domingo, 25 de fevereiro de 2024

Verdades e Mentiras Secretas

Casos de mentiras e patranhas secretas

 NOTA-PRÉVIA:

1 - A morte do activista russo, Alexey Navalny, acontece num momento de graves contradições da política mundial. As ingerências de países poderosos na vida interna de outras nações é por demais criminosa e atenta contra a estabilidade e a paz no mundo.

Lamentamos o desaparecimento de uma pessoa corajosa e na primavera da vida. Mas, as consequências das suas pretensões políticas liberais, de sentido oposto aos padrões das estruturas duma nação poderosa e rica, muito cobiçada pelas nações vizinhas, são sempre perigosas e imprevisíveis. Pois, a Rússia foi palco da ganância de poderosos exércitos externos, desde as invasões napoleónicas aos exércitos dos impérios vizinhos e da Alemanha de Hitler, que causaram sofrimento e dor além das dezenas de milhões de mortos e destruição das suas infraestruturas, com efeitos nefastos na economia e na segurança das populações. Curiosamente, temos que reconhecer que a Rússia nunca se expandiu para a Europa ocidental!  

2 - As grandes potências armamentistas sempre tiveram essa pretensão de dominar para um melhor posicionamento estratégico geopolítico. Como em todas as guerras e ingerências, são os peões que acabam por sofrer as consequências, muito mais gravosas quando estão em causa possíveis actos de traição.   

3 - Estamos muito dependentes das campanhas informativas formatadas pelas poderosas cadeias de comunicação social, cujos objectivos são incutir na população uma vertiginosa sensação de verdades irrefutáveis que nos levam a aceitar essas notícias como verdadeiras. O perigo está no efeito castrador da criação mental de cada um, ao perder as capacidades de raciocínio e o critério da análise lógica para questionar se aquilo é falso ou verdadeiro.

Ora, vem este verbo por analisar as contraditórias notícias vindas a público, por causa do hipotético envenenamento a bordo de um avião russo, do activista russo, Alexei Navalny, logo apoiado por médicos alemães que exigiram a sua transferência de Moscovo para um hospital de Berlim, onde foi tratado.


  • “O Ministério Público russo pediu à Alemanha dados sobre o estado de saúde do opositor Alexei Navalny, que está em coma num hospital em Berlim após um provável envenenamento, indicando, porém, não ver "qualquer evidência de atos criminosos".

  • Hospital de Berlim confirma alta de Alexei Navalny

23 set, 2020 • Redação com agências

O russo, de 44 anos, terá sido envenenado através de uma garrafa de água que ingeriu no hotel onde estava alojado em Tomsk, na Sibéria.

4 - Por consequências temporais na evidência noticiosa, temos em equação dois casos de detenções políticas de sinais opostos e com visões bem diferentes no espaço político:

a) - Alexei Navalny, opositor e activista russo;

b) - Julian Assange, jornalista americano que divulgou documentos considerados secretos.

Anotações de Joaquim Coelho


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1º - O caso do desmaio de Alexei Navalny

Neste caso os autores desta campanha pretendem que o desmaio do blogger Alexei Navalny se deveu a envenenamento com o produto químico Novitchok, que teria sido feito pelas autoridades russas à entrada para o avião em Tomsk.

Alexei Navalny, que desmaiara a bordo de um avião que o levava, em 20 de Agosto de 2020, de Tomsk para Moscovo, segundo diferentes noticiários, teria sido envenenado depois de ter tomado chá no aeroporto ou bebido água de uma garrafa que lhe fora dada pela mulher.

Esse desmaio levou ao aterrar de urgência noutra cidade siberiana, Omsk. Depois de observado num hospital desta cidade, uma equipa médica deste concluiu que não tinha havido envenenamento, mas a mulher e o staff de apoio de Novalny exigiram que ele «fosse para um hospital independente de sua confiança, na Alemanha, porque o hospital russo em que estava não lhes oferecia essa confiança, e poderia estar a reter o paciente para desaparecerem os vestígios do veneno».

O governo russo concordou com a aterragem de um avião alemão em Omsk com médicos alemães, do Hospital Charité, de Berlim, para o levarem para esta cidade.

Anteriormente, os médicos do hospital russo não tinham autorizado essa viagem por poder ser perigosa para o paciente. O governo russo respeitou a decisão médica, que foi acompanhada pela recepção no hospital de Omsk dos médicos alemães do Charité que tinham vindo no avião. No dia seguinte, 22 de agosto, a direcção clínica do hospital de Omsk, depois da estabilização do paciente, acabou por concordar com o seu transporte. «O estado do paciente é estável e, tendo em conta o pedido da família para autorizar a sua transferência, decidimos que neste momento não nos opomos à sua transferência para o centro hospitalar indicado pelos familiares». A família e a equipa alemã garantiram que assumiriam toda a responsabilidade no transporte. De acordo com uma declaração do médico-chefe do hospital de Omsk, Aleksandr Murakhovsky, os médicos alemães disseram numa carta que a condição de Navalny permanecia estável, mas era séria, e agradeceram aos seus colegas russos por terem salvo a sua vida.

Os médicos do hospital de Omsk também «forneceram aos médicos da clínica alemã os resultados dos testes de laboratório e amostras de biomateriais de Navalny. Isto permitiu aos especialistas alemães terem uma anamnese completa do paciente, para conhecer toda a dinâmica clínica de seus sinais vitais».

O hospital de Berlim onde ficou sob observação acabou por dizer, no dia 24 de Agosto, que o político russo sofrera uma intoxicação (não falaram em envenenamento). O prognóstico sobre Alexei Navalny, feito pelos médicos do Charité, permanece reservado, não podendo ser excluída a possibilidade de efeitos a longo prazo que afectassem particularmente o sistema nervoso central. No dia anterior, o hospital referira que a recuperação deixaria consequências e que nos próximos meses não poderia retomar a sua actividade política.

