O Mundo em Perigosa Encruzilhada
Ponderação com Ideias Imparciais
Perante a epidemia tóxica da comunicação social, temos que estar atentos aos pormenores escondidos nas ambiguidades dos comentadores que todos os dias tentam justificar as perdas da qualidade de vida das populações, porque o resultado das decisões dos governantes europeus, na cega obediência ao tenebroso imperialismo americano, são catastróficas para a sobrevivência social da Europa e do mundo dito democrata.
Ora, analisando os escritos que vamos vendo e percebendo nesta contingência da “guerra dos mundos”, tendo como campo de batalha a Ucrânia, tentamos acautelar a verdade perante uma bem urdida teia de mentiras.
Do conhecimento que recolho, em colaboração com investigadores universitários sobre a evolução das estratégias da China, no domínio do desenvolvimento económico, tecnológico, militar, expansão global, social e financeiro, percebo que a sua implementação no mundo tem sido consequente e bem definida quanto aos objectivos. Atendendo ao miserável e cobarde comportamento dos governantes, ditos ocidentais, na subserviência à decadente hegemonia dos Estados Unidos da América, acredito na mudança para uma sociedade mais humanista, com governos mais virados para a melhoria das condições de vida das pessoas e menos para o domínio dos poderosos Bilderberg´s.
Pelos dados da história recente, à progressiva e metódica presença da China em todos os xadrezes da geopolítica, tenho esperança da derrocada dos mercantilistas americanos, tendo em conta as últimas falências bancárias e a sua volumosa dívida externa. O poderio chinês continua imparável e, por afinidade de interesses parciais, não deixarão de dar uma ajudinha à Rússia. Assistimos ao maior desafio de posicionamento estratégico político-militar-económico de todos os tempos; o antagonismo entre os blocos predominantes é sério e perigoso, mas tudo leva a crer que uma Nova Ordem, mais humanista, será implementada no mundo.
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Manobras antecedentes e guerras
As muitas “guerras” entrelaçadas
– pedregoso guia através do nevoeiro
por Alastair Crooke, ex-diplomata britânico
Temos agora um entrelaçamento de ‘guerras’ das quais, paradoxalmente, a da Ucrânia talvez seja a de menor importância estratégica – embora retenha um conteúdo simbólico significativo. Uma ‘bandeira’ em torno da qual as narrativas são tecidas e o apoio reunido.
Sim, há nada menos que cinco ‘”guerras” sobrepostas e interligadas em andamento – e elas precisam ser claramente diferenciadas para serem bem compreendidas.
Estas últimas semanas testemunharam várias mudanças marcantes: A Cúpula de Samarcanda; a decisão da OPEP de reduzir a produção de petróleo dos países membros em dois milhões de barris por dia a partir do próximo mês; e a declaração explícita do presidente Erdogan de que “Rússia e Turquia estão juntas; trabalhando juntas”.
Aliados fundamentais dos EUA como Arábia Saudita, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Índia, África do Sul, Egito e grupos como a OPEP+ estão dando um grande passo em direção à autonomia e à coalescência de nações não ocidentais em um bloco coerente – agindo de acordo com seus próprios interesses e fazendo política ‘do seu próprio jeito’.
Isso nos aproxima do mundo multipolar que a Rússia e a China vêm preparando há vários anos – um processo que significa a “guerra” de desacoplamento geoestratégico da ‘ordem’ global ocidental.
NOTA de notícia LUSA:
A Rússia advertiu esta segunda-feira que as “provocações” da NATO, que acusou de aumentar consideravelmente a sua presença junto às fronteiras russas em 2021, podem desembocar num conflito militar.
“Recentemente, a Aliança Atlântica passou à prática das provocações diretas, o que envolve um elevado risco de escalada num conflito militar”, declarou Alexandr Fomin, vice-ministro da Defesa russo, durante uma reunião com adidos militares e representantes de embaixadas estrangeiras.
Deu como exemplo que o contratorpedeiro britânico Defender estava a ser escoltado por um avião de reconhecimento norte-americano RC-135 quando entrou em águas territoriais russas em junho passado, ao largo da Crimeia.

