda lá estarão, declarações de 3 ou 4 vítimas da Casa Pia, feitas a um jornalista identificado, onde alegavam terem sido pagas com 50.000 euros cada uma, para prestarem declarações falsas, contra determinadas figuras e circunstâncias do caso e, como alguns deles tinham problemas na Justiça, com o arquivamento dos mesmos.

Verdade, mentira, não me lembro destas alegações terem sido desmentidas, embora o possam ter sido… enfim… pormenores… que terão certamente explicações legais.

Agora e, mais uma vez, caído do céu tipo relâmpago, um pouco como os outros dois, temos um grande caso, explosivo, envolvendo o mesmo partido, e igualmente as figuras de topo do mesmo...

... é mesmo coisa tipo azar dos Távoras, porque a justiça, essa, nunca se engana, é infalível, implacável, irredutível, científica, omnisciente, isenta, justa e acima de quaisquer humanas fraquezas.

Neste caso há um detalhe algo entre o anedótico e o surreal, que é o facto da figura dum chefe de Gabinete, ter no seu gabinete oficial, cerca de 75.800 euros em vários envelopes, dispersos estrategicamente dentro de livros nas várias estantes e em caixas de garrafas de bom tinto carrascão, de reserva claro, etc…

... deduzo que fez isto, por falta de gavetas com chaves na secretária, falta dum cofre seguro no cujo gabinete, mas não, este existe sempre em tais gabinetes, logo será porque o homem, pese embora a função de elevada responsabilidade é gagá… sofre da mioleira… é tontinho…. enfim, é relevante que lhe façam um exame de sanidade mental…

... de qualquer modo, este cenário digno duma casa de malucas, infantil mongolóide, parece, numa 1ª abordagem, indicar que o dito cujo personagem, recebia ali pedidos de favores e roca de influências, pagas a caixas de garrafas de bom tintol ou verdol, ou mesmo livros, dentro da/os quais estavam colocados uns envelopesitos com uns eurozitos para o café, almoços e mesmo umas feriasitas, sei lá... parece que o negócio ia mais ou menos bem …

… será um pouco ousado pensar-se que a função do senhor era mesmo e só aquela, vender influências de S. Bento ou, mais propriamente, indulgências, como quem vende Santinhos...

... só para terminar, pessoalmente, concluí que o caso das pedofilias era uma história muito mal contada, mas atingiu em cheio e destruiu o alvo principal do mesmo, foi uma verdadeira smart bomba, uma paulada com sucesso total...

.... o 2º caso, ocorrido sobre as eleições já próximas, teve o impacto esperado nas mesmas… contra o mesmo alvo curiosamente… coincidências, estranhas, mas a realidade e verdade da vida é assim, uma vez vilão, vilão para sempre…

… e agora lá está de novo o mesmo azarento alvo destas peripécias… bem, o vilão é contumaz, não deixa de o ser… e porra, os gajos têm de perceber que há que circular e dar lugar a outros de vez em quando…

... e, como mui sapientemente, com saber de experiência feito, dizia o Zé Nabo da minha terra: - ou há justiça, ou comem todos, ou então fabrica-se…

Enfim… estas político telenovelas são emocionantes, todos os dias há novos desenvolvimentos, e mostram o mundo dos grandes… e os seus podres, eles mamam almoços dos bons e gratuitos, corridos a lagostas, sapateiras e lavagantes, etc..., em troca de alguns favores, que dão aos pagantes dos almoços, algumas facilidades ou agilidades processuais e de instalação, etc...

... mas como não há provas das alegadas negociatas, isto é, não há depósitos de euros nas contas dos maus, nem cheques passados aos vilões, nem transferências bancárias para off ou in shores dos inimigos a abater, nem palacetes comprados, nem motoristas com malas cheias de carcanhol... nada... só telefonemas... de nadas a falarem de terem de falar com Deus para este desbloquear demoras, obstáculos, ... só suspeitas, são uns negociantes de merda.... tipo ciganices de feira, a cêntimos, falidos ...