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A construção da Mentira

A conferência de imprensa, planeada para a manhã de 25 de Agosto de 2020, foi cancelada sem explicações. Depois, o governo alemão mudou Navalny para um hospital militar em Berlim. Rapidamente o diagnóstico passou a ser outro – envenenamento pelo Novitchok.

De acordo com o porta-voz do governo alemão, Steffen Seibert, laboratórios especiais na França e na Suécia detectaram o agente nervoso em amostras retiradas do organismo de Navalny, confirmando o que tinha sido afirmado antes pela Alemanha.

Segundo o chefe da diplomacia de Berlim afirmou em 6 de Setembro, «Moscovo teria alguns dias para dar respostas». Se não o fizesse a União Europeia iria discutir sanções à Rússia. E usou o gasoduto Nord Stream 2 como arma de pressão, que a chanceler alemã recusou – depois de a Rússia ameaçar exercer represálias – garantindo que a Alemanha apoiava a conclusão do projecto da instalação do gasoduto que liga a Rússia à Alemanha.

Os Estados Unidos e vários países europeus têm uma visão negativa do novo gasoduto, que irá duplicar o Nord Stream 1, já em operação, porque «vai tornar a Alemanha e a UE mais dependentes da Rússia»...

O reactivar agora desta questão é suscitada pela recente detenção de Navalny – detenção essa que era esperada pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro de que fora acusado, que já transitaram em julgado anteriormente, com a aplicação de uma pena suspensa. A violação das regras da liberdade condicional, muito anteriores ao incidente no avião, levou agora a nova decisão judicial de prisão efectiva.

As manifestações que têm ocorrido, a pretexto da exigência da libertação do blogger russo, têm um conteúdo de confrontação e procuram provocar a repressão policial. Numa das manifestações participaram diplomatas da Alemanha, Suécia e Polónia na capital russa que, por isso, foram expulsos do país. O embaixador da Rússia à UE declarou que seria difícil «imaginar uma situação em que alguém do meu staff pudesse participar [em Bruxelas] em tal tipo de manifestação, mesmo como observador».

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As Patranhas da UE

A questão central nos dias de hoje é que a UE exigiu à Rússia que investigue o «envenenamento». Ora, já por várias vezes a Procuradoria russa pediu à Alemanha que lhe fossem enviadas as provas do invocado crime para proceder a uma investigação. E a resposta acabou por ser que Berlim não cede as suas provas... por serem secretas! Dir-se-ia que a Alemanha está a provocar uma impossibilidade jurídica por ocultação de provas do eventual crime.

Mas o que, de facto, está a fazer, é uma grosseira provocação à Rússia.

Aristides Fernandes – Reuter – 26 de fevereiro de 2021

QUE DIFERENÇA DE OPINIÕES PARA CASOS SEMALHANTES

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2º - A longa detenção do jornalista Julian Assange

Julian Assange, australiano de 50 anos, fundador do “WikiLeaks”,   é acusado pela Justiça dos EUA pela Divulgação, a partir de 2010, de mais de 700 mil Documentos Confidenciais sobre Actividades Militares e Diplomáticas do País, em particular no Iraque e no Afeganistão.

Processado em particular ao Abrigo da Legislação contra a Espionagem, Julian Assange enfrenta 175 anos de prisão, num caso denunciado por Organizações de Direitos Humanos como um grave atentado à Liberdade de Imprensa.

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O advogado do fundador do Wikileaks, Julian Assange, alegou hoje perante o Tribunal Superior de Londres que o cliente não deve ser extraditado para os Estados Unidos, porque está a ser processado por “crimes políticos”.

Segundo Edward Fitzgerald, existe um “risco real” de sofrer uma violação “flagrante” dos seus direitos fundamentais.

O governo britânico autorizou a transferência de Assange para os EUA em junho de 2022, mas o fundador do WikiLeaks está a tentar todas as vias possíveis para impedir a sua transferência.

A mulher de Assange, Stella, participou numa manifestação no exterior do tribunal.

“Não há qualquer hipótese de ele ter um julgamento justo se for extraditado para os EUA”, disse aos jornalistas, acrescentando que “esta farsa tem de acabar”.

Segundo os seus apoiantes, permitir a extradição seria “criminalizar o jornalismo de investigação”, uma vez que as acusações têm origem em material secreto publicado em 2020 e 2021 pela Wikileaks.

Assange enfrenta uma série de acusações por violar a Lei de Espionagem dos EUA e arrisca-se a uma pena de até 175 anos numa prisão de segurança máxima.

“É um ataque à verdade e ao direito do público de ser informado”, afirmou Stella Assange.

O advogado também questionou a legalidade da extradição, que se baseia num tratado bilateral entre os EUA e o Reino Unido, referindo que “é um abuso processual pedir a extradição por um delito político”, um ponto que é explicitamente mencionado no tratado.

Fitzgerald afirmou ainda que, caso o julgamento seja retomado nos tribunais britânicos, irá expor um alegado plano da CIA para assassinar Assange durante os anos em que este esteve escondido na embaixada do Equador em Londres.

“Ele está a ser processado por se envolver numa prática comum no jornalismo de obter e publicar informações confidenciais, informações que são verdadeiras e de interesse público”, justificou.

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SBT Brasil

21/02/2024 às 20h22

A Justiça britânica adiou a decisão do último recurso de Julian Assange para evitar a extradição aos Estados Unidos.

Pelo segundo dia, o australiano deixou de comparecer à audiência alegando motivos de saúde e os juízes da Suprema Corte de Londres não emitiram um parecer, afirmando que precisam de mais tempo para analisar o caso.

Julian Assange está em um presídio de segurança máxima desde 2019, acusado de espionagem pelos Estados Unidos. Se extraditado, pode pegar até 175 anos de prisão.

Ele é fundador do site WikiLeaks, onde foram divulgados milhares de documentos secretos, entre eles, alguns referentes a abusos cometidos pelo exército americano no Oriente Médio. A defesa do australiano afirma que Assange expôs crimes e denuncia uma suposta perseguição.