Seguem-se Apontamentos de pessoas com credibilidade e conhecimentos altamente importantes:
COISAS UM POUCO AO CORRER DA PENA SOBRE A GUERRA DA UCRÂNIA
O Tribunal de Haia emitiu há dois ou três dias atrás, por ordem secreta do País Deus do Mundo conhecido, o qual País nem sequer reconhece a competência de tal Tribunal, e do seu senilâmbulo, quiçá funâmbulo Presidente, o Joe, o Bidé, um mandado de captura contra o Presidente Vladimir Putin, não por alegados crimes de guerra anti humanidade na Ucrânia, mas, baseado no pretexto duma suposta transferência de 400 crianças ucranianas para a Rússia.
Importa relevar que os Presidentes de quaisquer países estão ao abrigo do estatuto de imunidade internacional, por serem a expressão viva e os representantes da soberania e independência dos seus países.
Este mandado é, pois, ilegal e ilegítimo, é um de facto mandado de captura da soberania e independência da Rússia, coisa caricata, mas o TI não obedece ao direito internacional, obedece sim e apenas às ordens dos seus donos internacionais, os donos do mundo, os donos das corporações económicas mundiais e do seu país sede principal, os coisos.
O Presidente V. Putin, por ter cometido o inaudito desaforo, a insolência e a não obediência, seja, o incrível sacrilégio político de não se ter submetido, em termos feudais, a si e à Rússia aos EUA, antes pelo contrário, ter defendido e defender a Rússia contra a hegemonia e a total subserviência política, militar, cultural, económico financeira e do pensamento aos EUA...
... V. Putin foi, pois, com este mandado condenado à morte ou prisão perpétua, pelo Tribunal da Inquisição de Haia, em nome da religião do político correccionismo e do servilismo devido àquela Superpotência privativa das judiarias Bilderberg´s, tal como foram igualmente condenados, no passado recente, outros grandes e pré fabricados marmanjões e vilões internacionais, Saddam Hussein/ enforcado, Muamer Gadaphy/ fuzilado, Slobodan Milosevic /envenenado, AL Hassad / escapado, etc…
A partir de hoje, se V. Putin sair um milímetro fora das suas fronteiras ou de países amigos, com a cabeça a prémio como tem já, será caçado impiedosamente, por caçadores de cabeças ou prémios, vivo ou morto, por “fast” pistoleiros, vindos directamente dos westerns do John Wayne, ou pelos SEALS ou SAS, os que apanharam o fantasma do Osama Bin Laden, isto, por todo o planeta, sistema solar e via Láctea em geral.
Este mandado de captura é um dos maiores insultos e agressões político diplomáticas até hoje cometidas pelo Ocidente colectivo contra o País e a Nação Russa, e como tal, assim será entendida pelo povo russo, na sua maioria.
A guerra na Ucrânia é uma guerra total, definitiva e irreversível dos EUA e judites Bilderberg´s contra a Rússia, para a destruírem “ad eternum”, em termos políticos, militares, económico financeiros e geograficamente, como fizeram à Jugoslávia, desmembrando-a em dezenas de micro repúblicas a dependerem da Superpotência Bilderberg, não via potência regional da EU/ Alemanha, mas sim, via Polónia, a sua nova serva e fidelíssima potência regional em gestação, e em alternativa à EU/ Alemanha, menos fiáveis estas e mais afastadas das fronteiras da Rússia e euro asiáticas centrais, o que implica a efectiva nulificação política da EU e Alemanha, no novo contexto político imperial referido, que é o futuro já a acontecer.
Esta é a guerra em curso com estes objectivos, concebida e pré planeada, militar, científica e politicamente ao longo de mais de 15 anos, em particular de 2013 a 2022, em termos de força e dispositivo político militar, que foi sendo implementado gradualmente, passo a passo, inteligente, sub-reptícia e quase invisivelmente, no território da Ucrânia, desde 2013.