... e, porra, pior ainda, mandam as suas criancinhas para a escola nos carros oficiais, um abuso que ninguém mais comete, e, cruzes credo, recebem caixas de tintol ou até espumante e livros, com bons euros lá dentro, em trocas de cunhas para facilitar as tais burocracias e agilizar as mesmas, forçar a EDP a fornecer ou reforçar a energia às empresas que, como se sabe, bem podiam ir buscá-la a Espanha ou Marrocos… em troca dos tais almocitos farta brutos...

… coisas mirabolantes e do arco da velha, mas ainda hão-de aparecer mais surpresas…

… vão ser audiências garantidas nas TV´s… com os Zés colados aos écrans… à espera do desenlace destes golpes de teatro… mas, algures temos um Shakespear ou Moliére de 5ª categoria… a fabricar estas teias ou tragicomédias… que só desgraçam cada vez mais Portugal...

... mas, honestamente, quem de direito, deve abrir concurso para contratarem melhores guionistas ou enredistas, que possam fabricar histórias mais credíveis... estas já estão gastas... e cheiram mal.”

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Tem razão o Amigo Paulo Neves, no seu comentário:

Paulo Neves - Em 11-11-2023

"O que surpreende não é a loucura em que vivemos, mas a mediocridade dessa loucura. O que nos dói não é o futuro que não conhecemos, mas sim o presente que não reconhecemos."

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5 de Novembro às 08:46  · 

[Numa Guerra não se Matam Milhares de Militares!! Mata-se Alguém que tem Namorada, que gosta de ir ao Cinema, que tem Pai, Mãe, Família! Outro que é um menino Assustado, outro que tem uma vida à sua Frente, que tem Sonhos, Planos, ... Uma acumulação de Pequenas Memórias... que se Desvanecem, que caem por Terra e Morrem Ali mesmo!]"


  • NOTA: Somos o que nos Propomos Ser e Alcançar!!

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🚨 A condição para um povo ter apoio na arena global é:

Que tenha poder e riqueza. Se não tiver nem um nem outro, o máximo que vai conseguir são algumas palavras de apoio, mas nenhuma ação efetiva para acabar com o sofrimento de um povo.
Noam Chomsky falou como isso é parte da tragédia do povo palestiniano - e, também, parte da tragédia quotidiana de milhões de cidadãos, mesmo no país mais rico do mundo, os Estados Unidos da América, centro mundial do Capitalismo, onde existem mais de trinta milhões de pessoas em estado de pobreza extrema, parte delas vivendo nas ruas e nos arrabaldes das cidades.

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DIZ: a Palestina não tem riquezas, não tem poder, também não tem direitos. Ninguém se arrisca a apoiar quando os Estados Unidos da América ameaçam intervir.

É assim que o mundo funciona para o capitalismo. Os seus direitos funcionam pelo seu poder e sua riqueza. Nos Estados Unidos, se você mora numa zona pobre ou subúrbios das cidades, você é pobre e sem direitos. Pode haver organizações humanitárias a manifestar intensão de ajudar, mas ninguém os vai ajudar a sair da pobreza, porque os ricos são os protegidos pelo sistema e merecem ter mais direitos e apoios. Esta é a lógica das organizações internacionais espalhadas pelo mundo e ao serviço da ONU.

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O interesse nacional dos países capitalistas é imposto pela força dos poderosos que dominam a sociedade, especialmente nos Estados Unidos da América, que se considera o arauto na defesa das democracias ocidentais e no mundo. Logo, a defesa dos muito ricos, das grandes empresas e das elites que definem as políticas dos governos e de tudo que defenda os seus interesses é prioritário e indiscutível. Por esta forma de governar, as populações não contam senão para produzir riqueza para os poderosos e votar nas eleições. E, assim, os seus interesses e direitos são simplesmente desprezados ou ignorados.