Os advogados tentam recorrer a uma lei britânica que impede a extradição por motivos políticos. Como todos os recursos na Justiça britânica estão esgotados, se a Suprema Corte negar o pedido, Assange pode ser enviado aos Estados Unidos poucos dias após a decisão. A última opção da defesa seria recorrer a uma medida de emergência do Tribunal Europeu de Direitos Humanos, que tem sede na França.

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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

As Loucuras da União Europeia

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Guerra à agricultura global:
A insustentável agenda “sustentável” das Nações Unidas para 2030

Por: William Engdahl, Consultor e professor de risco estratégico

      Nos últimos tempos, ampliaram os ataques coordenados à nossa agricultura – a capacidade de produzir alimentos para a existência humana. A recente reunião governamental do G20 em Bali, a reunião da Agenda 2030 Cop27 da ONU no Egito, o Fórum Económico Mundial de Davos e Bill Gates são todos cúmplices. Tipicamente, estão a utilizar um enquadramento linguístico distópico para dar a ilusão de que estão a fazer o bem quando estão de facto a avançar com uma agenda que levará à fome e à morte de centenas de milhões, se não milhares de milhões, se lhes for permitido prosseguir. Isto é impulsionado por uma coligação dos poderosos do dinheiro.

A insustentabilidade da agricultura sustentável

O facto de a FAO da ONU estar prestes a divulgar um roteiro para reduzir drasticamente os chamados gases com efeito de estufa da agricultura global, sob a falsa alegação de "agricultura sustentável" que está a ser conduzida pelos maiores gestores de riqueza do mundo, incluindo BlackRock, JP Morgan, AXA e outros, diz muito sobre a verdadeira agenda. Estas são algumas das instituições financeiras mais corruptas do planeta. Nunca põem um centavo onde não lhes sejam garantidos lucros enormes. A guerra à agricultura é o seu próximo alvo.

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A guerra está apenas a começar

A ONU e o WEF de Davos juntaram-se em 2019 para fazer avançar conjuntamente a Agenda 2030 do SDG da ONU. No sítio web do WEF é abertamente admitido que isto significa livrar-se de fontes de proteínas de carne, introduzir a promoção de carne falsa não comprovada, defender proteínas alternativas, tais como formigas salgadas ou grilos moídos ou minhocas para substituir galinha ou carne de vaca ou carneiro. Na COP27, a discussão foi sobre "dietas que podem permanecer dentro das fronteiras planetárias, incluindo a redução do consumo de carne, o desenvolvimento de alternativas e o incentivo à mudança para mais plantas, culturas e grãos nativos (reduzindo portanto a atual dependência do trigo, milho, arroz, batatas)".

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Na Alemanha, a Associação Alemã da Indústria de Carne (VDF), diz que dentro dos próximos quatro a seis meses a Alemanha enfrentará uma escassez de carne e os preços irão disparar. Hubert Kelliger, um membro da direção da VDF disse: "Dentro de quatro, cinco, seis meses teremos lacunas nas prateleiras". Espera-se que a carne de porco venha a sofrer a pior escassez. Os problemas no fornecimento de carne devem-se ao facto de Berlim insistir em reduzir o número de cabeças de gado em 50% para reduzir as emissões de aquecimento global. No Canadá, o governo de Trudeau, outro produto do WEF de Davos, segundo o Financial Post de 27 de Julho, planeia reduzir as emissões de fertilizantes em 30% até 2030, como parte de um plano para chegar ao zero líquido nas próximas três décadas. Mas os produtores dizem que para o conseguir, podem ter de reduzir significativamente a produção de cereais.

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O Big Money por trás

Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), em declarações à Reuters durante a COP27, dentro de um ano a FAO lançará um plano de "perfeito" para a redução dos chamados gases com efeito de estufa provenientes da agricultura.

O impulso para esta guerra contra a agricultura não é surpreendente, pois a Iniciativa FAIRR, uma coligação de gestores de investimentos internacionais com sede no Reino Unido, que se centra nos "riscos e oportunidades materiais dos ESG causados pela produção intensiva de gado". Os seus membros incluem os atores mais influentes nas finanças globais, incluindo BlackRock, JP Morgan Asset Management, Allianz AG da Alemanha, Swiss Re, HSBC Bank, Fidelity Investments, Edmond de Rothschild Asset Management, Credit Suisse, Rockefeller Asset Management, UBS Bank e numerosos outros bancos e fundos de pensões com ativos totais sob sua gestão de 25 milhões de milhões de dólares. Estão agora a desencadear a guerra à agricultura, tal como o fizeram em relação à energia. O Diretor Adjunto da FAO da ONU para as políticas de Alterações Climáticas, Zitouni Ould-Dada, afirmou durante a COP27 que, "Nunca houve tanta atenção à alimentação e à agricultura em nenhum momento antes. Este COP é definitivamente único".

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Combine tudo isto com a catastrófica decisão política da UE de proibir o gás natural russo utilizado para fazer fertilizantes à base de nitrogénio, forçando ao encerramento fábricas de fertilizantes em toda a UE, o que causará uma redução global no rendimento das colheitas, e também a falsa onda da gripe das aves que está a ordenar falsamente aos agricultores em toda a América do Norte e na UE que matem dezenas de milhões de galinhas e perus para citar apenas mais alguns casos, e torna-se claro que o nosso mundo enfrenta uma crise alimentar sem precedentes. Tudo pela mudança climática?

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quinta-feira, 11 de janeiro de 2024

Comentadores televisivos ou Orixás - Futuro

Comentadores - Orixás, em quem acreditar?

    O mundo precisa de certezas e mais verdade para prosseguir o seu percurso a bem da humanidade. Mas já não é surpresa para ninguém que a verdade foi encarcerada pelos grandes monopolistas da informação pública universal. O que vemos e ouvimos na comunicação, dita social, não é mais do que a propaganda da voz do dono, onde os palradores, além de subverterem a própria realidade, são capazes de camuflarem os personagens para mais facilmente enganarem os distraídos cidadãos.