A guerra na Ucrânia, tal como antes a pandemia COVID, e antes o aquecimento global, está omnipresente 24/7/30/365 dias por ano, em todos os meios de comunicação social, estando estes em cumprimento do exercício pleno da sua sagrada missão de lavagem industrial dos cérebros da Humanidade inteira, para lhes criar e consolidar a opinião de que as culpas da guerra são, única e exclusivamente, da Rússia e do seu Presidente V. Putin, e para inocentar, angelificar, santificar, serafinizar e querubinizar os EUA, NATO, UE e Aliados…
… e, sobretudo, a sua Ucrânia, a maior vítima desta guerra dos EUA, terra de territórios e de 18 milhões de gentes mártires, pura carne para canhão… tudo em nome do 1º Império Mundial, Nova Ordem Mundial, Governo Único Mundial, etc... já em construção, liderado pelos EUA, em nome das suas elites mandantes, as judites Bilderberg´s.
Vivemos todos, pois, literal e permanentemente, dentro da guerra da Ucrânia, com todos os canais de TV e seus comentadeiros, pagos desde o início a milhões, a debitarem-nos 24 horas por dia propaganda e contra informação anti Rússia/ V. Putin, em beatificação dos EUA/NATO EU e Ucrânia…
… em consequência do que, somos todos ucranianos de cores e coração e anti Rússia por convicção e saberes da televisão, tudo por obra e graça dos sagrados e santificados EUA dos Bilderberg´s, como tal, respiramos, sentimos, vivemos, morremos, sofremos e rejubilamos todos em ucraniano…
… e somos todos gloriosa e heroicamente anti Rússia e anti Putin que, como diz a lavagem ao cérebro dos média, é o País e Presidente vilão, agressor, invasor, assassino anti humanidade, o País e Presidente a abater, em nome da liberdade, justiça, verdade, democracia e por aí fora… e em nome de Deus, representado na Terra pelos EUAB, Estados Unidos da América e dos Bilderberg´s, sendo o seu Padrinho ou PAPA o seu Presidente, o inenarrável Joe Bidé, ou outro qualquer que lhe suceda.
A guerra da Ucrânia, inesgotável em vidas eslavas, continua todos os dias e noites, imparável, a chacinar centenas ou milhares de homens jovens russos e ucranianos, a meio com civis de todas as idades… ninguém sabe ao certo quantas vidas foram já criminosamente assassinadas pela guerra, dizem que centenas de milhares, dum lado e do outro…
Os média ocidentais, eufóricos e vitoriosos, reportam num dia que hoje foram mais de 1000 russos mortos em Bakmut… e jubilosos, logo botam foguetes e fogos de artifício, e ontem 400 ou 500 … e ucranianos quase nenhuns, pouco menos ou mais … quem sabe…
A opinião pública ocidental vibra, entusiasma-se, felicita-se, congratula-se e auto incensa-se com estas vitórias das armas e munições ocidentais e das mortes das vidas ucranianas, contra as vidas dos malditos russos, invasores ditos não provocados… quando na realidade o foram de facto, por mais de 8 anos... 2013 a 2022..
Será que é possível a humanidade em geral ser isto… e apenas isto… uma humanidade que vive, respira, alimenta-se, sonha e orgasma-se apenas e só com guerras sobre guerras, milhões de humanos chacinados sobre milhões já trucidados… a cada dia que passa…
… somos o único ser vivo que se chacina continuamente, por mais poder e mais riqueza de simples minorias insignificantes, que ninguém conhece, nunca vão à guerra, estão nas protecções das suas judiarias bancárias, e que a maioria de nós nem sonha e nem acredita quem são, neste caso, os tais de bilderberg´s, nova cara de gentes mais antigas do que a própria antiguidade, gentes que são como as baratas, sem ofensa a tais inofensivos insectos, sobreviveram através da História a todos os cataclismos e à própria História.
JOSÉ LUIZ DA COSTA SOUSA
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NOTA de Joaquim Coelho, Autor do Blog:
Prezado Amigo Comandante José Luiz, mais uma explícita lição de "geometria da guerra na informação" que muita gente não entende ou já sofre da epidemia tóxica da comunicação social. A qual merece ser divulgda.