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Só com uma luta séria, consistente e bem organizada por pessoas credíveis e bem informadas se poderá contrariar este estado de coisas que iludem e enganam as pessoas de bem. O comodismo é um grande inimigo dos activistas que se aventuram na tentativa de enfrentar os poderes ocultos e ardilosos que desprezam as populações produtivas da riqueza das nações. Este é o lado trágico da sociedade: as pessoas não saberem como defender os seus direitos, serem facilmente enganadas e não perceberem quem são os seus carrascos.  

Por: Noam Chomsky é um linguista, filósofo, sociólogo, cientista cognitivo, comentarista e ativista político norte-americano, também é uma das mais renomadas figuras no campo da filosofia analítica.


 

quarta-feira, 1 de novembro de 2023

ACABEM AS GUERRAS E O TERROR

Guerras Palestina-Israel

     Todos os povos têm direito a viver no território definido e aceite pelas instituições internacionais como a ONU, logo considerado o seu país. Assim tem sido desde que a civilização desenvolveu capacidades de entendimento em vez da competição bárbara. O que levou à confirmação das leis baseadas na justiça social segundo as teorias filosóficas, religiosas e dos valores inerentes à pacificação da sociedade humana.

     Ora, o que está a acontecer na Transjordânia não é mais do que a disputa do direito de viver nos territórios outrora ocupados por tribos e grupos de pessoas de diversas origens e etnias que deambularam naquelas paragens, tal como está escrito em documentos como a Bíblia. A ideia peregrina, de que os Judeus terão mais direitos na ocupação da Palestina, porque as suas doze tribos viveram lá há muitos séculos atrás, perdeu o seu fundamento perante as grandes transformações da sociedade, da definição de fronteiras e nações na idade moderna.

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     Desgraçadamente, as populações foram sempre as vítimas das revoluções e guerras ocorridas desde 1880 na Europa e Médio Oriente, as quais deram origem a alterações de fronteiras, desmantelamento de nações e criação de outras, resultando na deslocação de populações, massacres e organização da sociedade em consonância com os princípios da Sociedade das Nações (actual ONU). Mas, as tensões entre povos e nações deram origem a convulsões e guerras, onde os vencedores continuaram a não respeitar os reais direitos das populações, tanto na definição do seu território como na sua segurança. O que acontece na Palestina é o exemplo mais flagrante da inércia propositada das nações mais poderosas e com poder para resolução justa e proporcional das questões de ocupação de territórios cujo “Estatuto” foi aprovado nas Nações Unidas. Assim o confirma a história recente.

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     Ao analisarmos os contornos de todas as guerras por causa da definição de territórios e fronteiras, encontramos sempre responsáveis altamente interessados na devassa das populações em favor da exploração das matérias-primas e posição geoestratégica. Ora, até finais do século 19, os árabes e judeus viveram como vizinhos sem grandes conflitos. Em 1920, por conveniência em obter supremacia na 1ª guerra Mundial, a Grã-Bretanha, por decisão da Sociedade das Nações (mais tarde ONU), aceitou gerir e administrar todos os territórios do Médio Oriente chamados de Transjordânia (Jordânia, Iraque e Palestina), ficando o Líbano e Síria sob tutela da França (todos territórios do extinto Império Otomano).