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    Perante tão difuso instrumento de alienação mental, resolvi consultar os Orixás e entender as suas místicas previsões para o futuro próximo.

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   Mas, o que me transmitiram não é agradável e pode ser assustador: o mundo continuará em contramão, conforme as agendas dos mandantes dos poderes ocultos e a turbulência só abrandará quando forem eliminadas as pessoas sem “valor de mercado” para uma drástica redução da população do planeta Terra. Para tal fim, as máquinas de guerra continuarão a enriquecer os detentores das indústrias armamentistas; as redes do tráfego humano e dos refugiados embarcados a granel continuarão a sua sinistra matança; os detentores das fraudulentas fortunas continuarão a acumular riqueza, ao arrepio do aumento da pobreza. As mentes diabolizadas pelos Bilderbergs continuarão a infernizar a vida na terra, eliminando os valores básicos da vida humana, adulterando a identidade, a personalidade, a liberdade dos cidadãos, com vista a transformá-los em lixo humano - domados e escravizados.

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1 – O Suicídio da União Europeia

    A União Europeia corre o risco de se transformar numa manta de retalhos sem valores humanitários e sem valores sociais e culturais. As decisões dos governantes, desprezando os princípios básicos da humanidade, estão a comprometer e a hipotecar o futuro dos milhões de cidadãos que vivem sob as bandeiras flutuantes que desbotam com os ares alienantes de Bruxelas.

    Com os desmiolados suicidas geridos por Ursula Von der Layen, a Europa está na total dependência dos cowboys americanos, que alimentam a NATO como força de ocupação e saque dos países com matérias-primas valiosas. Não admira tal princípio de ladroagem, quando sabemos que a história refere atrocidades, matanças, roubo de terras e aprisionamento dos índios americanos, subjugados pelos descendentes dos fundadores da primeira colónia inglesa em terras americanas, no ano de 1620. Reza a história que o navio Mayflower transportou mais de uma centena de refugiados irlandeses para a América, os quais colonizaram, definiram limites das terras, implementaram ideologias religiosas e paternalistas entre famílias, usando a força e as armas para imporem as suas leis.

    Perante a prevista derrocada da Ucrânia, onde a União Europeia e os Estados Unidos da América despejaram muitos milhares de milhões de euros para a fogueira da guerra, desprotegendo os seus cidadãos, teremos uma EU mais pobre e desarticulada, enquanto os Estados Unidos da América se manterão mais seguros na economia, embora mais fracos perante os desafios da nova ordem mundial equacionada pelo grupo dos BRICS em crescimento económico e geopolítico.

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2 – A derrocada Ucraniana

      O desprezo pela história e raízes culturais de um povo podem levar à destruição duma Nação e empobrecimento das suas populações. A ruptura das convenções e tratados de convivência pacífica causam turbulência e guerras cujas carnificinas são o corolário das apetências dos poderosos em controlarem a humanidade e martirizar os povos vítimas dos seus carrascos. Nenhuma guerra faz sentido, sendo os seus fins catastróficos para as populações atingidas.

    Esta guerra está a testar e a consumir os mais sofisticados equipamentos de guerra moderna (guerra electrónica das defesas aéreas, tanques de combate, aviões, drones, mísseis, etc). Perante os últimos desenvolvimentos da guerra na Ucrânia, prevemos a derrocada duma nação com história secular, cujos limites se confundem na mística ancestral dos povos cossacos, oriundos das estepes russas. As tentativas de nações poderosas para dominarem o mundo, através de alianças de domínio geopolítico, nem sempre são aceites pelos povos, ou vão contra os interesses de nações que sentem a sua segurança em perigo. Naturalmente, conduzem a diferendos territoriais e guerras intermináveis e absurdas. E a Ucrânia está em risco de sofrer uma derrocada territorial resultante da previsível derrota militar. 

    Completamente dependente das ajudas dos Estados Unidos da América e da Europa, ao abrigo das convenções da NATO, o exército ucraniano está perdendo o fôlego, a mortandade é enorme, os equipamentos militares vão sendo destruídos pelos poderosos ataques da aviação e dos modernos equipamentos de combate russos. A dificuldade de mobilização de novos efectivos é cada vez mais visível, o fim mostra-se cada vez mais dramático e os comandantes militares já perceberam que os equipamentos da NATO são um fiasco, que não protegem o suficiente, perante o poderio bélico da Rússia.

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Então, vamos tentar entender os Orixás…

1 – O Suicídio da União Europeia

    Com duas guerras sem fim à vista, vários países com problemas internos graves, políticas de crescimento dependentes do exterior, muitos recursos desperdiçados ou consumidos nos apoios belicistas, a União Europeia depara-se com graves distorções na economia e dificuldades na vida dos cidadãos.

    Os governantes da EU dão mostras de incapacidade para enfrentarem as crises, são demasiado egocêntricos e comungam de uma hipocrisia paralisante. A cegueira perante a realidade dos contornos das guerras e o empenhamento desmesurado nos apoios mal geridos, conduzem a população europeia à perda de direitos sociais e cortes na qualidade de vida

    São notáveis os interesses antagónicos numa EU que não consegue acertar o passo nas decisões que afectam toda a comunidade, o futuro do desenvolvimento será uma miragem e a população sofrerá sério revés nas suas condições de vida. 

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1.1 - Recessão na Alemanha 2023:

Euronews - 03 jan. 2024

    A Alemanha é o país da União Europeia com mais dificuldades na economia. A crise energética, depois dos cortes de gás russo, que obrigaram à compra de gás dos Estados Unidos da América (três vezes mais caro), resultou no fecho de grandes empresas metalúrgicas e metalomecânicas (consumidoras de gás), com o consequente aumento do custo de vida e do desemprego.