Jose Luiz Costa Sousa – Relatório
em 19-01-2023
- Este Novo Ano está já aí a correr as inevitabilidades das suas circunstâncias, do seu tempo histórico, dos seus mais relevantes eventos e, sobretudo, as inconsequências e consequências da generalizada maldade política humana, hoje prevalecente no Mundo e, muito especialmente na Europa, cada vez maior que jamais d´antes, como adiante no tempo se verá, maldade vestida e revestida de nauseativos fingimentos e mentiras, em que os maus e os vilões, pretendendo sempre ser os bons, usam dos seus órgãos de comunicação social em massa, para se endeusarem em infinitas bondades e humanidades, enquanto as suas vítimas são vilificadas, demonizadas, humilhadas e arrastadas para guerras, onde são física e politicamente terra queimadas, e tornadas culpadas de todos os males, sem de facto o serem, e tudo com falsidades disparatadas, para o efeito inventadas, ou em factos distorcidos baseadas.
Em questões de geopolítica, a mais das vezes, o que parece não é e o que é nunca o parece, é tudo arte da ilusão, da mentira pura e dura, da hipocrisia elevada à enésima potência… dela só se sabe, que tudo o que pela mesma é dito ou comunicado, não é semelhante a tal, e que, no mínimo, será o seu contrário, ou pior ainda.
Em 2023 a tragédia maior da Europa e do Mundo é e continuará a ser, cada vez mais, a guerra que tem como teatro operacional o território ucraniano e, como combatentes, os povos das suas duas vítimas principais, os ucranianos e russos, dois povos irmãos, que se estão a chacinar mútua e acefalamente, forçados por potências que lhes são exteriores, porque lhes ambicionam os territórios e os riquíssimos recursos naturais, assim como buscam avidamente destruir-lhes e desmembrar-lhes os respectivos países, para os absorverem pela NATO e UE, depois de divididos em indefesas micro repúblicas, para deixarem de constituir obstáculos à manutenção das hegemonias mundiais e outras coisas que tais, objectivos maiores dos EUA, servidos e seguidos nesta demanda, cegamente, pela NATO e pela UE.
Os objectivos da guerra que corre na Ucrânia são, pois, estes e apenas estes, o resto é conversa para boi dormir, como dizem os brasileiros.
O contexto político militar em que tal guerra decorre, que conheço muito bem, por muitas e variadas razões, é complexo e de difícil compreensão real, para quem não tenha seguido e compreendido, politica e militarmente, todo o processo da guerra e pulverização da Jugoslávia, de 1991 a 95, que a dividiu em sete Repúblicas anãs, e os seus porquês e para quês, a implosão política da ex URSS em 1991, tudo seguido pelo processo de expansão da NATO em direcção às fronteiras imediatas da Rússia, iniciado pelo Presidente Clinton em 1997, contra os compromissos assumidos pela dupla NATO/EUA em 91 para com a Rússia, e que veio a integrar todos os países da Europa Oriental, saídos da ex URSS, excepto a Ucrânia, Geórgia, Moldávia, Bielorrússia, e, ainda e sobretudo, o “golpe de estado” concebido, planeado, financiado e executado pelos EUA na Ucrânia, de Dez2013 a Mar2014, o qual instalou um “governo dos EUA” na Ucrânia em Mar2014, a que se seguiram oito anos de instalação militar e política, dissimulada e contínua, da NATO e dos EUA dentro da Ucrânia, com a finalidade de a transformarem numa plataforma territorial avançada, sobre as fronteiras comuns com a Rússia, para a atacar e desmembrar, oportunamente.
Em Dezembro de 2021, a dupla EUA/NATO considerou que era chegado o tempo de avançar para a fase da confrontação militar indirecta contra a Rússia, para a vencer, desmembrar e absorver, usando a Ucrânia como mero instrumento ao serviço daquele objectivo, ao fazer daquele país seu mercenário, e do seu território e povo, pura terra e carne para canhão da NATO/EUA, e essa é a situação em curso, desde Fevereiro de 2022… data de início da “invasão” da Rússia.
Nesse tempo a Rússia, depois de três meses de mil e uma diligências político diplomáticas e ultimatos, de Dez2021 a Fev2022, para que a NATO e os EUA não integrassem a Ucrânia na NATO, e para retirarem o seu dispositivo militar ofensivo anti Rússia da Ucrânia, e tendo apenas obtido respostas inaceitáveis, “insultuosas mesmo”, a Rússia ficou sem opções que não fosse o assumir imediato da sua defesa militar, preventivamente mas já “in extremis”, executando uma “operação especial”, iniciada em Fev 2022, com o objectivo de “desmilitarizar e desnazificar” a Ucrânia, ou seja, fazer sair/ recuar para longe das fronteiras imediatas da Rússia (fora da Ucrânia), o dispositivo militar ofensivo anti Rússia instalado na Ucrânia, guarnecido por “carne para canhão” deste país, actuando já, repete-se, “in extremis”, e em legítima defesa da sua segurança existencial e nacional.