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     Os ingleses nunca se preocuparam com o desenvolvimento daqueles territórios, para bem das suas populações, incitando as hostilidades entre dirigentes árabes para melhor os exterminar; chegaram a deportar todos os chefes e dirigentes árabes para ilhas do Pacífico, deixando as populações sem governantes e entregues à ganância dos judeus. Ora, durante a segunda guerra mundial, os ingleses consideraram aquele território como ponto estratégico para a campanha contra os alemães e, mais uma vez as populações foram massacradas e deixadas em miserável condição de sobrevivência. A partir de 1946, após o fim da Segunda Guerra Mundial, acossados pelo traumático genocídio dos judeus nos campos de extermínio nazis, piorou o martírio dos palestinianos, às mãos dos judeus endinheirados e apoiados pelos americanos e aliados, que deram primazia aos judeus para tomarem territórios da Palestina, sempre à custa da força das armas contra as populações indefesas. A cobardia dos governantes ocidentais e sua malévola gestão dos conflitos, deixando Israel livre para o assalto aos melhores terrenos para agricultura, escorraçando os palestinianos, mesmo contra as decisões da ONU, conduziu ao estado que chegamos. Mas há responsáveis ingleses e franceses que nunca serão condenados... como em outros cenários de guerras provocadas ao arrepio dos direitos das populações afectadas.

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     Por estas e por outras manhosas estratégias geopolíticas, há guerras por todos os continentes, alimentadas pelos poderosos lóbis das grandes indústrias de armamento americano, russo, alemão, etc.

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ALGUMAS OPINIÕES E ALERTAS

NOTA: Curiosamente, neste conflito de Israel com a Palestina, vemos alguns governantes europeus a balançar entre os seus interesses intrínsecos e as más memórias pelo genocídio dos judeus.

1 - Verdade e factos

Mariana Guerra, 30-10-2023

Ursula von der 'Lying' Leyen: principal agente de vendas da UE para o genocídio?

Desmascarando a face feia da União Europeia, o apoio fanático de Ursula von der Leyen a Israel mostra um desvio grotesco dos valores estimados que o bloco pretende defender. Mais de 800 funcionários da UE explodiram em dissidência contra o seu apoio imprudente a Israel, especialmente no meio do incessante fogo do inferno desencadeado sobre Gaza. O crescente descontentamento entre os funcionários da UE é uma flagrante repreensão ao flagrante preconceito de von der Leyen em relação a Israel, um preconceito claramente demonstrado durante a sua recente viagem à terra sitiada, onde ela evitou descaradamente instar Israel a respeitar o direito internacional no meio da sua ofensiva em Gaza.

A acusação condenatória transcende a UE e reverbera por todo o mundo, traçando um retrato sombrio da posição moral da UE sob o reinado de von der Leyen. A sua odiosa e inabalável lealdade foi criticada como uma saudação “inqualificável” ao turbilhão militar de Israel em Gaza, deixando um legado de morte e desolação. A total hipocrisia da sua postura é claramente evidente quando justaposta à narrativa da UE sobre a Ucrânia, onde o bloco fez vista grossa aos crimes de guerra da Ucrânia contra as almas inocentes no Donbass, entre 2014 e 2020 (onde foram exterminados pelas tropas ucranianas mais de dezoito mil pessoas de origem russa).

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O véu é levantado sobre a duplicidade de Ursula von der Leyen com o seu apoio descarado a Israel, ignorando convenientemente as realidades impiedosas no terreno, tanto na Palestina como na Ucrânia. A UE, outrora um autoproclamado bastião dos direitos humanos e dos ideais democráticos, parece agora marchar por um caminho perigoso repleto de duplicidade de critérios e de desdém pelos princípios sagrados que se comprometeu a defender.

Numa época em que a busca pela justiça e a adesão aos princípios fundamentais dos direitos humanos e do direito internacional deveriam reinar supremas, as ações de Von der Leyen desenterram uma investigação angustiante: estará a União Europeia, sob a sua égide, a transformar-se num agente malévolo de opressão, endossando e facilitar atos de genocídio sob o manto da diplomacia e de agendas cínicas?

@todos

- José Saraiva, comenta:

Ursula é uma agente do Grande Irmão, senão expliquem lá quais as suas qualificações...

Vai acabar por nos envolver em situações críticas não tenho dúvidas...

Viva UE...

Já agora, alguém lhes perguntou se queriam aderir à UE e ao Euro?

Pois...

Ataques do Hamas surprendem israelitas indefesos.