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  Assim, a Alemanha fechou dezembro de 2023 com um total de 2.637.000 desempregados, mais 183 mil que no mesmo mês de 2022.

Em cadeia, em dezembro houve mais 31 mil desempregados do que em novembro.

   Entretanto, o número de ucranianos desempregados aumentou para 197.000 em dezembro, mais 1.000 do que no mês anterior.

   Em situação de subemprego, que inclui o desemprego, bem como a política do mercado de trabalho e a incapacidade de curto prazo para o trabalho, estão no total 3.484.000 pessoas.

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    "Primeiro, a indústria alemã estava altamente dependente das importações de energia da Rússia, especialmente do gás. Outras regiões não tinham esse problema, certamente não os EUA, mas também o Reino Unido ou Espanha. Praticamente não tinham gás russo. Nós tivemos de substituí-lo com preços mais altos. Essa é a consequência da perda de gás russo”, explicou Robert Habeck, ministro da Economia da Alemanha.alemanha.jpg

1.2 – A França em dificuldades:

    Embora com menores efeitos negativos devido aos custos do gás, a França enfrenta dificuldades económicas visíveis no custo de vida e na inflação; o que tem causado distúrbios e intensas lutas de ruas, com destruição de bens públicos e privados.

   Taxa de desemprego 2023: 7,4% ; Desemprego Homens, 7,5% ; Desemprego Mulheres, 7,3% ; Desemprego há menos de 25 anos, 16,5%.

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1.3 - Das urnas às ruas, os testes à União

Teresa Nogueira Pinto – 1 de Dezembro de 2023

   Uma sucessão de acontecimentos veio expor divisões entre Estados-membros da União Europeia, num momento de reconfiguração política e em que se multiplicam desafios geopolíticos, económicos e sociais. A Europa a várias velocidades parece hoje uma frase gasta, e a realidade poderá ser a de uma Europa mais fragmentada. Como os acontecimentos desta semana sugerem, a meses das eleições para o Parlamento Europeu, os desafios precipitam-se nas instituições, nas urnas e nas ruas, da Finlândia a Espanha, da Alemanha a França, passando pelos Países Baixos. 

Desalinhados  

O conflito entre Israel e o Hamas veio expor divergências numa UE que tenta falar a uma só voz. Numa conferência de imprensa em Rafah, o Chefe do Governo espanhol condenou a “matança indiscriminada de civis inocentes” e afirmou que Espanha (que preside, neste momento, ao Conselho da UE) estaria aberta a reconhecer unilateralmente o Estado da Palestina, mesmo que a União Europeia não o fizesse. O primeiro-ministro belga, Alexander De Croo, afirmou que “Não podemos aceitar que uma sociedade seja destruída como Gaza está a ser destruída”.

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‘Pesadelo’ holandês 

A vitória do já veterano Geert Wilders, conhecido pelas suas posições eurocéticas, anti-imigração e anti Islão, é mais uma dor de cabeça para Bruxelas. Pouco tempo depois de vencer as eleições, Geert Wilders entrava em colisão com a Autoridade Palestiniana, a Liga Árabe e a UE, declarando que a solução para o conflito entre Israel e o Hamas seria a deslocação dos palestinianos para a Jordânia. 

Entretanto, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Órban, reagia aos resultados das eleições holandesas com uma publicação na plataforma X: «Os ventos da mudança estão a chegar». E, de facto, a vitória de Wilders reforça os receios de Bruxelas de que os ‘ventos de mudança’ soprem noutras paragens.

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Prenúncio alemão

O Governo liderado por Olaf Scholz tem vindo a perder popularidade, enquanto tenta fazer face a várias crises que acentuam divergências no seio de uma coligação cujos membros, sociais-democratas, verdes e liberais, foram duramente castigados nas eleições regionais.  Nas sondagens, a CDU lidera, seguida pela AfD, que teria melhor resultado que qualquer um dos partidos que integram a coligação.

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Ruas e fronteiras  

Por toda a Europa, clivagens e tensões têm-se deslocado das instituições para a rua. Uma rua que, ao contrário de outras, grita a várias vozes.

Na Irlanda, o coração de Dublin foi tomado por protestos, espontâneos e violentos, depois de um homem de naturalidade argelina esfaquear três crianças e uma mulher junto a uma escola. Os manifestantes adotaram o slogan ‘Irish lives matter’ e queixaram-se de que o Governo não os ouve. Alguns atacaram a Polícia e jornalistas e saquearam lojas. 

Um aumento do número de chegadas de migrantes e refugiados levou a Finlândia a fechar todas as suas fronteiras com a Rússia, com exceção de Raja-Jooseppi. Helsínquia acusa Moscovo de instrumentalizar a imigração como forma de retaliação pela entrada da Finlândia na NATO. Mas a reintrodução de controlos de fronteiras estende-se também dentro do espaço Schengen, onde cerca de 13 dos 27 Estados-membros recorreram à medida para conter fluxos de imigração ilegal. Face ao aumento da pressão na rota dos Balcãs, os ministros do Interior da Alemanha, Áustria, Eslováquia, Hungria, Polónia e República Checa reuniram-se para debater uma estratégia comum. 

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Contradições numa Europa polarizada

De fora e de dentro, somam-se os desafios à União Europeia. Os acontecimentos em Espanha testarão as instituições europeias, que deverão pronunciar-se sobre se lesam ou não o Estado de Direito, concretamente o princípio da separação dos poderes.

1.4 - Posição de Orbán sobre "mistura de raças" é contra valores da UE diz Von der Leyen

A Hungria de Orbán já estava na mira de Bruxelas devido a uma recente lei anti-LGBT e por deficiências antigas no Estado de Direito

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, advertiu este sábado que a “discriminação racial” é contra os valores da UE, respondendo a uma pergunta sobre os comentários do primeiro-ministro Viktor Orbán contra a “mistura de raças”.