Surpreendentemente, a Rússia revelou-se militarmente impreparada, incompetente e continua a sê-lo até hoje, na concepção e execução da melhor modalidade de acção e manobra para os fins militares e políticos a atingir em sua defesa, sendo notória a fraca qualidade dos seus quadros militares, desde o topo da hierarquia até aos mais baixos escalões… tendo apenas como atenuante, o facto do “inimigo real” no terreno não serem os ucranianos, simples peões não pensantes, mas sim a NATO e o Ocidente colectivo em bloco.
Sendo eu militar profissional, e seguindo desde sempre os desenvolvimentos das potencialidades das Forças Armadas da Rússia, tinha delas um conceito muito elevado, em termos de todos os equipamentos e dos mais diversos tipos de sistemas de armas, etc… e também da sua instrução, treino e prontidão operacionais, assim como das suas qualidades militares, etc… e, face ao quase colapso das mesmas na Ucrânia, não me encontro explicações…
A direcção política da “operação especial” na Ucrânia, no particular das nomeações e desnomeações contínuas dos seus Comandantes, por alegada incompetência, revela um desnorte inexplicável do Comandante em Chefe das FA´s Russas, o Presidente V. Putin, e contrariam todas as regras que eu conheço… tendo chegado agora, ao inacreditável ponto, do Presidente V. Putin ter determinado ao seu General, Chefe de Estado Maior General das FA´s da Rússia, Valery Geramisov, função que desempenhava há mais de 10 anos, para deixar o cargo e avançar para a Ucrânia comandar a “Operação Especial”, onde substituiu o prestigiadíssimo veterano das guerras da Chechénia e da Síria, o General “Armagedeon”, no cargo há apenas uns quatro meses, que foi funcionalmente despromovido e passou a ser o 2º Comandante do General Geramisov.
Ou algo invulgar poderá estar na iminência de ocorrer, como por exemplo o uso de armas nucleares, ou é ainda uma última tentativa de resolver a guerra na Ucrânia sem o recurso ao uso de tais meios… e depois se verá… enfim, esta situação não augura nada de bom…
… se o mais sénior dos generais russos, o General Geramisov falhar, usando apenas os meios convencionais como até agora, o que é provável, pois é óbvio que a razão do insucesso da acção militar da Rússia já não é uma questão de generais ou mesmo de meios… mas sim de algo mais complexo…
… restará à Rússia prolongar a guerra em circunstâncias cada vez mais difíceis, diria mesmo impossíveis, pois o Ocidente colectivo está a subir o patamar da guerra convencional para níveis muito mais letais, com novos carros de combate alemães, ingleses e americanos, novos sistemas de defesa anti aéreos de médio alcance dos EUA e Israel, os Patriot e outros, etc …
… nesta circunstância restará à Rússia retirar da Ucrânia, no todo ou em parte, isto é, com ou sem Crimeia, Donetsk e Lugansk… o que é sempre uma derrota militar da Rússia e o fim político de Vladimir Putin e do seu governo… e, consequentemente, será o fim da Rússia, pois a NATO e os EUA, continuarão a explorar o sucesso até atingirem esse objectivo final.
Resumindo, estas fraquezas das Forças Armadas da Rússia são já inultrapassáveis, poderão melhorar o desempenho, mas não vão resolver a guerra, com meios clássicos, e a via diplomática exigirá da Rússia, sempre, condições de rendição, para esta, inaceitáveis.