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2 - EXPLICAÇÃO de Palavra NAZI:

Madalena Almeida

A palavra 'NAZI' é composta de NA (Nacional Socialismo) + ZI (de Zionistas). Escutem sobre como surgiu o NaZismo e de como ainda hoje continua a dominar Israel e o mundo ocidental; uns minutos reveladores da realidade sobre o holocausto onde judeus-zionistas para imporem sua agenda, mataram judeus ortodoxos que se mantinham fiéis ao credo de esperarem até vir o seu Messias (que para eles não era/foi Jesus...) para terem a sua 'Terra Prometida', não a roubada aos palestinianos onde os zionistas se foram instalando e espraiando até ao que se testemunha nos dias de hoje, a tentativa de extermínio total do povo invadido. Vemos políticos numa Israel nazificada a chamar nazis aos outros... Os israelitas têm é que drenar o pântano internamente e depois coabitar pacificamente com aqueles que têm sido mártires pela ocupação que sofrem há décadas! 

https://odysee.com/@c19legrandreveil:f/eustace-mullins-évoque-le-rôle-clef-qu'a-joué-le-sionisme-dans-l'holocauste-et-la-création-d'israel:1 ...

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3 - Apoiar Israel deixou de ser possível

Eu não acredito que a maioria dos portugueses confunda este massacre com o exercício de um direito de defesa e sobretudo não acredito que essa maioria se reveja no apoio à atuação de Israel.

Carmo Afonso - 1 de Novembro de 2023

O genocídio do povo palestiniano prossegue. O Estado de Israel já matou mais de oito mil civis e cerca de metade são crianças. A violência daquilo a que estamos a presenciar é inédita. A violação do direito internacional é flagrante. As imagens que nos chegam são absolutamente devastadoras.

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- José Luiz Costa Sousa

O MISTÉRIO DE ISRAEL 

Documentário de David Sorensen # StopWorldControl.com que nos apresenta verdades e realidades extremamente difíceis de entender… O filme expõe algo tão mau, tão mau, tão impressionante que muitos dificilmente vão acreditar. E ainda é verdade! Este filme pode dar um golpe fatal às elites satânicas que querem criar um governo mundial para escravizar toda a humanidade. Eles queriam que este governo tivesse sede em Israel. Os segredos chocantes revelados por este incrível documentário irão lançar uma luz brilhante sobre aqueles que sempre estiveram escondidos atrás do Estado de Israel.

E o Grande-irmão está sempre por perto!

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José Saraiva

Bom dia.

Fanatismo religioso no seu máximo grau, que distingue estes fanáticos judeus dos fanáticos muçulmanos ou fanáticos cristãos?

A religião tal como os partidos, funciona como uma droga alucinante para muitos que não tem sentido auto crítico, o que tem originado todas as desgraças da Humanidade.

É pena, a religião deveria ser razão para unir, não para desunir... 

 

sexta-feira, 22 de setembro de 2023

A África Explorada e Desprezada

A Criminosa Ganância dos Colonizadores Abstratos

Porque os países africanos não conseguem prosperar?

É uma questão que não interessa à comunicação social, porque as grandes empresas multinacionais da indústria, do comércio, da economia e das matérias-primas dominam o mundo da comunicação e da inovação.

Veja-se a dimensão da África, comparada...

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Tal como os países da América-Latina, que há mais de 70 anos que são um feudo da expansão dos interesses dos Estados Unidos da América, cujos governos são derrubados e assassinados pelos carrascos da CIA quando não obedecem aos ditames dos falcões americanos, a África nunca se conseguiu libertar dos gananciosos interesses das grandes potências e colonizadores permanentes, como a Inglaterra e a França, bem apoiados pelos Estados Unidos da América.

Os casos mais evidentes e dramáticos ocorreram na Líbia, República Centro Africana e Nigéria, onde a instabilidade política deixa um rasto de miséria e fome, enquanto as matérias-primas continuam a ser roubadas todos os dias.