“A União Europeia é fundada na igualdade, tolerância, equidade e justiça”, acrescentou a líder europeia.

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Num discurso realizado a 23 de julho deste ano, Viktor Orbán rejeitou a visão de uma sociedade “multiétnica”. “Não queremos ser mestiços ao misturarmo-nos com não-europeus”.

1.5 - Von der Leyen elogia povo ucraniano ao lembrar vítimas de regimes autoritários

A descendente dos proto-nazis alemães, Ursula Von der Leyen diz que "Putin trouxe os horrores da guerra de volta à Europa", elogia a coragem do povo ucraniano e agradece à Ucrânia por proteger os valores sobre os quais a UE está assente. Mas esquece que o regime ucraniano assenta na ideologia e organização nazis, ordena e destrói a cultura e as raízes russas, bases da sua origem, persegue e mata as populações russófonas nascidas e residentes na Ucrânia. 

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STEPHANIE LECOCQ/EPA

A 23 de agosto, honramos a memória das vítimas de regimes totalitários e autoritários, na Europa e fora dela. Hoje, no 83º aniversário da assinatura do Pacto Molotov-Ribbentrop — entre as então Alemanha nazi e União Soviética —, esta data reveste-se de um significado especial”, começa por referir Von der Leyen na mensagem divulgada pelo executivo comunitário.

Se Putin, Zelensky e Ursula von der Leyen celebraram a data em que a Europa pôde acreditar no futuro, cada um fê-lo com a tentativa de afastar o outro desse legado. Esquecendo que foi o Exército russo quem derrotou as tropas alemãs e tomou o covil de Hitler e seus generais no Reichstag de Berlim. Foi esse feito histórico, em defesa de toda a Europa, que pôs fim à guerra trágica para toda a Europa, com destaque para o povo russo, com mais de vinte milhões de mortos no seu território; essa Europa onde os ingratos governantes tentam ignorar tal desfecho e protegem regimes tendencialmente nazis-fascistas.

A 8 de Maio de 1945, a II Guerra chegava ao fim e a Europa despertava da sua mais dramática noite de violência e horror, com a derrota da Alemanha nazi. Passaram-se quase 80 anos, mas o significado do dia da vitória na Grande Guerra Patriótica que os russos celebram ou o Dia da Europa que a União Europeia comemora está hoje reduzido ao acto de capitulação nazi. Nada tem que ver com o que se passou, entretanto, com o que se seguiu e ainda menos com o que acontece agora na Ucrânia, onde a Europa cumpre o seu destino: o continente de Luzes é também um continente selvagem.

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1.6 - História da América expansionista:

Refugiados Irlandeses criaram a primeira Colónia na América. No dia 11 de novembro de 1620 aqueles passageiros do navio subscreveram um pequeno documento, que ficou conhecido como “pacto”, logo após terem alcançado o continente americano. Desde aquela data, o florescimento da América teve sempre como princípio a aproximação sorrateira, o reconhecimento e o uso da força para assaltar e roubar outros povos, quase sempre sob a pressão das armas cada vez mais sofisticadas. As mentes dos poderosos, com os meios belicistas bem testados e afinados na Guerra Civil Americana que opôs os sulistas contra os federados, entre 1861 a 1865, expandiram-se por todo o mundo onde implementaram guerras e terror para roubarem.

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2 – Mais Rússia e menos Ucrânia

O analista de inteligência/aposentado da CIA e ex-funcionário do Departamento de Estado Larry Johnson comparou a Ucrânia ao Titanic, no pormenor das próprias autoridades ucranianas estarem já a tentarem, desesperadas, escapar do país para evitar a morte certa na frente da campanha militar do regime de Zelensky contra a Rússia.

"O facto do The New York Times estar agora a reportar isto mostra o quanto a situação é já terminal.

Eles já perceberam que esta festa acabou", disse Johnson ao apresentador do Redacted, Clayton Morris, no sábado (30), referindo-se a uma exposição franca do jornal, caracterizando os recrutadores da Ucrânia como "ladrões de pessoas" e detalhando as suas práticas duras, corruptas e ilegais, desde o confisco de passaportes de homens com idade para o combater (dos 18 aos 67 anos) até o recrutamento forçado de pessoas com deficiência mental e outras.

"Isso faz parte de outra história que saiu na semana passada sobre membros da Rada, Parlamento, que estão já a fugir da Ucrânia.

"É um facto que os deputados ucranianos, com esta atitude, reconhecem que o fim está próximo, e é por isso que estão a tentar sair.

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Faz lembrar o Titanic, e algumas cenas do filme 'Titanic', nas quais se vêem os passageiros a mover-se numa direção e os ratos a moverem-se na direção oposta.

É isso que está acontecendo na Ucrânia neste momento. Os ratos estão a fugir em direção aos botes salva-vidas."

O gabinete do presidente ucraniano foi forçado a tomar medidas no início deste ano para impedir que funcionários e deputados fizessem "viagens de negócios" ao exterior, após uma série de escândalos envolvendo férias em resorts de luxo, enquanto os ucranianos comuns estão atolados no conflito e tentam sobreviver.

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No início deste ano, o ex-presidente ucraniano Pyotr Poroshenko queixou-se de que ele também tinha sido impedido de deixar o país para realizar "trabalhos diplomáticos" importantes, e classificou a decisão de o impedirem como sendo "um desvio anti ucraniano" que serviria como um "golpe contra as capacidades de defesa da Ucrânia".

Na semana passada, a liderança militar da Ucrânia propôs a mobilização de mais 450.000-500.000 pessoas, dos 18 aos 68 anos, uma tarefa que alguns observadores dos EUA disseram que se pode revelar impossível, uma vez que o país já esgotou (morreram ou estão inválidos) os homens em idade de lutar.

Além disso, "muitas dessas pessoas não têm experiência militar".