Digamos que a Rússia está a mostrar ao mundo, com a nomeação do seu último General para a Ucrânia, que quase esgotou o seu potencial relativo de combate convencional, e que já só lhe restam duas opções:
- a vida ou a morte, sejam, o uso de meios nucleares ou a rendição sem o seu uso…
Aqui chegados, a Rússia demonstrou e continua ainda a demonstrar, que os EUA/NATO/EU colocaram já em causa a sobrevivência do Estado da Rússia e a segurança nacional e existencial da Federação da Rússia, e que esta cumpriu e esgotou todo o conjunto de acções político diplomáticas e militares convencionais em sua defesa, mas sem sucesso e que, nos conformes da sua política oficial de segurança nacional, tem o direito e o dever de usar meios nucleares em defesa da Rússia e dos seus povos… contra a NATO e EUA.
É este o quadro político militar, do presente e do futuro imediato, que o ano de 2023 parece apresentar à União Europeia e ao Mundo…
A situação actual do Mundo e, em particular, da Europa, neste momento, é gravíssima… e foi e é a política expansionista contra a Rússia, dos EUA e da NATO, que a ela nos conduziram…
… quanto à União Europeia… em termos desta e outras geopolíticas esta foi e é nada e ninguém… é escrava total dos objectivos dos EUA… e nada pode fazer para os contrariar... excepto obedecer cegamente… ou o Tio Samuel sanciona… e dá tau, tau...
A Rússia entretanto, nestes últimos dois meses, colocou já os seus ICBM´s móveis Yars fora das arrecadações e estacionamentos cobertos, (mísseis intercontinentais com alcances de mais de 10.000 kms), e posicionou-os em situação de trânsito e prontidão operacional imediata, os ICBM´s em silos estão sempre prontos, o submarino nuclear Belgorod está já algures nos oceanos, armado com um 1º conjunto de “torpedos nucleares” Poseidon, únicos no mundo, e um outro novo submarino nuclear está também por aí com 16 mísseis nucleares “Bulava”, etc… e entraram recentemente ao serviço, há menos de dois meses, bombardeiros pesados de longo alcance supersónicos, armados com mísseis hipersónicos com capacidade nuclear de mais de 2.000 kms de alcance, os Khinzals… a tríade nuclear russa está pronta a intervir operacionalmente… aparentemente basta carregar no botão…
… estão pois reunidas duas das condições para que o fim da humanidade se realize, nos conformes das ambições das elites globalistas ao que parece, e que são:
- 1ª A NATO e os EUA colocaram, mantêm e estão a agravar a situação de iminente perigo existencial da Rússia em termos de guerra clássica,
- 2ª A Rússia tem o dispositivo da sua tríade nuclear em posição, armada com os mais modernos mísseis nucleares super, hipersónicos e outros… falta carregar no botão…
… e falta, sobretudo, a decisão e a vontade política e humana para carregar no dito botão…
… e aqui entram os bruxos e adivinhos… será que sim ou que não… quem sabe… 2023 vai responder a esta e a outras questões… desejo que a resposta seja a do Bem e salvação da Humanidade.
Que Deus ilumine os fdp que conduziram a Humanidade a este inacreditável pré-Apocalipse… e esses fdp… na realidade não são, nem a Rússia, nem os EUA, nem a NATO, nem a pobre coitada da zé ninguém UE nestas questões…
... as únicas e exclusivas culpadas são as eufemisticamente designadas elites globalistas… velhas donas e senhoras do mundo… que andam por aí com carapaça de Bilderberg´s.
José Luiz da Costa Sousa

INTRODUÇÃO duma entrevista:
O major-general Raul Cunha. sabendo que será alvo de bojardas pelo que defende, não se remete ao silêncio perante as críticas públicas de que tem sido alvo… responsabiliza a NATO pela guerra na Ucrânia, rejeita que Vladimir Putin queira alargar um império russo e defende que a realidade não é a preto e branco.
“Esta malta gosta pouco de ouvir opiniões contrárias. Aqui é um bocado assim. O pensamento único está a imperar neste momento. É uma coisa assustadora. É preciso um gajo ter cuidado com o que diz”, diz o militar na reserva em entrevista ao Setenta e Quatro.
25-08-2022
Chamo a atenção para este 'post' maravilhoso do meu Amigo Carlos Branco, em que me revejo em quase tudo o que escreve (sobretudo nas suas referências aos "quejandos"), apenas com as naturais diferenças nas nossas carreiras (e em termos operacionais também comandei e convivi com quadros militares russos e ucranianos, contrariamente a muitos dos "entendidos" que agora pululam pelas TVs).