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Ora, sendo o território africano maior do que a Europa, Estados Unidos da América e China, com uma densidade populacional três vezes menor, com terrenos com capacidade de grandes aproveitamentos para a agricultura, porque será que não tem produção agrícola e agro-pecuária, onde a ONU gasta milhões e triliões de toneladas de cereais para “matar a fome” às populações africanas? Porque a maioria dos governantes africanos são corrompidos pelos gananciosos exploradores das corporações multinacionais, em prejuízo dos interesses das suas próprias populações.

Para melhor entendermos as potencialidades da África, bem evidentes aos olhos daqueles que tiveram as suas vidas ligadas aqueles países, tal como os militares portugueses, vamos analisar os dados recentemente publicados pela FAO (Agência de apoio Alimentar da ONU), segundo a qual, 80% da população africana vive da agricultura de subsistência, cujos principais produtos são mandioca, inhame, amendoim, milho, palma-de-óleo, batata-doce e frutas (principalmente laranja, manga e goiaba) - agricultura de subsistência!

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ISTO  NUNCA APRENDERÁ NA ESCOLA

° Área de África = 30,37 milhões de km2

° Área da China = 9,6 milhões de km2

° Área dos EUA = 9,8 milhões de km2

° Área da Europa = 10,18 milhões de km2

  • África é maior do que toda a Europa, China e Estados Unidos da América juntos.
  • Mas na maioria dos mapas do mundo, a África está representada em um tamanho pequeno.

Isto é feito deliberadamente para criar o efeito visual de uma pequena África para manipular, lavar o cérebro e enganar os africanos onde quer que eles estejam.

- A África tem 60% da terra arável;

- África tem 90% da reserva de matérias-primas;

- África tem 40% da reserva mundial de ouro;

- África tem 33% da reserva de diamantes;

- África tem 80% da reserva global de Coltan (mineral para a produção de telefones e eletrônicos), principalmente na República Democrática do Congo.

- África tem 60% da reserva mundial de cobalto (mineral para a fabricação de baterias de automóveis)

- A África é rica em petróleo e gases naturais.

- África (Namíbia) tem a costa mais rica em peixes do mundo.

- A África é rica em manganês, ferro e madeira.

- África é três vezes a área da China, três vezes a área da Europa, três vezes a área dos Estados Unidos da América.

- África tem mais de 30 milhões de km2 (30.415. 875 km2);

- África tem 1,3 mil milhões de habitantes (a China tem 1,4 mil milhões de habitantes em 9,6 milhões de km2).

Cortesia do Amigo José Morgado Vieira:   Conhecer o mundo! Passaporte.

9 de Fevereiro  2023·

Os Africanos merecem usufruir dos seus imensos recursos, para uma vida melhor.

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O que significa que a África NÃO ESTÁ INSUFICIENTE.

🔴 A terra arável da República Democrática do Congo é capaz de alimentar toda a África.

🔴E toda a terra arável da África é capaz de alimentar o mundo inteiro.

- A República Democrática do Congo tem importantes rios que podem iluminar toda a África.

O problema é que a CIA, as grandes empresas ocidentais e alguns fantoches africanos estão desestabilizando a República Democrática do Congo há décadas.

- A África é um continente culturalmente diversificado em termos de dança, música, arquitetura, escultura, etc.

- A África abriga 30.000 receitas medicinais e ervas que o Ocidente modifica em seus laboratórios.

- A África tem uma população mundial jovem que deve atingir os 2.500 milhões até 2050.

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ÁFRICA REPRESENTA O FUTURO DA HUMANIDADE, 

pois a África deve alimentar 9 biliões de pessoas.

Com mentes africanas descolonizadas e uma forte busca pela unidade africana, a África será o futuro governante de outras civilizações porque o mundo não é nada sem a África.

Se a África se desenvolver e tratar dos seus assuntos e meios de produção, o resto do mundo vai degenerar em países do terceiro mundo!

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