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Apontando para a recente admissão, mesmo pelo notório chefe da inteligência militar da Ucrânia, Kirill Budanov, de que a atual estratégia de mobilização está fadada ao fracasso, Johnson sugeriu que "isto permite-nos saber que esta coisa da guerra bateu no fundo, e não deve arrastar-se por dois ou três anos, como alguns previram.

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O fim está próximo.

Acho que eles terão sorte se chegarem ao verão. Porque há muita agitação política e intriga a acontecer.

Como por exemplo, temos o próprio Comandante-em-Chefe das Forças Armadas ucranianas, Valery] Zaluzhny, a dizer que ' o meu escritório estava sob escuta'.

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domingo, 12 de novembro de 2023

O PODER e os TERRAMOTOS POLÍTICOS

JOGOS DE PODER NO MUNDO

e a “Bomba Atómica” política em Portugal!

Tudo pode estar ligado…

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 EFEITOS DA “BOMBA ATÓMICA”

Vamos para Eleições:

O povo é o mesmo, os candidatos a agiotas é que podem mudar.

Diz o Presidente de “todos os portugueses”: vamos para eleições pelos superiores interesses de Portugal. Mas qual Portugal, o das elites políticas e dos lobistas do gamanço dos milhões que vêm da Europa? Será que o Presidente tem plena consciência dos estragos causados ao país? E quem põe travão às desajustadas lutas dos médicos, que estão a ptrejudicar e deixar morrer muitos cidadãos dependentes do Serviço Naccional de Saúde?

Para baralhar mais o jogo dos governantes, temos que desvendar de onde apareceu a raposa com o rabo de fora… como a Justiça é cega, pode ser conduzida pelos espertalhaços que a usam a seu jeito. E corremos o risco de estarmos perante um tenebroso “assalto ao poder”, porque os dados conhecidos em averiguações não parece terem consistência suficiente para provocarem “o terramoto que derrubou um governo de maioria absoluta”!

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Os estragos no tecido empresarial e no mundo do trabalho e de todas as vertentes importantes para as populações são de monta: Saúde, Educação, Impostos e confiança nas instituições causam graves prejuízos e atrasos no desenvolvimento do país.

Ora, quando vamos a eleições, a maioria das pessoas não vota segundo os seus interesses, mas de acordo com as ideias e interesses ardilosamente propagandeados pelos comentadores e palradores bem instruídos para manipularem as verdades e camuflarem as mentiras do estado da sociedade em decadência social, moral e cívica, tremendamente prejudicial à população em geral. E, é esta população mal instruída, desprezada, manipulada e cega que pode votar contra os seus próprios interesses e direitos.

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NOTA SÉRIA: Para o caso, temos a “Parábola das nebulosas investigações”, quase sempre imperfeitas, onde gastam milhões e resultam em absolvições!

José Luiz Costa Sousa

  • 12-11-2023

A propósito do caso de alegadas corrupções relacionadas com o lítio, hidrogénio e o data center, que envolve algumas figuras do actual governo, e embora a memória já me vá falhando, relembro os outros dois grandes casos anteriores de investigações criminais, que envolveram figuras eminentes da política, o das pedofilias e o socrático, que foram também, exclusivamente, anti o mesmo partido do caso actual, por mera coincidência, seguramente.... enfim, é o chamado azar dos Távoras.

No caso das pedofilias que, na altura segui pela comunicação social e não só, fiquei perplexo quando encontrei em vídeos na internet, assumo que ainda lá estarão, declarações de 3 ou 4 vítimas da Casa Pia, feitas a um jornalista identificado, onde alegavam terem sido pagas com 50.000 euros cada uma, para prestarem declarações falsas, contra determinadas figuras e circunstâncias do caso e, como alguns deles tinham problemas na Justiça, com o arquivamento dos mesmos.

Verdade, mentira, não me lembro destas alegações terem sido desmentidas, embora o possam ter sido… enfim… pormenores… que terão certamente explicações legais.

Agora e, mais uma vez, caído do céu tipo relâmpago, um pouco como os outros dois, temos um grande caso, explosivo, envolvendo o mesmo partido, e igualmente as figuras de topo do mesmo...

... é mesmo coisa tipo azar dos Távoras, porque a justiça, essa, nunca se engana, é infalível, implacável, irredutível, científica, omnisciente, isenta, justa e acima de quaisquer humanas fraquezas.

Neste caso há um detalhe algo entre o anedótico e o surreal, que é o facto da figura dum chefe de Gabinete, ter no seu gabinete oficial, cerca de 75.800 euros em vários envelopes, dispersos estrategicamente dentro de livros nas várias estantes e em caixas de garrafas de bom tinto carrascão, de reserva claro, etc…

... deduzo que fez isto, por falta de gavetas com chaves na secretária, falta dum cofre seguro no cujo gabinete, mas não, este existe sempre em tais gabinetes, logo será porque o homem, pese embora a função de elevada responsabilidade é gagá… sofre da mioleira… é tontinho…. enfim, é relevante que lhe façam um exame de sanidade mental…

... de qualquer modo, este cenário digno duma casa de malucas, infantil mongolóide, parece, numa 1ª abordagem, indicar que o dito cujo personagem, recebia ali pedidos de favores e roca de influências, pagas a caixas de garrafas de bom tintol ou verdol, ou mesmo livros, dentro da/os quais estavam colocados uns envelopesitos com uns eurozitos para o café, almoços e mesmo umas feriasitas, sei lá... parece que o negócio ia mais ou menos bem …

… será um pouco ousado pensar-se que a função do senhor era mesmo e só aquela, vender influências de S. Bento ou, mais propriamente, indulgências, como quem vende Santinhos...

... só para terminar, pessoalmente, concluí que o caso das pedofilias era uma história muito mal contada, mas atingiu em cheio e destruiu o alvo principal do mesmo, foi uma verdadeira smart bomba, uma paulada com sucesso total...