Uma leitura que é obrigatória para qualquer pessoa com um carácter são e honesto e que ainda tenha honra, dignidade e repúdio à mentira e falsidade que campeiam nos ecrãs:
"Carlos Branco, major-general e comentador
25-08-2022
Uns esclarecimentos aos Burnays, Nogueiras Leites, Condes Rodrigues e quejandos,
- Não fui na mala do Durão Barroso para Bruxelas,
- Não vivo das senhas de presença em Conselhos de Administração,
- Não fui membro de um partido e integrei um governo de outro,
- Não fui nem pretendo ser secretário de Estado,
- Não tenho descendentes a trabalhar em organizações internacionais,
- Não simulei lesões em serviço para ser considerado deficiente das Forças Armadas,
- Não fiz reconstituição de carreira,
- Não busco prebendas, nem ambiciono integrar comissões, sejam elas de reflexão ou de outra coisa qualquer, aquele colinho que a proximidade com o poder proporciona,
- Não integro, nem ambiciono integrar as elites que nos conduziram ao estado calamitoso em que o país se encontra,
- Não plagiei nem falsifiquei documentos a dizer que tinha recebido prémios que não recebi,
- Não integro obediências,
- Não vivo de esquemas,
- Não minto, não confabulo, nem invento factos,
- Fui durante três anos responsável pela cooperação militar da NATO, em particular com a Rússia, Ucrânia e Geórgia,
- Privei profissionalmente com segmentos importantes das elites militares desses países, alguns reformados outros bem ativos neste conflito,
- Estive em operações de paz, quando havia guerra, não depois de se terem assinado acordos de paz,
- Ensino resolução de conflitos internacionais há mais de duas décadas, e tenho obra publicada sobre a matéria,
E já agora, ficam também a saber que, apesar das consequências, quando determinados princípios éticos foram colocados em causa, não receei:
- Quando era capitão, queixar-me do meu superior hierárquico, levando à sua condenação pela justiça militar,
- Como oficial general renunciar a um cargo por ter um diretor incapaz, que ainda anda por aí,
Mais um esclarecimento.
- Sou o único oficial das forças armadas portuguesas que ocupou três funções internacionais por concurso internacional, duas de alta direção. Não me sabujei a ninguém para lá estar.
Fiz cedências ao longo da vida?! Fiz, mas as necessárias e suficientes para sobreviver. Não vendi a alma.
O que é que isto tem a ver com a Ucrânia e os ataques que os acima referidos me fazem? Tem tudo!
Não milito em nenhuma causa. Apenas procuro perceber os acontecimentos com a isenção possível. Decido de acordo com o conhecimento adquirido no terreno e com a minha consciência. Não pela conveniência ou pela subserviência ao politicamente correto, ao que está a dar, ou porque essas tomadas de posições me possam vir a prejudicar, ou afetar a minha “carreira”. Sou um homem livre.
Muitos dos acima referidos estariam a dizer o oposto se isso fosse conveniente para as suas “carreirinhas”. O colinho proporcionado pelo poder é tão bom. A babuje e a bajulice. São muito ecléticos nas suas convicções.
Estou muito longe de subscrever as ideias políticas de Vladimir Putin e do regime que está no poder na Rússia. Mas isso, não me leva a subscrever a ideologia proto nazi e xenófoba do regime ucraniano. Não participo em campanhas de revisionismo histórico. Não posso associar-me a quem há um ano acusava Kiev de despotismo, torturar opositores políticos, corrupção, “Panamá papers”, etc., e passados seis meses glorifica Zelensky e o transforma num herói impoluto.
Por onde andaram os iluminados acima referidos? em que guerras estiveram? Custa ver uma coisa durante o dia, a ser contada ao contrário à noite nos telejornais. Mas apesar de não terem visto nada durante o dia, engolem tudo o que lhes contam durante a noite, e só têm certezas (convenientes) que defendem até ao último ucraniano. Heróis do ar condicionado, com o computador ao colo e snacks ao lado sabem tudo, sem nunca terem visto nada. Bolçar diabretes contra mim não os engrandece nem os torna gente crescida. Muito pelo contrário. Não passam de lumpen engravatado."






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