.... o 2º caso, ocorrido sobre as eleições já próximas, teve o impacto esperado nas mesmas… contra o mesmo alvo curiosamente… coincidências, estranhas, mas a realidade e verdade da vida é assim, uma vez vilão, vilão para sempre…

… e agora lá está de novo o mesmo azarento alvo destas peripécias… bem, o vilão é contumaz, não deixa de o ser… e porra, os gajos têm de perceber que há que circular e dar lugar a outros de vez em quando…

... e, como mui sapientemente, com saber de experiência feito, dizia o Zé Nabo da minha terra: - ou há justiça, ou comem todos, ou então fabrica-se…

Enfim… estas político telenovelas são emocionantes, todos os dias há novos desenvolvimentos, e mostram o mundo dos grandes… e os seus podres, eles mamam almoços dos bons e gratuitos, corridos a lagostas, sapateiras e lavagantes, etc..., em troca de alguns favores, que dão aos pagantes dos almoços, algumas facilidades ou agilidades processuais e de instalação, etc...

... mas como não há provas das alegadas negociatas, isto é, não há depósitos de euros nas contas dos maus, nem cheques passados aos vilões, nem transferências bancárias para off ou in shores dos inimigos a abater, nem palacetes comprados, nem motoristas com malas cheias de carcanhol... nada... só telefonemas... de nadas a falarem de terem de falar com Deus para este desbloquear demoras, obstáculos, ... só suspeitas, são uns negociantes de merda.... tipo ciganices de feira, a cêntimos, falidos ...

... e, porra, pior ainda, mandam as suas criancinhas para a escola nos carros oficiais, um abuso que ninguém mais comete, e, cruzes credo, recebem caixas de tintol ou até espumante e livros, com bons euros lá dentro, em trocas de cunhas para facilitar as tais burocracias e agilizar as mesmas, forçar a EDP a fornecer ou reforçar a energia às empresas que, como se sabe, bem podiam ir buscá-la a Espanha ou Marrocos… em troca dos tais almocitos farta brutos...

… coisas mirabolantes e do arco da velha, mas ainda hão-de aparecer mais surpresas…

… vão ser audiências garantidas nas TV´s… com os Zés colados aos écrans… à espera do desenlace destes golpes de teatro… mas, algures temos um Shakespear ou Moliére de 5ª categoria… a fabricar estas teias ou tragicomédias… que só desgraçam cada vez mais Portugal...

... mas, honestamente, quem de direito, deve abrir concurso para contratarem melhores guionistas ou enredistas, que possam fabricar histórias mais credíveis... estas já estão gastas... e cheiram mal.”

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Tem razão o Amigo Paulo Neves, no seu comentário:

Paulo Neves - Em 11-11-2023

"O que surpreende não é a loucura em que vivemos, mas a mediocridade dessa loucura. O que nos dói não é o futuro que não conhecemos, mas sim o presente que não reconhecemos."

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5 de Novembro às 08:46  · 

[Numa Guerra não se Matam Milhares de Militares!! Mata-se Alguém que tem Namorada, que gosta de ir ao Cinema, que tem Pai, Mãe, Família! Outro que é um menino Assustado, outro que tem uma vida à sua Frente, que tem Sonhos, Planos, ... Uma acumulação de Pequenas Memórias... que se Desvanecem, que caem por Terra e Morrem Ali mesmo!]"


  • NOTA: Somos o que nos Propomos Ser e Alcançar!!

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🚨 A condição para um povo ter apoio na arena global é:

Que tenha poder e riqueza. Se não tiver nem um nem outro, o máximo que vai conseguir são algumas palavras de apoio, mas nenhuma ação efetiva para acabar com o sofrimento de um povo.
Noam Chomsky falou como isso é parte da tragédia do povo palestiniano - e, também, parte da tragédia quotidiana de milhões de cidadãos, mesmo no país mais rico do mundo, os Estados Unidos da América, centro mundial do Capitalismo, onde existem mais de trinta milhões de pessoas em estado de pobreza extrema, parte delas vivendo nas ruas e nos arrabaldes das cidades.

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DIZ: a Palestina não tem riquezas, não tem poder, também não tem direitos. Ninguém se arrisca a apoiar quando os Estados Unidos da América ameaçam intervir.

É assim que o mundo funciona para o capitalismo. Os seus direitos funcionam pelo seu poder e sua riqueza. Nos Estados Unidos, se você mora numa zona pobre ou subúrbios das cidades, você é pobre e sem direitos. Pode haver organizações humanitárias a manifestar intensão de ajudar, mas ninguém os vai ajudar a sair da pobreza, porque os ricos são os protegidos pelo sistema e merecem ter mais direitos e apoios. Esta é a lógica das organizações internacionais espalhadas pelo mundo e ao serviço da ONU.

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O interesse nacional dos países capitalistas é imposto pela força dos poderosos que dominam a sociedade, especialmente nos Estados Unidos da América, que se considera o arauto na defesa das democracias ocidentais e no mundo. Logo, a defesa dos muito ricos, das grandes empresas e das elites que definem as políticas dos governos e de tudo que defenda os seus interesses é prioritário e indiscutível. Por esta forma de governar, as populações não contam senão para produzir riqueza para os poderosos e votar nas eleições. E, assim, os seus interesses e direitos são simplesmente desprezados ou ignorados.

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Só com uma luta séria, consistente e bem organizada por pessoas credíveis e bem informadas se poderá contrariar este estado de coisas que iludem e enganam as pessoas de bem. O comodismo é um grande inimigo dos activistas que se aventuram na tentativa de enfrentar os poderes ocultos e ardilosos que desprezam as populações produtivas da riqueza das nações. Este é o lado trágico da sociedade: as pessoas não saberem como defender os seus direitos, serem facilmente enganadas e não perceberem quem são os seus carrascos.  

Por: Noam Chomsky é um linguista, filósofo, sociólogo, cientista cognitivo, comentarista e ativista político norte-americano, também é uma das mais renomadas figuras no campo da filosofia analítica.